saudações a todos em nome do Movimento dos Focolares presente no mundo, que se une à oração desta Peregrinação Digital. Junto com todos vocês, queremos elevar a nossa voz a Deus para pedir o fim do tráfico de pessoas e afirmar a dignidade de cada ser humano:
Senhor, nosso Deus,
Tu amas todas as tuas criaturas. Tu deste os bens da terra para que todos possam viver em paz como teus filhos.
Hoje sobe a Ti o clamor de quem é violentado, de quem é explorado de forma degradante, de quem é vítima do tráfico de pessoas.
Ajuda-nos, Senhor, a estar ao lado dessas irmãs e irmãos, multiplica as forças do bem para alimentar a esperança deles na possibilidade de uma vida nova.
Sensibiliza os corações dos indiferentes. Faz com que todos os cidadãos – também aqueles que têm nas mãos o destino dos povos – tomem consciência da necessidade de combater esta grave chaga social.
Senhor, nós Te pedimos que saibamos difundir por toda a parte o apelo global que hoje é lançado, para que a Tua vontade seja feita na terra como no Céu.
Unidos, continuemos a rezar e a agir pela justiça. Obrigada a cada um e a cada uma por fazer parte desta cadeia de esperança e amor que atravessa o mundo.
Margaret Karram
Vídeo em italiano: ative as legendas e escolha o idioma desejado.
De 26 de janeiro a 01 de fevereiro de 2026, Roma hospedou 100 jovens líderes políticos de 36 países para a conclusão do 1º ano do programa bienal de formação para a política “Uma Humanidade, Um Planeta: Liderança Sinodal”, o desafio de um estilo de governança diferente a partir do paradigma da fraternidade.
Depois desse percurso de trabalho online em 16 comunidades de aprendizagem, se reencontraram para um hackathon político – literalmente uma maratona criativa e colaborativa – dedicado ao que hoje fere mais o tecido social global: corrupção, desigualdade, violência, transição digital sem ética, emergência ecológica, participação civil em declínio. O programa, promovido pelo Movimento Político pela Unidade e pela ONG New Humanity com a Pontifícia Comissão pela América Latina, tem como objetivo restituir aos jovens um papel ativo nos processos de decisão, do local ao global.
Veja o vídeo com entrevistas a jovens de diferentes países. Ative as legendas e escolha o idioma desejado.
“Eu os exorto a cooperar cada vez mais, no estudo de formas participativas, que envolvam todos os cidadãos… sobre estas bases será possível construir aquela fraternidade universal que, entre vocês, jovens, já se mostra como sinal de um tempo novo”.
Com estas palavras, o Papa Leão não apenas encorajou os cem jovens líderes políticos, reunidos em Roma: ele “reconheceu” a missão deles. Viu neles aquilo que com frequência, infelizmente, a política tradicional custa a ver: que o futuro nascerá de processos inclusivos, não de contraposições; de comunidades vivas, não de estruturas rígidas; de uma fraternidade que não é sentimento ingênuo, mas categoria política concreta.
Na audiência do dia 31 de janeiro eles eram 100, de 36 países. Estavam em Roma para a semana conclusiva do primeiro ano do curso político “One Humanity, One Planet”. Em sete dias tiveram a confirmação de que a fraternidade não é um ideal, já é um método, um estilo e prática cotidiana. Eles chegaram após um percurso de trabalho online, divididos em 16 comunidades de aprendizado; reuniram-se para um hackathon político – literalmente, uma maratona criativa e colaborativa – dedicado a tudo o que mais fere o tecido social global, atualmente: corrupção, desigualdades, violência generalizada, transição digital sem ética, emergência ecológica, declínio da participação cívica. O programa, promovido pelo Movimento Político pela Unidade e pela ong New Humanity, com a Comissão Pontifícia para a América Latina, mira restituir aos jovens um papel ativo nos processos decisórios, em nível local e global.
O Santo Padre indicou-lhes uma visão exigente e ao mesmo tempo libertadora. Pediu aos jovens que olhem para o mundo através da lente da escuta e da colaboração entre culturas e crenças diferentes; que busquem a paz não como conceito abstrato, mas como escolha cotidiana nos locais aonde vivem, estudam e trabalham; que construam políticas capazes de envolver todos os cidadãos, homens e mulheres, nas instituições. Recordou que a paz é dom, aliança e promessa ao mesmo tempo, e que nenhuma sociedade poderá dizer-se justa se continua a excluir os fracos, ignorar os pobres, permanecer indiferente aos refugiados e às vítimas da violência.
Jesús Morán – Pasquale FerraraEmilce CudaJavier Baquero – Margaret Karram
A presidente do Movimento dos Focolares, Margaret Karram, durante seu encontro com eles, falou de uma cultura política nova, fundada sobre a fraternidade, no rastro do que Chiara Lubich, fundadora do Movimento, havia dito. Ela os encorajou a “viver” uma liderança que coloca no centro o “nós”, que gera confiança, que busca convergência na diversidade. Não é um método para poucos, mas uma abordagem que pode chegar a toda parte: às instituições, aos partidos, aos movimentos sociais, à sociedade civil.
