20 Fev 2018 | Sem categoria
Para recordar os cristãos perseguidos no mundo, sábado, 24 de fevereiro, a Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) colorirá de vermelho o Coliseu de Roma. Contextualmente se tingirão da mesma cor dois lugares símbolo da recente perseguição aos cristãos: a catedral de são Paulo em Mossul, no Iraque, e a igreja maronita de santo Elias em Aleppo, na Síria. Após a Fonte de Trevi iluminada de vermelho no dia 29 de abril de 2016, a AIS volta a propor na Capital italiana esta “sóbria provocação”, como a definiu o diretor da AIS-Itália, Alessandro Monteduro, durante a entrevista coletiva de apresentação do acontecimento. O evento principal acontecerá em Roma, no largo Gaetana Agnesi, a partir das 18h. Confirmaram a sua presença o secretário geral da Conferência episcopal italiana, d. Nunzio Galantino, e o presidente do Parlamento europeu, Antonio Tajani. Fonte: SIR
20 Fev 2018 | Sem categoria

María Ascensión Romero, Kiko Argüello, P. Mario Pezzi. Foto: Caminho Neocatecumenal
María Ascención Romero passou a fazer parte da equipe de direção internacional do Caminho Neocatecumenal, o itinerário de formação católica para adultos que tem como objetivo redescobrir as riquezas do batismo, atualmente difundido em mais de 900 dioceses de 105 países, com mais de 20 mil comunidades em seis mil paróquias. «María Ascención Romero – precisou um comunicado do Caminho – não substituirá Carmem Hernández (iniciadora, com Kiko Argüello, do Caminho Neocatecumenal, falecida em 19 de julho de 2016), mas fará parte da equipe, juntamente com o iniciador do Caminho e o presbítero Mario Pezzi». Nascida em 1960, em Tudela, Navarro (Espanha), Romero estudou no Colégio da Companhia de Maria. Quando estudava pedagogia, em Soria, encontrou no Caminho Neocatecumenal uma resposta aos seus questionamentos existenciais. «Esta eleição deixou-me completamente sem reação – afirmou – justamente por sentir-me uma pessoa frágil e pobre para uma missão tão grande como a de ajudar Kiko e Pe. Mario».
19 Fev 2018 | Focolare Worldwide
“Breaking Rays” é um jogo de palavras do tipo de “breaking news”, expressão que marca a irrupção de uma notícia de última hora. Neste caso há um projeto de fraternidade e um grupo de jovens comunicadores que, com competência e ardor, estão dando tudo de si para que ele seja conhecido. Breaking Rays aspira a construção de uma rede internacional onde experiências de vida inspiradas pelo carisma da unidade, do Movimento dos Focolares, possam sair do isolamento e “explodir” até atingir o globo, gerando inclusive mudanças a distância, em outras comunidades, com um “efeito dominó”. Financiado parcialmente pela Comissão Europeia, por meio do programa Erasmus+, e promovido pela associação internacional New Humanity em colaboração com CSC Audiovisuais (Itália) e outras Ongs, o projeto destina-se à formação de jovens cineastas, também em vista de uma colaboração com o Collegamento CH, um encontro bimestral online, com notícias e reportagens das comunidades dos Focolares espalhadas pelo mundo. Duas foram as etapas realizadas até agora, das três previstas: em Castelgandolfo (Itália), em julho passado, e na Mariápolis Ginetta, nos arredores de São Paulo (Brasil), de 3 a 10 de fevereiro. A etapa conclusiva será em julho de 2018, em Manila (Filipinas), em concomitância com o Genfest.

