Movimento dos Focolares

[:fr]Que cette année soit l’Année du Oui

Que seja o Ano do Sim!

«Eu desejo a todos um Natal rico de dons e de alegria, sobretudo de dons do Céu.

Com a alma cheia de gratidão pelo ano que se conclui, desejo que o ano de 2015 seja “o ano do Sim!”. Significa pronunciar um sim alegre, pleno diante de cada situação. Um sim repetido infinitas vezes: sim a Deus que nos pede algo imprevisto; sim ao próximo que precisa do nosso amor concreto; sim a uma dor inesperada; sim a Jesus que nos espera na humanidade para ser acolhido, transformando o sofrimento em alegria, em vida e ressurreição. Sim sempre! Que este ano se eleve de todos nós um “sim em coro, coletivo” para que o mundo sorria com a mesma alegria que Jesus nos doa. Felicidade para todos!». Maria Voce (Emmaus)


Que seja o Ano do Sim!

Que seja o Ano do Sim!

Emmaus_pt

«Eu desejo a todos um Natal rico de dons e de alegria, sobretudo de dons do Céu.

Com a alma cheia de gratidão pelo ano que se conclui, desejo que o ano de 2015 seja “o ano do Sim!”. Significa pronunciar um sim alegre, pleno diante de cada situação. Um sim repetido infinitas vezes: sim a Deus que nos pede algo imprevisto; sim ao próximo que precisa do nosso amor concreto; sim a uma dor inesperada; sim a Jesus que nos espera na humanidade para ser acolhido, transformando o sofrimento em alegria, em vida e ressurreição. Sim sempre! Que este ano se eleve de todos nós um “sim em coro, coletivo” para que o mundo sorria com a mesma alegria que Jesus nos doa. Felicidade para todos!». Maria Voce (Emmaus)


[:de]2015: Ein Jahr des Ja

Que seja o Ano do Sim!

«Eu desejo a todos um Natal rico de dons e de alegria, sobretudo de dons do Céu.

Com a alma cheia de gratidão pelo ano que se conclui, desejo que o ano de 2015 seja “o ano do Sim!”. Significa pronunciar um sim alegre, pleno diante de cada situação. Um sim repetido infinitas vezes: sim a Deus que nos pede algo imprevisto; sim ao próximo que precisa do nosso amor concreto; sim a uma dor inesperada; sim a Jesus que nos espera na humanidade para ser acolhido, transformando o sofrimento em alegria, em vida e ressurreição. Sim sempre! Que este ano se eleve de todos nós um “sim em coro, coletivo” para que o mundo sorria com a mesma alegria que Jesus nos doa. Felicidade para todos!». Maria Voce (Emmaus)


Serra Leoa: com os doentes de Ébola

A grave epidemia do Ébola difundiu-se em particular na Guiné Conakry, na Libéria e em Serra Leoa, com graves perdas para a população local, como noticiam os meios de comunicação. A AMU, ong ligada ao Movimento dos Focolares, está comprometida de vários modos na luta contra o vírus. Pedimos a Stefano Comazzi, um dos responsáveis da organização, para nos falar sobre as suas atividades.

«Na realidade a situação é muito mais dramática do que aquela geralmente divulgada, com a epidemia ainda fora do controle. Tudo isto tem um impacto muito grave na vida de milhões de pessoas, com a restrição de viagens, a redução do comércio com a consequente escassez de gêneros alimentícios, impedimentos aos estudos e às atividades de trabalho… Sem falar no luto nas famílias atingidas, onde muitas vezes falta a força para sustentar os mais fracos».

A epidemia em números. «Até hoje, afirma Stefano, uma contagem precisa não é possível, porque muitos casos fogem das estatísticas, e também porque a epidemia avançou das zonas rurais até as cidades grandes, onde a alta densidade populacional e a miséria das condições de vida, favorecem muito a difusão do contágio».

Um drama no drama. Como se sabe, «entre os primeiros a pagar em primeira pessoa estão precisamente os operadores sanitários que, no esforço para conter a infeção, por sua vez foram atingidos, muitas vezes com consequências letais, empobrecendo as estruturas sanitárias, que já antes contavam com recursos muito limitados, e hoje muitas vezes são incapazes de enfrentar esta calamidade. Além disso, também a pobreza dos meios e a falta de equipamentos adequados e de material sanitário determinaram o fecho de muitas estruturas sanitárias que, ao invés de ser uma barreira para a difusão da epidemia, tornaram-se paradoxalmente um motivo de incremento».

Serra Leoa. Uma sorte semelhante teve o hospital diocesano católico de Makeni “Holy Spirit” na Serra Leoa, localidade onde trabalha há anos Padre Carlo  Di Sopra, pioneiro da espiritualidade da unidade no país africano e da viva comunidade dos Focolares.

