28 Nov 2013 | Sem categoria
Chegou o Natal, vamos levar a todos Jesus em meio!
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13 Nov 2013 | Sem categoria
«Amei a chuva torrencial e o vento dos tufões que desabam inesperadamente no equador, no mês de março, investindo com sua fúria tudo o que encontram. É uma fúria que faz justiça e que restabelece o equilíbrio naquela porção de criação: os galhos de uma árvore que cresceram demais se quebram; as palmeiras que ficaram muito altas caem deixando um toco… como um memorial fúnebre; os ninhos não suficientemente atados voam para o rio, assim como alguns telhados de casas; os trovões e os relâmpagos, cada vez mais fortes, parecem enraivecidos com alguém; com o vento a água entra pelas portas, as janelas, os telhados…
É a natureza que chega, que faz voltar às origens as obras das criaturas, que lembra a todos que somos nus e que nada nos pertence… esta força sempre me pareceu um retorno benéfico às origens. Não me dava medo, ao contrário, trazia-me paz. Era como um encontro renovado com o Criador, que nos tira o que é supérfluo para nos recordar que tudo é vaidade.
Amei a lama, que na estação das chuvas é a realidade onipresente que você deve enfrentar, seja que ande a pé, seja que esteja de carro. Em qualquer coisa que você toca deixa a marca avermelhada da lama que lhe acompanha – ou lhe assombra, se você não a ama -, os livros, os sapatos, as roupas… até o pão e os cabelos. Mas se você a ama ela o faz sorrir, torna-se como um amigo.

Da esquerda: Lucio dal Soglio, Georges Mani, Dominic Nyukilim, Teresina Tumuhairwe, Benedict Murac Manjo, Marilen Holzhauser, d. Adolfo Raggio,
Nicolette Manka Ndingsa
Amei a poeira. Se alguém não experimenta não pode saber o que é a poeira na África. A poeira, durante a estação seca, está na atmosfera. É o deserto que chega com uma ameaça pré-monitora: o harmatão, o vento violentíssimo que varre a região subsaariana entre outubro e março, obscurecendo o sol, envolvendo pessoas e coisas em um pó que irradia calor e um brilho ofuscante. É a poeira a das ruas, dos campos secos, que é levantada pelo harmatão e se confunde com ele, que faz da natureza uma bola de fogo. A tentação é revoltar-se, fugir, esconder-se em algum lugar, protestar. Mas protestar contra quem? Esconder-se aonde? Como sempre o único protesto possível é contra nós mesmos: é preciso mudar o olhar, amar a poeira. Eu a chamava de poeira ‘estéril’, deixava que entrasse nas narinas e nos brônquios. Enfim, não podia fazer mal porque era… estéril. Deixei que secasse os meus lábios até rachá-los e que fizesse sair sangue do nariz. Enfim, era a minha poeira da África!
Amei a umidade e o mofo. O mofo que amolece tudo e faz até soltarem as solas dos sapatos. O odor de mofo gorduroso e sufocante que cai em cima de você quando abre um armário, que fica na sua camisa, que se respira numa sala de aula ou em uma igreja. O mofo é um “composto” que engloba todos os odores, é a percepção permanente da degradação das coisas.
Com o tempo aprendi a entender e a amar todas essas coisas. Amando-as me descobri parte delas e nunca tentei separar-me».
(Lucio Dal Soglio: “Tomados pelo mistério,os primórdios dos Focolares na África”, Città Nuova editrice, Roma, 2013).
6 Nov 2013 | Focolare Worldwide, Senza categoria

“O show é comunicativo, direto, cheio de alegria e energia, se veem pessoas felizes e que têm entre si um verdadeiro relacionamento de amor recíproco”. “Uma performance leve, espontânea, com qualidades notáveis de vozes e instrumentos. Um ritmo e dinâmica que nos deixam sem fôlego”. “O espetáculo me transformou sem que me desse conta. Quando terminou eu estava diferente”. São algumas impressões do público logo após o fim do concerto “inaugural” da mais recente criação do grupo musical Gen Verde.
“START NOW” foi lançado dia 11 de outubro passado, com a presença de 300 delegados dos Focolares, do mundo inteiro, no “Teatro Estável do Gen Verde”, na Mariápolis permanente Loppiano, quando a banda subiu ao palco acompanhada por 67 jovens, também eles provenientes de vários países.
Durante a preparação, com três dias de workshops de canto, dança, teatro e música, os participantes do projeto foram encorajados a desenvolver os próprios talentos e a descobrir novos. Num processo criativo no qual o respeito e a transparência são a norma, as artistas do Gen Verde e os que participaram dos workshops trabalharam lado a lado, como membros do mesmo time, concluindo o programa com o concerto que tem características de performance pop-up.
“Os objetivos educativos do projeto – explica o Gen Verde – são a promoção das artes como catalisadoras da educação à paz, da valorização das diversidades culturais, do diálogo intercultural, dos direitos e da dignidade da pessoa, de relações interpessoais que incentivem o desenvolvimento humano”.
Para alcançar esses objetivos são realizados workshops artísticos multidisciplinares. “Esta é uma metodologia pedagógica baseada numa abordagem experiencial, na qual os participantes dos workshops partilham o crescimento do grupo trabalhando não só como alunos, mas como coprotagonistas no palco, junto conosco”, afirmam as artistas.
