23 Nov 2018 | Cultura, Focolari nel Mondo, Sem categoria, Spiritualità
Novidades em vista para os leitores de focolare.org. Dentro em breve o site dos Focolares os acolherá com uma veste renovada e oportunidades de navegação a mais. Trata-se de um projeto, amadurecido após quase dois anos de trabalho no Centro Internacional dos Focolares de Rocca di Papa (Roma), que levou em conta desenvolvimentos que aconteceram no panorama comunicativo mundial e do próprio Movimento dos Focolares. Este projeto almeja integrar o trabalho de comunicação realizado até agora por quatro redações distintas (Site, Serviço de Informação, Noticiário Mariápolis e Collegamento CH) dando vida a um único “Departamento de comunicação”. Já em operação desde o mês de fevereiro passado, este Departamento coleta as notícias da vida do Movimento no mundo inteiro e as transmite através de diferentes meios de comunicação. Entre os seus objetivos está o de promover as atividades, fazer com que um público vasto conheça a vida do Movimento dos Focolares e contribuir para uma cada vez maior comunhão de vida e de notícias entre as várias comunidades no mundo. O desenvolvimento de novas tecnologias e modalidades de comunicação tornaram necessário uma reestilização do site que, além de uma nova veste gráfica, se apresentará notavelmente simplificado na estrutura e com uma nova sistematização na lógica de navegação. O uso de novos aplicativos permitirá uma maior integração inclusive com as redes sociais e potencializará a oferta de conteúdos aos quais os usuários poderão acessar de maneira diversificada e personalizada. De fato, a nova estrutura será mobile-friendly, isto é, levará em conta o uso cada vez maior dos smartphones na nossa vida quotidiana. Mirar-se-á sobre conteúdos mais breves e variados com diferentes formas de apresentação (textos, infográficas, vídeo-sínteses…). Os conteúdos do site atual, porém, não deverão ser perdidos. Os textos das páginas fixas serão reunidos em alguns e-books e, futuramente, as notícias serão pesquisáveis em arquivo. Um espaço privilegiado será dedicado à comunicação dos múltiplos aspectos da vida do Movimento dos Focolares. Será esta a seção “Mariápolis”, que levará o mesmo nome dos tradicionais encontros de verão dos Focolares no mundo inteiro e do periódico que será publicado na forma impressa até dezembro de 2018. Uma área “community”, aberta a quem quer que queira visitá-la. Um sistema de notificações permitirá aos usuários escolher quando, sobre quais assuntos e sobre qual canal (computador, tablet ou smartphone) vão desejar ser informados. A cada dois meses, um noticiário “Mariápolis” em formato pdf oferecerá uma coletânea das notícias principais. Boa navegação! Joachim Schwind
21 Nov 2018 | Sem categoria
Uma filha com deficiência Um genitor jamais esperaria ter um filho com deficiência. Quando aconteceu conosco, minha esposa, mais frágil psicologicamente, caiu em depressão. Eu me deparei com a condução da família de uma maneira imprevisivelmente nova. Nos primeiros meses, cheios de interrogações, eu estava me isolando de amigos e parentes. Um dia, nas escadas do condomínio, encontrei um casal que, embora tendo uma filha com Síndrome de Down, parecia muito sereno. Diante da minha pergunta sobre como faziam para ser assim, a resposta deles foi desconcertante: “Nossa filha é o maior presente que podíamos receber. Ela nos fez voltar à realidade e toda a família se beneficiou”. Minha esposa e eu fomos várias vezes visitá-los. Conhecemos a fé deles e, dia após dia, também nós redescobrimos, graças a eles, valores que antes havíamos transcurado. (A. e G.F. – Itália) Um presente inesperado Alguns parentes que haviam se afastado de nós por motivos de herança, aceitaram o nosso convite para vir passar alguns dias conosco. Mas, quando nos comunicaram a data da chegada não era o momento melhor: estávamos com dificuldades econômicas e eu não tinha tempo para preparar bem a casa, como gostaria. Depois pensei que a paz refeita era o melhor presente e, com toda a família, decidimos fazer o melhor possível para tornar feliz a permanência deles. Nós gostaríamos também de lhes dar um presente, mas não tendo outra coisa, nosso filho mais novo preparou um desenho, e a maior uma poesia de boas-vindas. Um dia antes da chegada deles, na empresa onde meu marido trabalha os funcionários receberam um presente-prêmio. Quando o Outra oportunidade Uma das minhas cunhadas nos pedira o favor de hospedá-la em nossa casa por um período e de assinar a fiança para um empréstimo bancário de que necessitava. A casa onde moramos é pequena, mas a recebemos de boa vontade. Com relação ao empréstimo, eu via meu marido muito preocupado, considerando que alguns anos antes nós havíamos emprestado a ela uma soma que nunca nos tinha restituído. Eu disse a ele que teria aceitado qualquer que fosse a sua decisão, acrescentando, porém, que qualquer pessoa merece sempre uma oportunidade de resgate. Deus não faz assim conosco? Assinamos a garantia para o empréstimo, que minha cunhada está pagando, ainda que com alguns atrasos. Quanto a mim, sinto que devo continuar a ajudá-la, e às vezes temos longas conversas nas quais ela se abre como se eu fosse sua irmã, superando as barreiras que nos dividiam. (M. D. – Paraguai) À total disposição Após a morte da nossa primeira filha, com apenas 14 meses, os dois filhos que chegaram depois começaram a apresentar os mesmos sintomas. Minha esposa e eu estávamos com o respiro apertado, e a nossa casa tinha se tornado um pequeno hospital. No entanto, procurando amar-nos entre nós, os filhos cresciam cheios de paz. Quantas vezes eu me converti olhando para eles! Entrando em casa, depois do trabalho, procurava deixar do lado de fora as preocupações e os problemas, para estar completamente à disposição deles. Somente assim podia funcionar. De outra forma poderíamos ficar emaranhados na angústia e nas preocupações com o futuro. Experimentamos concretamente que Deus tudo pode, até nos fazer saborear um pouco do paraíso mesmo num contexto tão desafiador. (G.M.B. – Itália)
