19 Ago 2012 | Sem categoria

Estamos no Pólo empresarial da cidadela portuguesa dos Focolares, inaugurado há apenas dois anos. Uma das palavras mais recorrentes é sonho: não só o sonho do Pólo, que se tornou realidade graças à tenacidade de um grupo de empresários que aderem aos fundamentos da Economia de Comunhão (EdC), mas também os sonhos, que se concretizaram, dos testemunhos apresentados a seguir.
Mário Massa – coordenador da comissão nacional EdC – faz as honras da casa, e conta o seu empenho como empresário de uma empresa que adotou os princípios da Economia de Comunhão.
Também os irmãos Faria Lopes contam quando, em 1987, tiveram que assumir a responsabilidade da empresa familiar. A proposta da EdC, nascida em 1991, reforçou neles a convicção de administrar a atividade segundo os valores da comunhão e da partilha. Hoje, são três unidades industriais, onde trabalham mais de 60 pessoas. “Alguns dias atrás, conta um deles, diante do silêncio das máquinas paradas para as férias de verão, aquele lugar de trabalho parecia-me sagrado. Ali, cada dia, se trabalha dando o melhor de si, seja na produção como no relacionamento entre os colegas e com todos aqueles para os quais trabalhamos”.
Depois de ouvir com atenção os diversos testemunhos, Maria Voce, presidente dos Focolares, exclama: “As experiências de vocês parecem um canto!”, acrescentando que nelas se vê “a ação de Deus”. Salienta o aspecto da liberdade, como “a maior dádiva que Deus deu ao homem”, porque, referindo-se ao nome completo do projeto EdC, afirma que a “Economia de comunhão” pode-se realizar só na liberdade. “Procuremos fazer crescer o amor, em nós e em todos, – continua a presidente – e o amor impulsionará para a comunhão, contagiando muitos outros” a viver a própria atividade econômica de modo solidário. E Giancarlo Faletti, copresidente, acrescenta: “Não ter medo dos momentos de dificuldade, mas encará-los como ocasião para aprofundar a comunhão”.
No contexto da crise atual, como fazer para ajudar os jovens a levar adiante os seus projetos, os seus sonhos, quando concluem os estudos, mas não encontram trabalho? “É um problema mundial – responde Maria Voce. As empresas de EdC podem fazer alguma coisa, mas sobretudo podem confiar nos talentos dos jovens. A colaboração com eles, talvez não imediatamente, levará a gerar novos postos de trabalho”.
A atenção para com os jovens parece verdadeiramente uma prioridade dos empresários portugueses ligados ao Pólo Giosi Guella. De fato, tiveram a ideia de realizar uma “Summer School” internacional para aprofundar os princípios da EdC . Este sonho será realidade de 11 a 15 de setembro próximo.
“Towards a Bridging Economy: Rumo a uma economia que constrói pontes”, este é o título, em continuidade com o Genfest, da escola que será realizada em colaboração com a Universidade Católica Portuguesa. O objetivo é possibilitar para os jovens de empenharem-se ainda mais na construção de um mundo unido. Já estão inscritos 80 jovens, a maioria estudantes e empresários, provenientes de 22 países de quatro continentes. Estarão presentes personalidades do mundo acadêmico e empresarial e o coordenador central da Economia de Comunhão, Prof. Luigino Bruni do Instituto Universitário Sophia e da Universidade dos Estudos de Milão-Bicocca (Itália).
Atualmente o Pólo acolhe três empresas; outras dez aderem à EdC e estão coligadas com o Pólo empresarial de Abrigada.
“Queremos que o Pólo Giosi Guella – concluem os organizadores – torne-se cada vez mais um espaço de formação e de encontro/diálogo entre os vários operadores que já trabalham por uma nova economia”.
