3 Mai 2019 | Sem categoria
É Homs a primeira etapa da viagem da presidente e do copresidente dos Focolares à Síria. O encontro com a pequena comunidade que permaneceu na cidade, apesar da guerra, e que agora não se poupa na reconstrução humana e social do próprio país. Quando perguntamos quais seriam os maiores desafios, a resposta nos desconcerta: “Se respondemos ao ódio com o amor, parecemos fracos e isto não é fácil suportar nem transmitir aos nossos filhos. Mas as pessoas ao nosso redor não sabem que o amor é a arma mais potente”.
Quem afirma isto é uma jovem mãe de família de Homs, terceira cidade da Síria, entre as mais atingidas e destruídas durante a guerra civil. É a primeira etapa da viagem de Maria Voce e Jesús Moran, presidente e copresidente do Movimento dos Focolares a estas terras que mostram as feridas da guerra, mas que também começam a se reerguer do pó. Na tarde do dia primeiro de maio, uns quinze membros da comunidade mais antiga dos Focolares na Síria se reuniram no centro dos Jesuítas. Estão felizes por se encontrarem com a presidente e o copresidente que vieram – como disse Maria Voce antes de partir – conhecer, confortar e dar esperança. Mas já neste primeiro encontro parece que os papéis estejam se invertendo e que sejam estas pessoas, que permaneceram na Síria apesar dos grandíssimos riscos, que ofereçam esperança, alegria e coragem a quem tem a sorte de as ouvir. Com desconcertante limpidez e autenticidade, contam como viveram e sobreviveram a um tempo tremendo, em que não poucos deles perderam tudo, porém mantendo viva a fé num Deus que é amor e dando provas disto numa cotidianidade feita de bombas, destruição e morte.
“Sempre procuramos ser, com a nossa vida, Evangelho vivo” – diz um deles – “porque a espiritualidade do Focolare pôs dentro de nós uma semente diferente que foi cultivada por quem nos acompanhou e parece que frutificou, porque as pessoas ao nosso redor percebem que em nós há algo diferente”. E não se trata apenas do fato de terem permanecido numa semelhante situação ou do fato de terem a coragem de reconstruir a própria existência. Muitos desta pequena comunidade de cerca de 50 pessoas agora estão empenhados em projetos concretos para ajudar o próprio povo: apoio a doentes de câncer, acompanhamento fisioterapêutico e psicológico de pessoas com traumas de guerra, assistência pedagógica para estudantes das escolas elementares e médias com cursos de formação ética. “Vocês mantiveram viva a chama do Evangelho”, lhes diz Maria Voce não sem viva emoção. “E entenderam um dos pontos fundamentais da nossa espiritualidade, isto é, que o segredo do amor verdadeiro está no amor a Jesus que, na cruz, grita o abandono. É realmente uma graça para nós, termos nos encontrado com vocês”.
Joachim Schwind
1 Mai 2019 | Sem categoria
“Into The Label” (dentro da etiqueta) é uma das ações propostas pela Semana Mundo Unido; oferece a todos a possibilidade de fazer a diferença no próprio ambiente e escolher qualidade, produção ética e responsabilidade social.
Marquem a data: 11 de maio próximo, a poucos dias da conclusão da Semana Mundo Unido (1º a 7 de maio de 2019), será o dia de “Into The Label”, literalmente: dentro da etiqueta, isto é, aquele em que poderemos exercer o “voto com a carteira”. Trata-se de uma das ações principais, promovida pelos Jovens por um Mundo Unido dos Focolares para esta edição de 2019, um exercício de “democracia econômica”, como o definiu o seu iniciador, o economista italiano Leonardo Becchetti. Vejamos do que se trata e como podemos participar. “O voto com a carteira exprime a soberania do consumidor – explica Becchetti – o qual decide usar o seu poder de comprar e de economizar para premiar ou, ao contrário, punir empresas e/ou países responsáveis ou irresponsáveis do ponto de vista social e ambiental. Muitos dos problemas que temos, como diz inclusive o Papa Francisco, são reconduzíveis a um sistema econômico errado, não mais em condições de resolver os problemas das pessoas e ligados ao meio ambiente. A solução é criar um novo modelo econômico sustentável, inclusivo e participativo”, continua o economista, “mas o único modo de fazê-lo é construí-lo a partir da base, juntos. Eis o que é o voto com a carteira: tornar-se consumidores responsáveis, conscientes do nosso papel e do poder de premiar com as nossas compras as empresas que lucram respeitando os trabalhadores, os clientes e o meio ambiente. É o poder de valorizar e escolher as empresas líderes na sustentabilidade social, ambiental e fiscal». Portanto, a proposta dos jovens dos Focolares impele na direção de fazer escolhas de compra mais éticas e em apoio a empresas economicamente e socialmente responsáveis. Mas como acontece este voto?