20 Nov 2018 | Focolare Worldwide
Com uma linguagem simples, como a de Jesus que, para explicar o “seu reino”, usava termos e comparações ao alcance de todos, Sándor começou a contar como procurava concretizar o Evangelho em tudo o que fazia. Ao redor dele formou-se um assíduo grupo de agricultores e, periodicamente, reuniam-se para compartilhar alegrias, sofrimentos, conquistas e progressos. Brotou neles a convicção de possuir uma missão. O seu relacionamento com a natureza, fonte de sabedoria, era um bem a ser transmitido inclusive a quem estava na cidade. Dessa fagulha até o ponto de ir visitar os prefeitos foi muito rápido. Dos encontros entre agricultores e prefeitos emergiu a grande necessidade de criar uma alternativa à globalização que massifica e apaga valores e tradições. E assim, em setembro de 2016, realizaram um encontro que, com experiências e palestras de especialistas, tinha o objetivo de buscar uma maneira de “dar uma alma” à cidade, partindo da zona rural. Eram 350 os participantes, dos quais 20 prefeitos. Em setembro passado, o segundo encontro, desta vez em Újkígyós, um município no sudeste da Hungria, que, apesar do frio antecipado, teve 500 participantes, 27 estandes que expunham queijos, tapetes feitos à mão, mel, pequenos móveis, geleias… Com gratuidade e generosidade os agricultores provenientes de muitos municípios, vilas e campos, ofereceram o melhor de seus produtos culinários e de artesanato. Levaram até cavalos para que as crianças passeassem. Uma verdadeira festa popular.
Os conferencistas, especialistas em ecologia, agricultura, poluição sonora, pesquisadores e professores universitários, já estavam ligados entre si por uma amizade real. E este não é só o segredo do sucesso, mas também o caminho realizável para chegar a dar uma contribuição de verdadeira fraternidade. Inclusive o prefeito daquele município, que colocou grupos folclóricos à serviço do evento, salientou que via na comunidade uma “nova alma”. O pároco sublinhou a eficácia do modo de evangelizar que havia experimentado. Um dos organizadores afirmou: «Não tivemos nenhuma ajuda política ou de instituições: tudo foi um presente. O encontro não custou um centavo, das cadeiras, às cortinas e mesas… aqui, como se vê, todos sentem-se irmãos, porque nas comunidades rurais o relacionamento humano, a amizade, é a força vitoriosa. Nas cidades há outros modos de relacionar-se. Criam-se círculos, clubes de interesse, locais de lazer… mas as pessoas estão isoladas.
Os moradores de um condomínio não se conhecem entre si. Sentimos que o povo do campo pode dar uma contribuição à cidade, pode ser “a alma”. O agricultor, pelo contato que tem com a natureza, nutre uma alma religiosa e sabe o valor e o preço de cada coisa, e reconhece no homem a sacralidade para a qual constantemente o Papa Francisco nos chama. Este encontro parece-nos um pequeno passo, não apenas para a própria Igreja, mas para a sociedade». Participou também Csaba Böjte (ofm), um franciscano da Transilvânia (Romênia), famoso não só em sua terra, mas na Hungria e no leste da Europa, aonde, com a colaboração de voluntários, desde 1992 assiste crianças e adolescentes com situações familiares difíceis. Atualmente são 82 casas que hospedam 2500 crianças. Sándor lançou uma pedra na água e as suas ondas se expandem, se expandem. Tanino Minuta
19 Nov 2018 | Sem categoria
O dia 20 de novembro é o dia em que a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou, em 1959, a Declaração dos Direitos da Criança, e em 1989 aprovou a Convenção Internacional sobre os Direitos da Infância e Adolescência. Uma Convenção que foi elaborada, procurando-se harmonizar diferentes experiências culturais e jurídicas. Pela primeira vez, nela se enunciam, de forma coerente, os direitos fundamentais que devem ser reconhecidos e assegurados a todas as crianças do mundo inteiro. São quatro os direitos fundamentais da criança exarados naquele documento: a não discriminação, o superior interesse, a sobrevivência e o desenvolvimento, e por fim a escuta [da criança] em todos os processos de decisão. A Convenção prevê ainda um mecanismo de controle sobre as tomadas de decisão dos Estados, os quais devem apresentar um relatório periódico sobre a atuação dentro do próprio território. Segundo a Unicef, todos os anos milhões de crianças continuam a ser vítimas de violência: abusos, abandono, exploração, guerras, discriminações. Já se fez muito, mas muito mais é preciso fazer, para uma efetiva aplicação destes princípios.