Do enviado especial Gustavo Clariá
17 Ago 2012 | Sem categoria
A chegada da presidente dos Focolares, acompanhada pelo copresidente, à cidadela portuguesa, no dia 15 de agosto, coincidiu com a festa da Assunção de Maria. A liturgia fala da exultação da criança no seio de Isabel. Um sinal que faz a presidente exclamar: “Será a viagem da exultação!”. O acolhimento no aeroporto e depois na cidadela confirma. Um grande grupo os acolhe, com uma coreografia digna da “criatividade do amor”: um arco de flores radiantes, dois campinos (camponeses a cavalo com os coloridos trajes tradicionais), a música, as famílias, as crianças…
O dia 16 de agosto é dedicado à visita à cidadela Arco-Íris, que completa 15 anos de existência. O terreno na Abrigada, localidade situada a cerca de 50 km de Lisboa, foi comprado em 1996, com o contributo de todas as comunidades lusitanas no Movimento.
Começa-se pelo pequeno cemitério, para visitar as “verdadeiras pedras vivas” da cidadela. São oito, parecendo indicar que a Espiritualidade da unidade em Portugal tem raízes profundas. Diante da foto de Eduardo Guedes, focolarino e primeiro gen português, que tem um sorriso luminoso, Maria Voce – como tinha feito poucos dias antes que Eduardo nos deixasse – confia-lhe os jovens e, de modo especial, o próximo Genfest.
Depois continua-se na sede da Editora e revista Cidade Nova: são 12 pessoas empenhadas, mais colaboradores externos; 3.000 assinantes da revista; uma boa produção de livros. “Os escritórios são bonitos, sóbrios, essenciais”, comenta a presidente, salientando a importância da unidade entre todos, que dá vida e difunde uma mensagem válida e credível.
Chega a vez dos gen: uma explosão de alegria entre os cerca de 30 reunidos para a ocasião. Maria Voce e Giancarlo Faletti encontram-se com eles nas duas casas, pontos de referência para todos as e os gen portugueses, onde alguns vivem por um certo período. Estudam ou trabalham em Lisboa, ou nas proximidades. Mónica é fisioterapeuta em um ambulatório que funciona na cidadela: “Para mim é um grande enriquecimento viver aqui. A presença de Jesus entre nós, na casa gen, com os habitantes da cidadela, no trabalho… impulsiona-me a viver o Ideal da unidade, também quando me relaciono com outras pessoas”. Tiago, 24 anos, que em breve concluirá o curso de medicina: “O meu empenho é procurar viver sempre na vontade de Deus. Assim, sinto que ‘juntos, somos Jesus’ que constrói a cidadela e a vida de cada um de nós”. Maria Voce os incentiva a doar a vida do Evangelho a todos, “para que exploda em toda a parte”. É importante lembrar que, em cada 1° de maio, cerca de 1.000 jovens se encontram na cidadela.
Próxima etapa, as famílias! São cinco das quais duas moram na cidadela e três nos arredores. “Moramos aqui há 10 anos, vimos a cidadela nascer” – dizem José e Conceição Maia, primeira família a transferir-se com os seis filhos. “Estamos aqui há três anos” – contam Toni e Idalina Nogueira, com cinco filhos. “Estamos felizes! Fazemos uma experiência nova, como família e como comunidade. Todos os dias alguns de nós vão juntos para Lisboa, para o trabalho ou para os estudos, e voltamos juntos, terminando o dia com a missa na cidadela”.
Maria Voce sublinha a importância das famílias, não só para a cidadela, mas também para a Igreja e para a humanidade, e afirma: “O que conta é a novidade, nunca dada como plenamente adquirida, da vida evangélica; portanto, o importante é recomeçar sempre, todos os dias, sem preocupar-se”. E Giancarlo Faletti: “As casas são muito bonitas, mas é mais importante o caminho que vocês percorreram, superando as dificuldades”.
À tarde, foi a visita ao Polo empresarial “Giosi Guella”, inaugurado em 2010, com três empresas de Economia de Comunhão em funcionamento e outras dez espalhadas pelo País, coligadas ao Polo.
E ainda, a visita ao harmonioso Centro Mariápolis com uma sala para 200 pessoas, 60 camas e acolhe em média 5.000 hóspedes por ano.