“Antes eu pensava que para recitar era preciso ser egocêntrico – comentou um dos jovens envolvidos -. Agora entendi que estar no palco não é pensar em mim, mas nos outros”. “Enquanto estávamos no palco – completou uma jovem – sentia que não havia diferença entre nós e o Gen Verde”.
A iniciativa quer dar a possibilidade de descobrir a arte como linguagem universal, que transcende qualquer tipo de barreira, partilhando competências que podem ser aplicadas na vida de todos os dias, além do campo artístico.
START NOW é pensado para escolas, universidades, encontros e grupos de jovens, capaz de adequar-se segundo as condições de idade e de experiência artística dos participantes.
26 Set 2013 | Focolare Worldwide
«Caritas Jordânia é um organismo filiado à igreja Católica, presidido pelo Patriarca de Jerusalém. Está presente na Jordânia há 45 anos e faz parte da Caritas internacional», conta o diretor, Wael Suleiman. E continua: «Caritas Jordânia respondeu ao apelo da Igreja de cuidar dos refugiados sírios. Registramos o ingresso na Jordânia de 1 milhão e trezentos mil sírios entre os quais 130 mil inscritos na Caritas. Oferecemos a eles assistência médica, ensino e ajudas humanitárias.
Com os poucos recursos do país: água, petróleo e todos os problemas econômicos, é difícil para a Jordânia acolher este grande número de refugiados. Mas não quer fechar as portas. O Rei ordenou que as fronteiras permaneçam abertas para servir os nossos irmãos sírios. Procuramos viver, neste momento, a solidariedade».
Suhad Zarafili, é a responsável pelos projetos da Caritas Jordânia: «Um dos nossos programas – explica – é o de voluntariado. Temos cerca de 30 grupos com mais de mil voluntários, cristãos e muçulmanos. Foram eles que começaram a visitar os campos para encontrarem os refugiados sírios mais necessitados».
Entre esses voluntários está Carole. «Estou muito contente por Deus ter me dado a oportunidade de trabalhar na Caritas e ajudar os sírios. Eu também sou síria e, de certa forma, posso entender melhor o que estão passando; nos compreendemos reciprocamente. Eles sofrem muito, precisam de muitas coisas. A Associação os acolhe e procura ajudar de todas as maneiras, até quando o nosso Deus resolverá a situação».
«Pertenço ao Movimento dos Focolares – continua o diretor Wael Suleiman – e a sua espiritualidade, vivida por muitas pessoas que trabalham na Caritas, nos ajuda a olhar o mundo, a sair do pequeno círculo onde vivemos e trabalhamos, para amar mais a todos. Vivendo a espiritualidade da unidade formou-se na Caritas uma “célula” que contribui para o desenvolvimento de todas estas ações. As pessoas que vêm aqui não recebem somente ajuda material, mas o espírito e a vida que está por trás dessa ajuda».
26 Set 2013 | Focolare Worldwide
http://vimeo.com/75470546
«Caritas Jordânia é um organismo filiado à igreja Católica, presidido pelo Patriarca de Jerusalém. Está presente na Jordânia há 45 anos e faz parte da Caritas internacional», conta o diretor, Wael Suleiman. E continua: «Caritas Jordânia respondeu ao apelo da Igreja de cuidar dos refugiados sírios. Registramos o ingresso na Jordânia de 1 milhão e trezentos mil sírios entre os quais 130 mil inscritos na Caritas. Oferecemos a eles assistência médica, ensino e ajudas humanitárias.
Com os poucos recursos do país: água, petróleo e todos os problemas econômicos, é difícil para a Jordânia acolher este grande número de refugiados. Mas não quer fechar as portas. O Rei ordenou que as fronteiras permaneçam abertas para servir os nossos irmãos sírios. Procuramos viver, neste momento, a solidariedade».
Suhad Zarafili, é a responsável pelos projetos da Caritas Jordânia: «Um dos nossos programas – explica – é o de voluntariado. Temos cerca de 30 grupos com mais de mil voluntários, cristãos e muçulmanos. Foram eles que começaram a visitar os campos para encontrarem os refugiados sírios mais necessitados».
Entre esses voluntários está Carole. «Estou muito contente por Deus ter me dado a oportunidade de trabalhar na Caritas e ajudar os sírios. Eu também sou síria e, de certa forma, posso entender melhor o que estão passando; nos compreendemos reciprocamente. Eles sofrem muito, precisam de muitas coisas. A Associação os acolhe e procura ajudar de todas as maneiras, até quando o nosso Deus resolverá a situação».
«Pertenço ao Movimento dos Focolares – continua o diretor Wael Suleiman – e a sua espiritualidade, vivida por muitas pessoas que trabalham na Caritas, nos ajuda a olhar o mundo, a sair do pequeno círculo onde vivemos e trabalhamos, para amar mais a todos. Vivendo a espiritualidade da unidade formou-se na Caritas uma “célula” que contribui para o desenvolvimento de todas estas ações. As pessoas que vêm aqui não recebem somente ajuda material, mas o espírito e a vida que está por trás dessa ajuda».