Movimento dos Focolares
Concluído o caminho da pré-Assembleia

Concluído o caminho da pré-Assembleia

O “caminho da pré-Assembleia”, em preparação para a Assembleia Geral do Movimento dos Focolares, que terá início em 1º de março de 2026, em Castel Gandolfo, Itália, foi concluído. Participarão da Assembleia representantes escolhidos das diversas áreas geográficas, das diversas ramificações e movimentos; membros por direito (aqueles que fazem parte do atual governo, Conselho Geral e Delegados nas áreas geográficas); e aqueles convidados pelo Presidente.

Entrevistamos Cynthia Chammas, uma jovem de Damasco (Síria), que participará da Assembleia junto com outros jovens como representante do Movimento Gen.

Ative as legendas e escolha o idioma desejado.

Foto: © Joaquín Masera – CSC Audiovisivi

Relatório 2025: da norma à cultura

Relatório 2025: da norma à cultura

Em 2025, o Movimento dos Focolares deu novos passos para tornar estrutural e verificável o compromisso com a proteção da pessoa, com especial atenção aos menores e aos adultos em situação de vulnerabilidade. Três foram as linhas de ação trabalhadas:

  • consolidação das normas;
  • fortalecimento organizacional;
  • crescimento formativo e cultural.

No aspecto normativo, o Movimento redigiu e aprovou a Política de Proteção da Pessoa no Movimento dos Focolares, que entrou em vigor em 1º de janeiro de 2026. A Política reúne valores, responsabilidades e práticas, conecta protocolos e diretrizes, define normas de conduta, critérios para ambientes seguros e uma atenção clara às pessoas que sofreram abuso, prevendo escuta, acompanhamento e – nos casos estabelecidos – medidas de apoio e reparação.

No plano organizacional, em 2 de setembro de 2025 foi criado o Departamento para a Proteção da Pessoa, com a função de coordenar as atividades de proteção, monitorar compromissos e prazos, supervisionar as comunicações oficiais e oferecer suporte aos responsáveis territoriais. Para apoiar esse trabalho, funciona a Mesa de consultoria e ação, um organismo composto por especialistas nos campos da formação, da comunicação, do direito, do acompanhamento e pessoas vítimas de abusos. A sua tarefa é avaliar a coerência das ações empreendidas com os valores fundamentais do Movimento dos Focolares, propor orientações e planos estratégicos e favorecer a colaboração com especialistas e redes externas, garantindo uma atualização constante sobre as normas vigentes e as melhores práticas em matéria de proteção.

Vea y descargue el Informe 2025 haciendo clic en la imagen

Em diálogo com a Igreja Católica, no biênio 2024-2025, desenvolveu-se uma colaboração com a Pontifícia Comissão para a Proteção dos Menores (PCTM). A Comissão examinou o nosso Protocolo para a gestão de casos de abuso, formulando várias observações; além disso, solicitou informações para incluir em seu Relatório Anual 2024 sobre uma análise das políticas do Movimento. As recomendações da PCTM deram início a um processo de implementação já parcialmente concluído (incluindo a publicação do Regulamento Interno da Comissão Central Independente e a prestação de contas dos recursos dedicados) e, para a parte restante, em fase de definição ou desenvolvimento (integrações a serem feitas nos Estatutos Gerais do Movimento dos Focolares, ferramentas informáticas e canais institucionais para a confidencialidade dos dados).

O compromisso com uma formação dedicada à proteção integral da pessoa foi ilustrado em um primeiro documento que oferece uma síntese dos cursos e intervenções no biênio 2024-2025. Os dados mostram o trabalho para uma difusão cada vez mais capilar da formação, o fortalecimento das comissões e dos referentes locais e, ao mesmo tempo, evidenciam algumas criticidades sobre as quais é necessário intervir: continuidade da formação, adaptação intercultural dos materiais e melhoria dos fluxos comunicativos.