Preveem-se outros desenvolvimentos, que expressam do crescimento do Movimento em Portugal: a visita ao terreno onde será construída a casa das “voluntárias de Deus”, com a colocação da medalha de Nossa Senhora, em um clima de alegria e comoção; e os projetos (realizados por duas jovens arquitetas) de uma série de pequenos apartamentos.
O dia se conclui com a Missa, animada por cânticos interpretados em Fado, alma do povo português, como diz Maria Voce na saudação final: “Vivemos o primeiro dia em Portugal com uma alegria sempre crescente”; e, referindo-se às canções, evidencia o valor da interpretação.
Assim, recordando que Chiara Lubich convidava a interpretar na terra a parte de Jesus, faz augúrios de que emerja deste povo o “Jesus português”, dádiva para todos os outros povos. Acrescenta Giancarlo Faletti: “Foi um dia pleno de Deus… Temos muitos motivos para exultar!”. E a presidente ainda: “Agora vivemos a alegria. Agora Nossa Senhora canta mais uma vez o Magnificat”.
Do enviado especial Gustavo Clariá
Foto © M. Conceicao / M. Freitas
Video Cidadela Arco-Íris
17 Ago 2012 | Sem categoria
Durante o Genfest, encontro internacional dos jovens do Movimento dos Focolares, que acontecerá em Budapeste do dia 31 de agosto ao dia 2 de setembro, haverá também uma troca de experiências concretas nas quais jovens do mundo inteiro estão comprometidos há anos.
Antecipamos algumas delas que demonstram o empenho pessoal de estar na linha de frente, cada um no próprio ambiente, com os problemas e os desafios do dia-a-dia.
Na Colômbia, onde a chuva não dá trégua há mais de um ano, com mais de 500 pessoas mortas ou desaparecidas, e com cerca de 3 milhões de pessoas que sofreram perdas, os jovens começaram a trabalhar em Soacha, uma cidade na periferia de Bogotá, organizando com os adultos uma campanha para recolher alimentos e roupas. Receberam também 200 pares de botas e uma considerável quantidade de alimentos que distribuíram às mais famílias necessitadas. Atualmente a situação tornou-se ainda mais grave devido a doenças e problemas de convivência nos acampamentos, mas, os jovens colombianos continuam a buscar ajuda e a permanecer ao lado da sua própria gente.
Catania-Bujumbura: a ponte entre os jovens dessas duas cidades concretizou-se em um piano eletrônico. Durante uma conferência via “skype”, na qual a banda africana “Gen Sorriso” (que se apresentará também em Budapeste) cantou em kirundi, os jovens do Colégio Galilei, de Catânia, decidiram oferecer-lhes um teclado. Com este objetivo, começaram uma ação cujo título era “Um sorvete para o Burundi”. Na sucessiva coligação, houve um concerto virtual intercontinental de tam tam e violão (no Burundi) e piano, que ainda encontra-se em Catânia, mas é já propriedade da banda “Gen Sorriso”, do Burundi.
O desafio da diversidade – Jovens budistas e cristãos realizaram três simpósios com experiências e conferências cujos temas eram o empenho pela paz, viver e transmitir a Fé, criando assim uma rede de amizade e fraternidade inter-religiosa, intercultural e internacional.
Setenta e dois jovens, muçulmanos e cristãos de cinco países do Oriente Médio e do Norte da África se encontrarão pela primeira vez e, em Budapeste, em tempo recorde, deverão realizar juntos uma coreografia que cada grupo aprendeu estando nos seus respectivos países, graças às aulas virtuais passadas de um país a outro via Youtube.
Também os jovens da Índia estão na linha de frente: hindus do movimento ghandiano Shanti Ashram e cristãos trabalharam juntos durante vários meses preparando uma dança, no estilo clássico indiano, que deseja expressar a diversidade das religiões e castas existentes no país deles.
Apresentamos aqui somente algumas das diversas experiências feitas pelos jovens no âmbito do diálogo inter-religioso. Entre muitas, Num, budista da Tailândia tratará desse tema no Genfest, no dia 1° de setembro, enquanto que será um cristão de Nazaré e uma muçulmana de Jerusalém, que contarão aos 12.000 o que significa viver pela fraternidade no coração do conflito entre Israel e Palestina e sobre a difícil convivência de três religiões: hebraísmo, cristianismo e o islamismo.