Padre Carlo, com os outros religiosos da sua congregação e com toda a diocese de Makeni, esforça-se para que o hospital possa retomar plenamente as suas atividades. «Neste momento, a nossa estrutura pode oferecer apenas um serviço ambulatorial limitado. Porém, estamos trabalhando para fazer alguns trabalhos de reestruturação urgentes para torná-lo mais adequado aos novos desafios, em particular com a aquisição e a instalação de um laboratório médico especializado para o combate das doenças infecciosas, num ambiente novo. Com a esperança de que a emergência do Ébola não tarde para chegar ao fim, este laboratório poderá continuar a servir a população local na prevenção e no tratamento de muitas outras doenças que se encontram localmente (AIDS, hepatite C, malária, etc.)», conta o sacerdote.

Projeto. Esta ação insere-se num amplo projeto coordenado pela Caritas e com a ajuda de outras associações num plano integrado de assistência ativa, em Serra Leoa e também na Guiné Conakry e na Libéria.

Os jovens na primeira linha. «Existem outras atividades de ajuda concreta e imediata, sustentadas pela comunidade do Movimento dos Focolares, para os doentes e os seus familiares, conclui Stefano Comazzi. Em particular para os que estão em quarentena e que receberão ajuda com os contributos angariados para esta emergência».

Para dar a própria contribuição pode-se utilizar a seguinte conta corrente:

Banca Popolare Etica – Filial de Roma

código IBAN: IT16 G050 1803 2000 0000 0120 434

código SWIFT/BIC: CCRTIT2184D

intestado à Associazione Azione per un Mondo Unito Onlus

Finalidade: Emergenza Ebola

7 de dezembro: um “Sim” de 1943 até hoje

Ela disse (pergunta em espanhol): « “Pode nos contar o que sentiu no seu coração quando você foi comprar o leite?”».

«Oi, Chiara, sou Daniele e venho de Turim. “O que Jesus lhe disse naquele dia em que você foi comprar o leite para a sua mãe?” Esta pergunta é de Pedro do Brasil».

Chiara: Então me perguntam o que aconteceu quando eu fui comprar o leite.

A história foi assim. Estávamos em casa: eu, duas irmãzinhas e a minha mãe. Era inverno e fazia muito frio. A minha mãe disse às minhas irmãzinhas, pois eu estava estudando: “Crianças vão comprar o leite!”. E uma delas disse: “Não”, porque estava cansada; a outra irmãzinha disse: “Não”, porque estava cansada.

Então eu, embora tivesse que estudar, senti um grande impulso a fazer um ato de amor e disse: “Vou eu, mãezinha, comprar o leite com a garrafa!”. E fui.

Quando eu estava no meio do caminho, exatamente num lugar que se chama “Nossa Senhora Branca” (ali está escrito, não sei se todos veem), senti dentro do meu coração, não com os ouvidos mas no coração, como se Jesus me dissesse: “Doe-se toda a mim; seja toda minha; doe-se toda a mim”. Eu respondi: “Sim”! E experimentei uma grande, grandíssima alegria.

Depois compreendi que, quando fazemos atos de amor, acontecem coisas maravilhosas. Eu fiz este ato de amor de ir comprar o leite e Jesus me chamou, me chamou para segui-lo sempre. Esta é a resposta..

«Olá, Chiara. Eu me chamo Estêvão. “Como você se doou a Deus?” Esta pergunta é de Mário da Colômbia”  “Quando você desposou Jesus o que sentiu no coração?” Esta pergunta é de Mariela do Paraguai».

Chiara :Então devo explicar o que aconteceu quando eu me doei toda a Deus, quando desposei Deus.Aconteceu assim. Era uma manhã fria também aquela e estava caindo uma chuva que não imaginam. A minha sombrinha estava aberta, mas devia empurrá-la contra o vento, contra a tempestade, contra tudo. Parecia que o demônio não quisesse que eu me consagrasse a Deus, pois ele sabia que ia nascer o Movimento. Então ele tentava me impedir de fazer aquele ato que eu queria fazer, mas continuei a caminhar com coragem.

Quando cheguei perto da igreja onde eu devia entrar para doar-me toda a Deus durante a Missa, o portão se abriu sozinho. Ali tive a impressão de que Deus me abraçasse, que abrisse o seu coração para que eu entrasse.

Perto do altar prepararam um genuflexório para mim. Então eu me sentei, assisti a Missa e na hora da comunhão disse a Jesus: “Sou toda tua”.

O que experimentei no meu coração naquele momento? Uma enorme felicidade, porque sabia que desposava Deus e pensei: “Mas se eu me casei com Deus o que pode acontecer? Deus é  todo-poderoso, Deus é grande, é infinito. O que vai acontecer?” Eu não sabia que ia nascer um Movimento no mundo inteiro. Mas Deus me fez entender que aconteceria algo grande.

Depois voltei para casa. A minha mãe e o meu pai não sabiam de nada; as minhas irmãs e o meu irmão também não sabiam. Pelo caminho, numa praça, encontrei um senhor que vendia flores. Eu tinha pouco dinheiro no bolso, só algumas moedas. Peguei o que tinha, comprei três cravos vermelhos e, quando cheguei em casa, coloquei-os diante do crucifixo. Isso foi tudo.

O Movimento começou assim. Depois de mim vieram muitas, muitas outras pessoas e também vocês.

Chiara Lubich

Texto

Vídeo em italiano e Inglês