As “locações” são os supermercados, onde é proposto aos clientes que participem de um laboratório com a duração de umas 2 horas. São preparados cartazes, urnas e autênticas cédulas eleitorais. O experimento apresenta os candidatos que são uma amostra de produtos subdivididos em 5 categorias: massa, café, chocolate, atum em conserva, suco de laranja. Cada produto é dotado de uma ficha informativa que apresenta características e critérios de avaliação como proteção do meio ambiente, respeito aos trabalhadores, rastreabilidade das matérias primas, etc. O laboratório é pensado como um dia eleitoral e o voto acontece através da aquisição (ou não) dos produtos, com base nos seus diferentes programas, isto é, nas informações recolhidas. Tudo isso com entrevistas, pesquisas de boca de urna, projeções e contagem de votos. São três os objetivos dos laboratórios “Into the Label”: preencher a lacuna entre consumidor e escolhas empresariais escondidas por detrás do produto, gerando um processo de conscientização; favorecer a participação coletiva através da expressão do voto para o produto. Enfim, gerar mudança: as escolhas dos consumidores, quando se orientam na direção do bem, têm a capacidade de influenciar inclusive as empresas, que podem se mover na direção dos comportamentos premiados. Neste site e naquele do United World Project acompanharemos os desenvolvimentos da campanha “Into the Label”. Além disso, as informações sobre os produtos “candidatos” estão disponíveis no site da iniciativa.
Stefania Tanesini
30 Abr 2019 | Sem categoria
Uma loja aonde não circula dinheiro, mas bens doados gratuitamente e reutilizados por quem precisa. Um dos frutos mais recentes da experiência do Movimento Diocesano de Ascoli Piceno, no centro da Itália.
Foi definida como “a loja da doação e da reutilização”. Aqui não se paga com cédulas ou cartão de crédito, mas com um sorriso e um forte aperto de mão. Entra-se para doar objetos, roupas, eletrodomésticos, ou para receber aquilo que se precisa, segundo um regulamento bem determinado. Encontra-se no centro histórico de Ascoli Piceno, cidade do centro da Itália, marcada por torres e sinos medievais feitos de pedra. “Passamano”, “corrimão”, é o nome dessa loja, um dos últimos frutos, em ordem de tempo, da experiência do Movimento Diocesano em Ascoli Piceno. Uma ramificação do Movimento dos Focolares profundamente enraizada em seis dioceses do centro da Itália, atua à serviço da Igreja local, favorecendo uma intensa vida de comunhão dentro da realidade eclesial. Alessia Giammarini, jovem mãe de duas crianças de nove e seis anos, faz parte desde os tempos do ensino fundamental: «Comecei a participar dos encontros na paróquia quando estava na terceira série, todo sábado à tarde. Depois eu descobri que havia uma comunidade inteira ao redor do nosso grupo, feita de jovens e adultos que tomavam conta dos menores. Lembro ainda do meu primeiro acampamento, um momento fundamental de crescimento, quando entendi que Deus me chamava a um compromisso pessoal. Por muitos anos, além de conduzir o grupo de jovens da paróquia, eu trabalhei no catecismo e no coro. Até hoje, para mim é um caminho de crescimento, junto com todos. Vivemos a paróquia não apenas como um
lugar de serviço, mas principalmente de comunhão». A história pessoal de Alessia tornou-se ainda mais rica quando ela passou a atuar na Diocese. «Alguns de nós – ela explica – colocaram-se ao serviço como diáconos ou ministros da Eucaristia. Outros, como eu, começaram uma transmissão na rádio diocesana para falar da comunidade cristã local. A cada programa convidávamos pessoas de diferentes movimentos e associações, comunidades religiosas, órgãos diocesanos ou o próprio bispo, para apresentar iniciativas e eventos. A nossa presença, como Movimento Diocesano, começou a ser visível inclusive no campo político e das instituições. Por exemplo, a primeira edição do prêmio internacional “Cidades pela Fraternidade” foi conferida a Ascoli, na pessoa do prefeito, por uma iniciativa que lançamos envolvendo a cidade inteira. Nestes últimos anos fizemos momentos dedicados aos cidadãos, como a “Festa da Fantasia”, inserida no carnaval de Ascoli, ou o “Reveillon de todos”, com a participação das pessoas mais necessitadas. Como vocês chegaram a abrir a “Passamano”? «Foi uma proposta feita à Diocese e à Cáritas para responder às muitas situações de indigência causadas pelo recente terremoto no centro da Itália. “Passamano” tornou-se uma realidade bem visível na cidade, um instrumento para promover a cultura da partilha, a emancipação das lógicas do consumismo e a prática da reutilização».