Entre os 12.000 estarão também os jovens que não possuem uma crença religiosa, mas compartilham o compromisso de viver por um mundo mais unido.
Deve-se ainda considerar o projeto United World Project, concebido e desenvolvido pelos jovens dos Focolares e aberto à colaboração de todos, cujo lançamento da sua primeira fase será exatamente em Budapeste. Tal projeto tem como objetivo promover e evidenciar a fraternidade, já vivida por indivíduos, grupos e nações. Além disso, será criado um Observatório internacional permanente, reconhecido pela ONU.
Servizio Informazione Focolari – SIF
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The Genfest 2012 project has been funded with support from the European Commission.
This communication reflects the views only of the author, and the Commission cannot be held responsible for any use which may be made of the information contained therein.
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4 Jul 2012 | Sem categoria
O Movimento dos Focolares recorda o Patriarca de Constantinopla, Atenágoras I, com uma gratidão singular, pelo relacionamento privilegiado que teve com Chiara Lubich a quem recebeu 25 vezes. No 40º aniversário de seu falecimento, o Movimento promoveu momentos de comemoração em Istambul – onde Sua Santidade Patriarca Bartolomeu I recebeu uma nutrida delegação – e em Pádua, onde o metropolita Gennadios, da Itália e de Malta, saudou os participantes enviando uma mensagem. Chiara Lubich escreveu no jornal Avvenire do dia 13 de janeiro de 1972: «Atenágoras pode ser visto como protótipo da Igreja do Oriente, mas, admirando nele uma das mais excelsas personalidades cristãs atuais, pode ser considerado um símbolo da inteira cristandade, sofredora pelas divisões seculares que a transpassaram e desejosa da perfeita unificação. É uma das figuras da época atual que já pertencem à história e à Igreja (…). Foi este interesse comum que o impulsionou um dia a chamar-me a Istambul, quando soube que eu trabalhava, com o Movimento dos Focolares, pelo ecumenismo. Era o dia 13 de julho de 1967. Recebeu-me como se sempre me tivesse conhecido. “Eu a esperava!”, exclamou, e quis que lhe contasse sobre os contatos do Movimento com luteranos e anglicanos. “É algo grande conhecer-se – comentou –, vivemos isolados por muitos séculos, sem ter irmãos, sem ter irmãs, como órfãos! Os primeiros dez séculos do cristianismo foram para os dogmas e para a organização da Igreja. Nos dez séculos seguintes tivemos os cismas, a divisão. A terceira época, esta, é a do amor”. Ele pediu-me que mantivéssemos o contato. Lembro que não foram tanto as palavras que me disse naquela primeira audiência que me impressionaram, mas a sua figura, a atmosfera sobrenatural que o envolvia e que é sempre notada por todos os que o encontram. E, mais do que tudo, o seu coração: um coração tão grande, tão profundamente humano, que deixou-me com a dúvida se teria na vida encontrado outros assim. (…)». «Numa outra ocasião ele mostrou-me uma mensagem que havia endereçado especialmente ao Movimento dos Focolares. Entre outras coisas estava escrito: “Os três encontros com Paulo VI – em Jerusalém no dia 5 de janeiro de 1964, aqui em Istambul no dia 25 de junho de 1967 e em Roma no dia 26 de outubro de 1967 -, que constituem o sinal surpreendente e glorioso do triunfo do amor de Cristo e da grandeza do Papa, com firmeza de fé e de esperança, colocaram-nos definitivamente no caminho abençoado para a realização da vontade de Cristo, isto é, o reencontro no mesmo cálice do Seu sangue e do Seu corpo”».
