Movimento dos Focolares

Chiara Lubich: Apóstolos do diálogo

Ago 23, 2021

Chiara Lubich nos lembra que todos somos chamados ao diálogo. E se vivemos os momentos do dia sozinhos, podemos fazer tudo em função dos irmãos e irmãs, como verdadeiros “apóstolos do diálogo”.

Chiara Lubich nos lembra que todos somos chamados ao diálogo. E se vivemos os momentos do dia sozinhos, podemos fazer tudo em função dos irmãos e irmãs, como verdadeiros “apóstolos do diálogo”. … toda vez que tratamos com um ou mais irmãos, irmãs, direta ou indiretamente, por telefone, por escrito ou por um trabalho voltado para eles, pelas orações que recitamos, nós nos sintamos num diálogo perpétuo, chamados ao diálogo. De que modo? Abrindo-nos a ele – ao irmão, à irmã – escutando com a mente vazia o que o irmão deseja, o que diz, o que o preocupa, o que deseja. E, depois disso, contribuirmos nós com o que for desejado e oportuno. E se eu tenho alguns momentos e horas que devo dedicar a mim mesma (para comer, descansar, me vestir, etc.), devo fazer cada ação em função dos irmãos, das irmãs, tendo em mente as pessoas que me aguardam. De tal forma e somente assim, vivendo continuamente a “espiritualidade da unidade” ou “de comunhão”, é que posso contribuir com eficácia para fazer da minha Igreja “uma casa e uma escola de comunhão’; posso contribuir para que progrida, com os irmãos de outras Igrejas ou Comunidades eclesiais, a unidade da Igreja; e suscitar, com as pessoas de outras religiões ou culturas, espaços cada vez mais abrangentes de fraternidade universal. […] Sintamo-nos “apóstolos do diálogo” e vivamos como tais. Certamente um diálogo a 360 graus, mas partindo da maneira certa: amando cada próximo que encontrarmos com a medida do dom da vida.

Chiara Lubich

  Tirado de:  “Conversazioni in collegamento telefonico” Citta Nuova ed. pag. 667, –  2004

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