O conjunto dessas medidas – Política, Departamento de Proteção, colaboração com a PCTM, formação e transparência na prestação de contas – expressa a vontade de prosseguir com determinação no caminho da prevenção, da responsabilidade compartilhada e da escuta das pessoas que sofreram um abuso, na convicção de que a proteção é parte integrante da missão do Movimento e um serviço ao bem comum.

Nessa perspectiva, as palavras que o Santo Padre dirigiu aos participantes do

encontro “Construir comunidades que protejam a dignidade” ressoam também para o

Movimento dos Focolares como uma indicação a ser seguida:

“Portanto, aprecio e encorajo o vosso propósito de compartilhar experiências e percursos de aprendizagem sobre o modo como prevenir todas as formas de abuso e prestar contas, com verdade e humildade, dos caminhos de tutela empreendidos. Exorto-vos a levar em frente este compromisso a fim de que as comunidades se tornem cada vez mais exemplo de confiança e diálogo, onde cada pessoa seja respeitada, ouvida e valorizada.

Onde se vive a justiça com misericórdia, a ferida transforma-se em fenda de graça”. [1]

Stefania Tanesini

Entrevista a S. Ex.ª Dom Alí Herrera, Secretário da Pontifícia Comissão para a Tutela dos Menores da Igreja Católica

Descargar el Informe 2025


[1] Mensagem do Santo Padre Leão XIV aos participantes do encontro “Construindo Comunidades que Protegem a Dignidade”, promovido pela Pontifícia Comissão para a Proteção de Menores. Roma, 15 de novembro de 2025.

O caminho da pré-Assembleia

O caminho da pré-Assembleia

Estamos em andamento do “Percurso da Pré-Assembleia”, em preparação para a Assembleia Geral do Movimento dos Focolares, que terá início no dia 1º de março de 2026, em Castel Gandolfo, Itália. Participarão representantes escolhidos nas diversas áreas geográficas, das diversas ramificações e movimentos; os membros de direito (aqueles que fazem parte do atual governo, Conselho Geral e Delegados nas áreas geográficas); e aqueles convidados pela Presidente.

Entrevistamos o professor Vincenzo Di Pilato, docente de Teologia Fundamental e membro da Comissão Preparatória para a Assembleia Geral de 2026, sobre o percurso preparatório e a sua experiência pessoal.

Ative as legendas e escolha o idioma desejado.

Foto da capa: © Joaquín Masera – CSC Audiovisivi

Percurso pré-assembleia: um caminho de conversão e partilha

Percurso pré-assembleia: um caminho de conversão e partilha

“Minha oração, meu desejo é que estes meses que temos pela frente possam ser verdadeiramente meses de crescimento espiritual, de conversão (…), conversão pessoal, mas também conversão coletiva (…). Que haja esse amor recíproco, que nos torna livres para poder dar tudo e poder ter estima uns pelos outros, respeito uns pelos outros, sabendo que cada um de nós tem ideias diferentes, perspectivas diferentes, ideias diferentes sobre a Obra, sonhos diferentes… Mas – e essa é a minha confiança – que juntos possamos ter essa luz, juntos possamos permitir que o Espírito Santo guie esta nova etapa da Obra”.

No dia 7 de dezembro passado, por ocasião do retiro anual dos focolarinos e focolarinas em Castel Gandolfo (Roma), Margaret Karram, presidente do Movimento dos Focolares, ao saudar todos os presentes, pronunciou estas palavras, convidando cada um a dirigir o olhar para a Assembleia Geral que se realizará em março de 2026 (AG2026), como uma etapa de um caminho que continua e leva adiante a história do Movimento dos Focolares.

Chiara Lubich, fundadora do Movimento dos Focolares, quis incluir nos Estatutos Gerais uma premissa “a todas as demais regras”, que certamente se aplica também à Assembleia Geral, pois, ainda hoje, um órgão de governo só pode estar enraizado no amor recíproco: “A mútua e contínua caridade, que torna possível a unidade e atrai a presença de Jesus na coletividade, é, para as pessoas que fazem parte da Obra de Maria, a base de suas vidas em todos os seus aspectos.”.