Foto © Davi Teixeira Breaking Rays Brazil
Na Mariápolis Ginetta – lugar acolhedor e ideal para o desenvolvimento da programação – estiveram presentes cerca de vinte jovens de vários países (Brasil, Itália, Hungria, Indonésia, Filipinas, Índia, Quênia e Burundi) e de competências variadas, coordenados por tutores profissionais: Marco Aleotti, diretor italiano, da RAI, Carlo Sgambatom diretor de fotografia, Kim Rowley, do CSC Audiovisuais, além de Isabela Reis, produtora e curadora de projetos audiovisuais e culturais. E ainda Paola Cipollone, do CSC Audiovisuais, coordenadora do projeto. Momentos de formação teórico-prática e experimentação de técnicas alternaram-se com trabalho e vida em comum, na base de uma comunhão de talentos e com uma grande abertura à crítica construtiva. O grupo visitou alguns projetos sociais locais, produzindo vídeos e entrevistas. Em outras sessões, alguns especialistas da comunicação (direção, jornalismo televisivo e radiofônico) contaram suas próprias experiências e responderam as perguntas dos participantes. 
Foto: Marco Aleotti © Davi Teixeira Breaking Rays Brazil
«Uma experiência única para aprender e aprofundar a profissão de jornalista numa nova perspectiva», disse Lewis, do Burundi. «Mais do que um curso de produção de cinema – comentou Donald, da Índia – tratou-se de comunicar histórias potentes para construir um mundo melhor. A equipe e os especialistas ajudaram-me a desenvolver um olhar especial para os detalhes, e a descobrir como romper estereótipos e clichês culturais através de elementos audiovisuais». Explicou Isabela Reis, tutora, do Brasil: «É um tipo de projeto do qual eu creio que possamos nos orgulhar. Uma experiência forte e envolvente, de oito dias, útil para melhorar as capacidades de comunicação dos jovens. Foi importante também discutir os diferentes modos para desfrutar o melhor possível as possibilidades técnicas e o modo de utilizá-las. Para mim foi uma ocasião para renovar-me profissionalmente: aprendi muito com as experiências e os talentos dos participantes». Rafael Tronquini, brasileiro, que há alguns meses trabalha em Manila, na preparação do Genfest: «Um passo fundamental rumo a Manila. Foi muito bom passar uma semana em contato com profissionais incríveis. Os vídeos que eles fazem difundem esperança». E Kyle Venturillo, das Filipinas: «Nós viemos de várias partes do mundo. Temos línguas, culturas e personalidades diferentes. Apesar disso pudemos estabelecer uma relação aberta entre nós, que nos tornou uma única família. Somos um grupo de pessoas “meio loucas”, com ideias e perspectivas diferentes, mas um único objetivo: tornar este mundo mais unido». Colaboraram com o projeto, também, Starkmacher (Alemanha), Opus Mariae (Quênia), Focolare Ireland (Irlanda), UJ Varos (Hungria), Pag-asa (Filipinas), Civitas (Brasil), Focolare Society Bombay (Índia) e YayasanDuniaBersatu (Indonésia). Chiara Favotti
17 Fev 2018 | Sem categoria
Até o dia 1º de março é possível participar do concurso #FraterniTALES, organizado pelo Projeto Mundo Unido, para tornar-se “Embaixador do mundo unido”. Os embaixadores selecionados irão colaborar com as Comissões Nacionais da UNESCO, apresentando as boas práticas promovidas durante a Semana Mundo Unido nos respectivos países. «Além de dar voz a ações e projetos de paz, os jovens deverão demonstrar possuir um certo faro para encontrar fatos e opções de fraternidade», explica Marco Desalvo, presidente da ONG New Humanity, promotora do concurso e do Projeto Mundo Unido, juntamente com os Jovens por um Mundo Unido, dos Focolares. Podem participar da seleção jovens de 18 a 24 anos, com competências, e vivo interesse em temáticas como fraternidade universal, cidadania global, desenvolvimento sustentável, educação aos direitos humanos, funcionamentos da instituições internacionais, liderança ética. Todos os #FraterniTALES serão publicados nas páginas do Facebook e Instagram do concurso. Os 30 melhores candidatos se tornarão verdadeiros porta-vozes do Projeto Mundo Unido em seus países de origem, após um percurso de formação em duas fases, das quais a segunda em Manila, durante o Genfest. Para informações e envio de trabalhos elaborados (vídeo ou texto): United World Project
17 Fev 2018 | Sem categoria

Foto: Pixabay
Jesus é o pobre cuja vida teve início numa manjedoura e o término numa cruz – e como filho do carpinteiro, quando dá início à sua grande atividade pública, não tem um lugar para estar, nada sobre o que repousar a cabeça. Nada para comer. A sua atividade não age sobre o sofrimento e sobre os abismos dos homens pelo lado de fora: ele entra neles pessoalmente, carrega o nosso peso, e o leva até ao abandono e à morte. Não anula com um raio os superpoderes dos próprios inimigos, mas se deixa flagelar e insultar, e perdoa a quem lhe faz mal. Não transforma as pedras em pão para matar a própria fome, mas suscita em nós a fome da Palavra de Deus, fome de vida, de justiça, de verdade, tão maiores do que aquilo que sacia e causa bem-estar imediato. Quando encontra os pequenos, os pobres e os sofredores, Jesus não continua seu caminho porque tem coisas mais importantes a fazer do que ajudá-los. A criança, o doente, o pecador, a mãe aflita reviram os seus programas, tocam seu coração. Jesus não tem interesses ofuscados, não tem bastidores recônditos e misteriosos, é completamente franco e transparente. Quem o vê, por meio dele vê, em transparência, o Pai. Diante da culpa do mundo, diante da nossa miséria, Jesus não diz: “veja só…!”, mas toma tudo sobre si, e assim instaura a paz no próprio sangue. Jesus não se esquiva das contradições, mas as suporta até ao extremo, e é o primeiro da infinita cadeia humana dos perseguidos e dos miseráveis. Este é Jesus, e os homens que o seguem experimentam, já agora, uma liberdade, uma alegria e uma profundidade da própria humanidade que jamais encontraram em outro lugar. (de uma homilia de 1.11.1979) Klaus Hemmerle – La luce dentro le cose – Città Nuova 1998 pp. 49-50