Chiara Favotti
29 Abr 2019 | Sem categoria
De #zerohunger a ‘Into the label”: os jovens e adolescentes dos Focolares entram em campo por um presente e um futuro melhor para todos: acabar com a fome, a pobreza, e aumentar o senso de responsabilidade social, são apenas alguns dos objetivos dos quais se fazem protagonistas. A edição 2019 da Semana Mundo Unido (SMU) não podia cair num momento melhor: quando jovens, e principalmente os mais jovens, de todo o planeta invadem praças, parlamentos e redes sociais com variadas expressões de uma voz única, que diz a vontade de salvar o planeta para ter um futuro e um mundo melhor que este. O que está emergindo nesses dias é que Greta é apenas a ponta de um iceberg, poderíamos dizer o fusível que acendeu e deu coragem a milhares de adolescentes que deixaram visíveis, aos seus coetâneos e aos adultos, os motivos dos seus protestos, mas também da sua esperança. “Concentramos a nossa mensagem de 1 a 7 de maio próximos: uma semana na qual, nós jovens dos Focolares, junto com os adultos, queremos gritar ao mundo inteiro o nosso compromisso para que não existam mais necessitados sobre a terra, por isso queremos trabalhar para derrotar a fome”, explica Marina, brasileira, do Centro internacional do jovens dos Focolares. Duas ações: #zerohunger e #intothelabel “Centenas de ações acontecem pelo mundo – continua Marina -, lembro duas, em especial, que estamos difundindo o mais possível. A primeira é a ação #zerohunger (Projeto Diga Não à fome) na qual o Movimento Juvenil pela Unidade propõe a todos um estilo de vida com atitudes concretas para eliminar a fome, como partilhar uma refeição com os mais necessitados, ou envolver os restaurantes das nossas cidades para assumirem a “refeição suspensa”, ou seja, permitir que os clientes paguem antecipadamente uma ou mais refeições que depois serão distribuídas a quem precisa. Depois há a ação “Into the label”, o laboratório de consumo responsável realizado por um grupo de jovens próximos à Economia de Comunhão. Trata-se da possibilidade que cada um de nós tem de “votar com a carteira”, porque de acordo com o produto que decide comprar pode premiar ou não o estilo de produção de uma empresa ao invés de outra. “Inclusive no supermercado se vota – explica Chiara, do grupo promotor -, com a carteira exercemos o nosso ‘poder de compra’”. E o prof. Leonardo Becchetti, veterano do conceito de ‘voto com a carteira’, explica que é um exemplo de responsabilidade civil: “Talvez nem pensemos nisso, mas é evidente que quando compramos um produto estamos exprimindo uma preferência, estamos premiando e sustentando o trabalho da empresa que o produz, o seu modelo de negócios, a mission declarada, os processos internos, a gestão das relações com os dependentes e os fornecedores, o impacto ambiental”. Os encontros marcados mundiais São duas as datas a guardar na cabeça para a próxima SMU: dia 5 de maio próximo, quando no mundo inteiro partirá a Run4Unity, a já tradicional corrida de revezamento mundial, quando os jovens irão manifestar o seu compromisso em construir uma única família humana, a fim de que não exista mais nenhum indigente sobre a terra. E haverá o evento “No One in Need”, de 9 a 16 de junho na Mariápolis Luminosa (USA) aonde se fará um balanço de todas as ações desenvolvidas no mundo por ocasião da campanha para derrotar a fome e a indigência.
