Viagem a Portugal / 4
Celebration with the Focolare Community
Celebration with the Focolare Community

Começam eles, os jovens dos Focolares, contando à presidente e ao copresidente do Movimento as várias iniciativas para recolherem os fundos necessários para não faltarem ao encontro mundial de Budapeste: um café concerto no Porto (no norte do país) com 300 amigos com os quais compartilham o sonho de um mundo mais unido; um “festival do sorvete” em Faro (no sul), uma jornada com mais de 700 participantes; e ainda: feiras, lavagem de carros, trabalho de jardinagem e babysitter… Tudo serve para este objetivo, apesar de que eles fazem a questão de dizer que, na verdade, “tudo foi uma ocasião para construir relacionamentos mais verdadeiros com os nossos amigos e com muitos jovens que agora conhecem e querem compartilhar conosco o ideal de um mundo unido”.
Um intervalo musical: o grupo “Contraste” interpreta, em exclusiva, a música que vai apresentar em Budapeste, junto com outras 21 canções vencedoras do concurso lançado para os conjuntos gen de todo o mundo. Depois, começa a chuva de perguntas que revelam os seus sonhos e vão desde a crise econômica e social, ao desemprego, da falta de empenho, ao individualismo… Querem entender o sentido profundo do que está acontecendo no mundo em que vivem e que contribuição podem dar.

“Neste momento estamos comunicando o Ideal da unidade a muitos jovens – dizem os gen do Porto -, mas somos poucos… o que nos aconselhas?”. Maria Voce não tem dúvidas: “Nunca podemos nos deixar abater pela ideia de que não vamos conseguir, porque é Deus que leva as coisas para frente. Doem o Ideal da unidade de mãos cheias, sem medos!”.
“O ateísmo e o agnosticismo estão muito presentes entre os jovens – dizem os gen de Faro – mesmo se querem construir a própria vida sobre valores verdadeiros. Como podemos dialogar e encontrar-nos?” “O nosso ideal evangélico é universal – evidencia a presidente. Dialogar com os fatos, com a nossa coerência e também com uma linguagem adequada. Devemos saber dar as razões da nossa fé; mas podemos fazê-lo vivendo o Evangelho antes, e depois encontrando as palavras adequadas”.
“Qual é a coisa mais importante que devemos fazer, hoje, como Movimento Gen?” “Ser todos completamente comprometidos com esta maravilhosa causa, o mundo unido – responde Maria Voce. Os novos meios de comunicação ajudam à comunhão, mas estejam atentos para não diminuírem o radicalismo do amor que é pessoal, que exige todas as nossas energias”. Giancarlo Faletti acrescenta, indo às origens do Movimento Gen: “Quando Chiara fundou a segunda geração, ela falou de ‘revolução evangélica’! Ajudemo-nos a viver, sendo sempre esta revolução viva”.
Do enviado especial Gustavo Clariá
18.8.2012 Reunião com o Gen
Durata – 14′ 23″.
Visita Cidadela ArcoIris – Portugal – 16.8.2012