Como anunciamos em um artigo anterior, após as várias Assembleias que se realizaram nas Regiões do mundo, em novembro de 2025 foi concluída a fase de consulta sobre as propostas de temas e mudanças nos Estatutos e a primeira fase da consulta sobre a indicação dos nomes. A lista dos participantes e convidados foi concluída e agora é definitiva.

A partir do dia 20 de dezembro de 2025, o caminho de preparação continuará com uma série de encontros denominados caminho pré-assembleia, dirigidos especialmente àqueles que participarão como membros eleitos, de direito, suplentes e convidados para a AG2026.

Trata-se, especificamente, de cinco encontros via Zoom, nos quais os interessados poderão aprofundar os seguintes temas:

20 de dezembro de 2025: “Conversação no Espírito”

17 de janeiro de 2026: “Como se preparar e como viver na Assembleia”

31 de janeiro de 2026: “Apresentação das propostas relativas aos Estatutos Gerais”

7 de fevereiro de 2026: “Principais temas emergentes”, 1ª parte

21 de fevereiro de 2026: “Principais temas emergentes”, 2ª parte

“Um momento de preparação, de discernimento, mas sobretudo de partilha, que envolverá muitas pessoas das mais diversas partes do mundo”, afirma a Comissão Preparatória da Assembleia (CPA). “É emocionante. Os participantes da Assembleia vão se encontrar pela primeira vez. Certamente, há muitos desafios relacionados à distância física, linguística e cultural, mas isso reflete a intenção do caminho, ou seja, a construção da unidade. É um momento no qual se começa realmente a fazer a experiência da Assembleia, no qual essa realidade começa a se concretizar”.

O objetivo deste caminho pré-assembleia é ajudar os participantes a chegarem mais preparados para a Assembleia, em primeiro lugar por meio da formação à Conversação no Espírito, que será adotada como metodologia em alguns momentos.

Um dos encontros será dedicado à explicação prática de como funciona a Assembleia e aos requisitos normativos a serem cumpridos, mas também à atitude espiritual que deve ter quem participa, conscientes de que cada um representa a sua realidade, as suas comunidades e áreas geográficas, mas com o olhar aberto para a Obra na sua globalidade. Haverá também um foco nas propostas de alterações aos Estatutos Gerais a serem apresentadas na Assembleia. Os dois últimos encontros de fevereiro, dedicados aos principais temas que surgiram nas consultas, serão posteriormente disponibilizados a todos os membros do Movimento.

“Este caminho da pré-assembleia que se abre não é uma fase isolada rumo à AG2026 – afirma Ángel Bartol, coordenador da CPA –, mas sim uma nova fase, um instrumento para acompanhar e continuar caminhando juntos. É como ir ampliando uma imagem, ou seja, aos poucos vamos focando a experiência que se deseja realizar. Neste caminho de aproximação, além de conhecer o que é importante para toda a Obra no mundo, também é importante “conhecer-se”, conhecer as pessoas que podem ocupar cargos eletivos, a sua visão, entrar em uma dimensão de escuta e acolhida. Um caminho – continua Bartol – no qual é importante deixar-se converter e purificar para descobrir o que Deus quer de nós hoje”.

Preparar-se para a Assembleia é, portanto, um caminho que se deseja percorrer, propondo-se dia após dia a viver o amor recíproco, a ponto de merecer a presença de Jesus entre nós; colher o fruto de um trabalho que durou meses e que reúne uma pluralidade de vozes, ideias, pessoas e se torna expressão real não de um indivíduo, mas de um corpo, de uma família inteira [presente] no mundo, que caminha junto em direção ao futuro.