Algum tempo depois, falando sobre ele, Chiara confidenciou: «Existia com o Patriarca um relacionamento muito profundo, também porque eu conhecia muito bem Paulo VI. Já que era possível para mim ter um contato pessoal com o Santo Padre, passei, involuntariamente, a ser um meio através do qual o Patriarca podia comunicar-se oficiosamente com o Papa». Dois dias após o seu falecimento Chiara escreveu uma carta às jovens gerações do Movimento dos Focolares: «Temos no céu um enorme protetor do nosso Movimento. O último relatório que mostrei a ele, dois meses atrás, foi sobre as “Jornadas Gen”, com as impressões dos participantes. Ele me disse: “Sabe quem são os gen?”, e continuou: “Ama”, aludindo à canção “Ama e entenderás”. Gostaria que este fosse o testamento que ele deixa ao nosso Movimento, o constante apelo que nos dirige agora, do Céu. Desde quando soube da sua morte uma pergunta retorna à minha mente: “Por que procurai entre os mortos aquele que está vivo?” (Lc 24,5). Sim, está vivo, e nós o sentimos. Vou, para estar ao lado do seu corpo mortal até o último momento. Levarei a ele a saudação de vocês. Falarei da gratidão por ter-nos amado tanto assim, por ter acreditado e agido – até no impossível – pela unidade. E pedirei que esteja sempre ao nosso lado para sugerir-nos: Ama!».
3 Jul 2012 | Sem categoria

Máté
Por que você participa do Genfest?
Leandro: “Participar do Genfest sempre foi um sonho para mim, e finalmente vai tornar-se realidade. Quero entrar na história e dizer: eu estava lá.
Paola: “Estou convencida de que será a ponta do iceberg de muita vida! Não um spot, mas a expressão de algo que já existe: um pujante retrato de vidas, que vai me lembrar que não estou sozinha e que dará coragem a todos para continuar a construir um mundo mais unido”.
Maté: “Eu me casei com Klari no verão do ano passado. O Genfest será uma ocasião para viver juntos, unidos a tantos outros jovens, e ser um dom uns para os outros”.
O título “Vamos construir pontes”, o que suscitou em você?

Paola
Leandro: “Construção de relacionamentos, canais de comunicação. Suscita e coloca em ação todos os meios que tenho para estabelecer uma relação, o que me impele em direção aos outros”.
Paola: “Força, ousadia e esperança!”
Máté: “Uma ponte é muito grande e é difícil de ser construída. Esse título me leva a não ter medo das dificuldades; se quero amar e faço a minha parte Deus me ajudará, como um engenheiro ‘sobrenaturalmente’ profissional!”.
Faltam dois meses para o Genfest: como você está se preparando e com quem você irá?

Leandro
Leandro: “Quando vou à Missa peço a Deus que tudo corra bem, inclusive na preparação. Da região de São Paulo seremos cerca de 180”.
Paola: “São os meses mais corridos e a minha intenção é não deixar passar um dia sem falar a alguém sobre o Genfest, e sem rezar por ele. Mas lembrando de que o Genfest não termina lá. O objetivo não é o ‘número’. A prioridade continua sempre a ser o amor, juntos continuar a amar… o que é a característica da nossa vida Gen”.
Máté: Eu estou me preparando tentando amar a todos, e começar por quem está mais perto de mim. Klari, os colegas de trabalho, os amigos do time de basquete…”.
Qual será o seu kit de sobrevivência nos dias do Genfest?
Leandro: “Mochila, máquina fotográfica, alguma coisa para comer, o meu celular ligado nas redes sociais (quero dizer a todos que estou num evento como esse!), e muitas garrafas de água!”.
Paola: “É… nisso eu ainda não tinha pensado! Acho que levo o entrosamento com todas as pessoas com quem trabalhamos nestes meses para preparar o Genfest, isso vai valer mais do que muitas palavras! Chiara Lubich dizia que não se constrói nada de válido sem o sacrifício; e recordar o que vivemos na preparação irá nos ajudar nas possíveis incertezas, e será a garantia de que estamos juntos”.
Trechos da entrevista publicada na edição especial do Noticiário Gen 5-6, maio-junho 2012.
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The Genfest 2012 project has been funded with support from the European Commission.
This communication reflects the views only of the author, and the Commission cannot be held responsible for any use which may be made of the information contained therein.
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