Le testimonianze dei partecipanti lo confermano con forza. Cristian, dall’Argentina, racconta: “E’ la esperienza di fraternità universale più importante della mia vita… ognuno, con la sua lingua, le sue danze e il suo carisma ha creato la sinfonia di una armonia globale”. Per Joanna, polacca residente in Italia, l’esperienza è stata “uno stimolo all’impegno concreto”, alimentato da laboratori, buone pratiche e incontri con parlamentari italiani e coreani. Zé Gustavo, dal Brasile, parla di una “esperienza intensa e provocatoria”, capace di riaccendere una speranza adulta, lucida, nata non dall’ingenuità ma dalle cicatrici della politica vissuta. E Uziel, dal Messico, riassume tutto in una frase semplice e vera: “Questa è la vera globalità”.
Agora o curso entra na sua segunda fase, envolvendo 600 jovens dos cinco continentes, para continuar a compartilhar modos de ver, instrumentos e ações de impacto real.
Por uma semana, Roma foi um laboratório vivo daquilo que a política poderia voltar a ser: um espaço generativo. Uma academia de fraternidade. Um espaço onde as diferenças deixam de ser muros e tornam-se matéria prima do futuro. Um testemunho concreto e crível de que uma outra política não só é possível, mas já começou.
“Paz começa com a Dignidade: Um Chamado Global para Acabar com o Tráfico de Pessoas” é o tema do 12º Dia Internacional de Oração e Reflexão contra o Tráfico de Pessoas, celebrado todos os anos em 8 de fevereiro, por ocasião da Festa de Santa Josefina Bakhita. Mulher sudanesa e religiosa, escravizada desde os sete anos de idade, Santa Bakhita tornou-se ao longo do tempo um símbolo universal do compromisso da Igreja contra o tráfico de pessoas.
Estabelecido pelo Papa Francisco em 2015, o Dia Mundial é coordenado pela rede internacional contra o tráfico Talitha Kum, liderada por religiosas, e é promovido pela União Internacional das Superioras Gerais (UISG) e pela União dos Superiores Gerais (USG), em colaboração com vários Dicastérios Vaticanos e muitas outras organizações de todo o mundo, entre elas o Movimento dos Focolares.
De acordo com as Nações Unidas, estima-se que 27 milhões de pessoas em todo o mundo sejam vítimas de tráfico de pessoas, predominantemente mulheres, crianças, migrantes e pessoas forçadas a fugir de suas casas. Trata-se de um fenômeno complexo e dramático que assume múltiplas formas — desde a exploração sexual até o trabalho forçado, da servidão doméstica ao casamento forçado — e que, embora permaneça em grande parte oculto e subnotificado, está cada vez mais encontrando novas formas de exploração online.
Todos os anos, no dia 8 de fevereiro, milhares de pessoas em todo o mundo participam do Dia Internacional de Oração e Reflexão por meio de eventos, momentos de oração e iniciativas de sensibilização nas comunidades, paróquias e associações.
Na sexta-feira, 6 de fevereiro, a Romaria Online contra o Tráfico de Pessoas conectará todos os continentes em uma jornada global de oração, da Oceânia à Ásia, do Oriente Médio à África, da Europa às Américas. No momento central do evento espera-se uma mensagem do Santo Padre. A romaria será transmitida ao vivo das 11h às 14h (CET) em cinco idiomas (inglês, espanhol, português, francês e italiano) em www.prayagainsttrafficking.net. preghieracontrotratta.org
No domingo, 8 de fevereiro, o evento final será realizado na Praça de São Pedro com a oração do Angelus com o Papa Leão XIV, seguida por uma celebração eucarística presidida pelo cardeal Vincent Nichols na Basílica de São Pedro.
“O tráfico de pessoas continua sendo uma profunda ferida global, violando a dignidade humana e perturbando a paz de nossas sociedades, especialmente em um mundo devastado por conflitos, guerras e deslocamentos forçados. Ao colocar o tema da paz e da dignidade humana no centro do Dia Mundial deste ano, convocamos todas as pessoas de boa vontade a ir além da sensibilização e se unirem em ações concretas para acabar com esse crime. Nosso compromisso é acompanhar de perto as vítimas e sobreviventes, ouvir suas vozes e defender uma mudança sistêmica que aborde as causas profundas do tráfico e construa um mundo baseado na paz, na justiça e na dignidade para todos”, disse adisse a Irmã Abby Avelino, coordenadora do Dia e da rede internacional contra o tráfico, Talitha Kum.
Os organizadores também convidam todos a participar da mobilização nas redes sociais, compartilhando uma postagem no dia 8 de fevereiro com a hashtag oficial #PrayAgainstTrafficking.
Um momento de partilha e troca que, de Trento, sua cidade natal, até os Castelos Romanos e Roma, traçou o caminho da fundadora do Movimento dos Focolares, tornando visíveis os frutos nos territórios e comunidades.
Durante o evento, falaram: Franco Ianeselli, prefeito de Trento; Mirko Di Bernardo, prefeito de Grottaferrata (Roma); Massimiliano Calcagni, prefeito de Rocca di Papa (Roma); Francesco Rutelli, ex-prefeito de Roma, que entregou a cidadania honorária da capital a Chiara Lubich em 2000; Mario Bruno, ex-prefeito de Alghero e corresponsável do Movimento Humanidade Nova do Movimento dos Focolares; Giuseppe Ferrandi, diretor da Fundação Museu Histórico do Trentino. A exposição, montada no Focolare Meeting Point (Via del Carmine 3, Roma) e realizada pelo Centro Chiara Lubich com a Fundação Museu Histórico do Trentino, ficará aberta durante todo o ano de 2026.
Veja o vídeo com as entrevistas aos presidentes de câmara presentes. Original em italiano. Para outros idiomas, ative as legendas e selecione o idioma.