Maria Grazia Berretta

50 anos do Movimento Diocesano: um rastro de luz

50 anos do Movimento Diocesano: um rastro de luz

Há 50 anos, em Ascoli Piceno, uma cidade no centro da Itália, dois sacerdotes focolarinos, padre Pino e padre Mario, decidiram começar juntos uma atividade comum de apostolado, propondo alguns encontros para os jovens. Surpreendentemente, depois de algumas semanas, havia centenas de jovens participando dos encontros, desejando viver o Evangelho no cotidiano. Estava nascendo o Movimento Diocesano, expressão do Movimento dos Focolares que tinha e tem a missão de animar, por meio da espiritualidade da unidade do Movimento dos Focolares, as articulações da Igreja local. Um Movimento que, nesses 50 anos, viu realizar-se obras de Deus nas dioceses e nascer muitas vocações na vida sacerdotal, leiga e religiosa.

Nos dias 13 e 14 de dezembro de 2025, ocorreu na cidade uma cerimônia comemorativa com a presença de Margaret Karram e Jesùs Moràn – presidente e copresidente do Movimento dos Focolares – do cardeal Giuseppe Petrocchi, cofundador do Movimento Diocesano com Chiara Lubich, vários bispos, sacerdotes focolarinos e focolarinas do local.

“O relacionamento que tenho com o Movimento Diocesano é positivo porque aqui em Ascoli está muito enraizado”, afirmou o monsenhor Gianpiero Palmieri, bispo da diocese, durante o encontro com Margaret e Jesùs. “Os sacerdotes, leigos, diáconos do Movimento Diocesano contribuem na vida da nossa diocese em sua missão evangelizadora e missionária. O que o Movimento Diocesano pode dar a mais e que dará, no presente e no futuro, é justamente essa contribuição segundo o seu Carisma, que é aquele da unidade, da evangelização com a capacidade de dialogar com todos.”

Na tarde do dia 13 de dezembro, as comunidades do Movimento dos Focolares de Ascoli Piceno, Teramo, Fermo, Pesaro, Macerata e Cuneo – dioceses no norte da Itália, onde o Movimento Diocesano nasceu recentemente, se encontraram. “Sempre me surpreende a vivacidade e a alegria das comunidades de vocês”, afirmou Margaret, “porque vocês souberam ultrapassar as portas das igrejas, das paróquias e formar redes com pessoas e organizações leigas das suas cidades, demostrando coerência na escolha evangélica, multiplicando iniciativas de aproximar-se dos últimos, dos imigrantes, dos marginalizados. Graças à fidelidade de muitos de vocês, hoje podemos dizer que o Movimento Diocesano é uma graça para a Igreja e para a Obra de Maria”. E Jesùs acrescentou: “O Movimento Diocesano é fruto do gênio eclesial de Chiara Lubich. É a capacidade de fazer nascer a Igreja em um grupo de almas da comunidade. Aqui, em Ascoli, vimos e experimentamos isso. Chiara, com seu gênio eclesial, fez nascer uma comunidade, toda a Igreja a serviço da Igreja”.

O Cardeal Giuseppe Petrocchi , conhecido por todos como padre Pino, refez o percurso de algumas etapas do início, colhendo os sinais do Espírito Santo. Depois, acrescentou: “A espiritualidade da unidade que o Senhor deu a Chiara Lubich e seu testemunho oferecem uma intensa luz carismática também para explorar inéditos horizontes teológicos, pastorais e sociais, tendo ao nosso lado a humilde Virgem de Nazaré, como mãe, mestra e modelo. Para ela e com ela elevamos o nosso Magnificat de louvor e reconhecimento. Vocês, hoje, são esse Magnificat”.

Nos vários testemunhos dados por alguns membros das várias comunidades locais, transpirava a experiência da Igreja-comum, do saber colocar laços de caridade entre estruturas e membros das Igrejas locais, entre carismas e ministérios e com todos.

No dia 14 de dezembro, no prestigioso teatro da cidade, houve uma mesa redonda intitulada “O Carisma do Movimento Diocesano na Igreja e na sociedade hoje”. Participaram do evento instituições leigas e religiosas com o prefeito e o bispo, e também alguns representantes de movimentos e associações católicas e de outras Igrejas, e vários cidadãos que desejavam conhecer mais.

O monsenhor Piero Coda,secretário geral da Comissão teológica internacional da Santa Sé, afirmou em sua fala inicial: “O Movimento Diocesano se credita como um original e propicia um tempestivo ‘aterramento elétrico’ da renovação endereçada pelo Concílio a partir do reconhecimento e da valorização da Igreja local, a diocese, como lugar concreto e insubstituível de experiência comunitária do Evangelho no exercício da sua profética encarnação a nível cultural e social. E com o coração e a mente abertos a todos: em sintonia com o espírito do Vaticano II e do carisma da unidade, podem fazer parte do Movimento Diocesano cristãos de outras Igrejas ou Comunidades Eclesiais e podem participar pessoas de outras religiões e pessoas de convicções não-religiosas. Tudo isso não é entusiasmante?”

Portanto, o Movimento Diocesano pode ser uma ponte entre o Evangelho e a cidade e entre seus vários componentes sociais. “É esse o seu alcance hoje”, adicionou Margaret, “cuidar e criar laços, abrir caminhos de missão nas nossas Igrejas e nos muitos contextos civis e cívicos: tudo começa pelo amor recíproco que, se vivido, gera mais comunhão na Igreja, mais fraternidade nos nossos ambientes, mais esperança para o mundo”.

Uma experiência que nasceu há 50 anos não por acaso, mas graças a um percurso que alimentou a alma da comunidade local em Cristo. “Chiara Lubich não fundou o Movimento Diocesano por acaso”, disse Jesùs Moràn. “Ela viu na experiência que estava sendo desenvolvida na Igreja desta cidade (Ascoli) nos anos 70, o timbre indelével da sua alma eclesial, do seu carisma. Chiara pode reconhecer porque aqui, mesmo por meio daquele grupo de sacerdotes e jovens, a Igreja de Ascoli estava experimentando Cristo em si mesma. Assim foi e assim deverá ser sempre”.

O Movimento Diocesano já nos anos 70 estava começando um processo de sinodalidade na Igreja local. E hoje pode e deve ser um instrumento a fim de que o caminho sinodal que a Igreja está percorrendo se transforme em vida nas Igrejas locais. Mas “a sinodalidade da Igreja precisa de mais que preparar aulas doutrinais e palestras existenciais”, afirmou o Cardeal Giuseppe Petrocchi em sua fala. “O Movimento Diocesano nesse sentido pode ser um laboratório onde se aprende a viver essa comunhão assim como o Espírito Santo a desenha diante do nosso olhar na Igreja de hoje.”

“Eu sou um daqueles jovens que conheceram o ideal da unidade do Movimento dos Focolares em Ascoli por meio do Movimento Diocesano”, afirmou Luigino Bruni, economista e docente universitário. “Ia à paróquia porque estava procurando Deus. A experiência daqueles anos, eram cerca de 200 jovens, era muito intensa, rica de idealismo. Não se entrava em um Movimento, mas no futuro da Igreja e do mundo. De Ascoli sentíamos que estávamos mudando a Igreja, o mundo, a economia, tanto que escolhi tudo isso nos anos posteriores.”

“Impressiona ver, no cotidiano do Movimento Diocesano, gerações diversas vivendo e trabalhando juntas para sustentar e contribuir para a vida nas paróquias”, disse Marie Therése Henderson, do focolare de Ancona. “Ver no relacionamento entre leigos e sacerdotes, aquela realidade simples e profética que a Igreja espera: a dimensão da sinodalidade, da unidade, própria da Igreja mesmo.”

As falas foram intercaladas com momentos artísticos de Alessandro Cappella, Enrico Mazzuca, Silvia Capponi, Elena Piermarini, Laura Ubaldi.

Lorenzo Russo
Fotos: © Joaquín Masera-CSC Audiovisivi