Stefania Tanesini
28 Abr 2019 | Sem categoria
Em cada situação, mesmo nas mais complexas e trágicas, existe algo que devemos e podemos fazer para contribuir para o “bem comum”. Fechar a empresa? Estávamos ao ponto de ter que fechar a empresa, porque a grande crise econômica que atravessava o nosso país parecia não oferecer uma outra saída. Porém, considerando que seis famílias dos nossos dependentes tinham como única fonte de renda o trabalho conosco, junto com os nossos filhos pedimos ajuda a Deus e nos esforçamos para procurar outras estradas para resolver a difícil situação, mesmo se isso significava arriscar. Apesar de ter poucas esperanças, Raul foi até o maior magazine da cidade para propor a venda das nossas telhas. Para a sua surpresa os gerentes do magazine não só fizeram uma grande encomenda, mas pediram para trabalhar conosco com exclusividade. O trabalho aumentou e tivemos que contratar outras pessoas. Este episódio reforçou a os laços na família e na empresa. (R. F. – Brasil) Refugiados Duas semanas antes da Páscoa, chegaram no meu quartel 180 refugiados da Eritreia, Etiópia, Somália e Sudão, na maioria jovens cristãos entre os quais também crianças. Tendo sido blocados na fronteira do Egitto sem documentos válidos, ficaram detidos. Revoltado pelas condições subumanas nas quais eram obrigados a viver, comendo apenas um pedaço de pão ao dia com um pouco de arroz de vez em quando – e apesar de ser Quaresma faziam jejum! – senti que Jesus me questionava e chamava a amá-lo concretamente naqueles irmãos. Envolvi meus amigos da cidade numa coleta de dinheiro, remédios, alimentos e na preparação de uma verdadeira festa de Páscoa para eles. Em poucos dias pudemos preparar um almoço com carne, fruta e verduras: coisas que não comiam há muito tempo. Meu pai ajudou-me no transporte do que tínhamos preparado. Não sei descrever a alegria daquelas pessoas. Foi uma Páscoa que dificilmente poderei esquecer. (M. A. – Egito) Lixo Cada vez que eu encontrava a nossa vizinha de casa acabávamos brigando, porque muitas vezes ela deixava o lixo da sua casa na frente da porta da nossa casa. Isso aconteceu por vários anos, até que o testemunho de alguns amigos cristãos convenceu-me de que eu deveria tomar a iniciativa no amor. Um dia, a mesma cena repetiu-se e imediatamente pensei que aquela era a minha ocasião. Saí com a vassoura e recolhi todo o lixo. Como sempre, ela estava ali, esperando a minha reação. Desta vez, olhei para ela, com um sorriso e perguntei-lhe como estava. Surpresa, respondeu-me também gentilmente. Desde então, cada vez que ela limpa a calçada da sua casa faz o mesmo na minha e ficamos amigas. (R.C.- Colômbia)
A cura di Chiara Favotti
27 Abr 2019 | Sem categoria
Em Roma a quarta edição Proteger a terra e o homem, identificando percursos e objetivos comuns. Com essa intenção associações, profissionais e instituições civis ed eclesiais encontram-se, de 25 a 29 de abril, na “Villa Borghese” (Roma-Itália), para a quarta edição da “Aldeia pela Terra”. Promovido por Earth Day Itália e pelo Movimento dos Focolares, o evento visa a contribuir para a realização dos 17 objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Agenda ONU para o ano 2030 e à atuação dos princípios expressos pelo Papa Francisco na encíclica “Laudato si”. Antonia Testa, co-responsável pelo Movimento dos Focolares de Roma, conta como nasceu a amizade entre o Movimento e Earth Day Itália: “Conhecemo-nos em novembro de 2015 por ocasião da caminhada pela ‘Laudato si’ que o Vicariado de Roma tinha pedido a Earth Day para organizar. Depois, sabendo que queríamos realizar a Mariápolis, o encontro anual dos Focolares, no coração de Roma – segundo o desejo da fundadora do Movimento Chiara Lubich – Earth Day ofereceu-se para hospedar-nos nos espaços onde há vários anos eles celebram a Jornada Mundial da Terra. Foi um encontro providencial: eles, uma empresa de promoção social, voltada a criar opinião sobre temas ambientais, e nós, um povo comprometido com entusiasmo em várias frentes e com o desejo de mostrar quanto bem e beleza Roma pode dar”. O Papa visitou “A Aldeia” em 2016, encorajando os presentes a continuarem comprometidos em “transformar o deserto em floresta”. Ele não se referia apenas ao ambiente físico, mas também aos lugares humanos onde falta a vida… “O Papa falou-nos de amizade social. Viu diante de si este povo – composto também de imigrantes, imã, ex-detentos, jovens viciados em jogos de azar – uma floresta desordenada mas cheia de vida. A frase “transformar os desertos em floresta” tornou-se a nossa missão”.
De que modo a “Aldeia pela Terra” pretender ser uma resposta ao pedido do Papa? “’A Aldeia’ quer ser um modelo, um espaço onde cada um sente-se parte de uma comunidade, e onde pode-se experimentar que as relações fraternas – que são a raiz da ecologia integral – são possíveis, que a parte que cada um pode fazer não é tao pequena se for compartilhada, que o compromisso para alcançar as metas da sustentabilidade no desenvolvimento econômico está bem colocado”. Os conteúdos têm como ponto de partida a encíclica “Laudato si’” e a Agenda ONU 2030. Por que a escolha de dedicar uma atenção especial à Amazônia? “A Amazônia é simbolo da biodiversidade ambiental mas também étnico–cultural. Seguindo a linha do Sínodo dos Bispos, que abordará este tema no próximo outono, ‘a Aldeia’ quer acender um farol sobre estes aspectos e colocar a atenção para o empenho da Igreja na Amazônia. Na Aldeia estão presentes os Franciscanos Capuchinhos, que têm uma Missão na Amazônia há mais de 100 anos; Survival International, que celebra os 50 anos de atividade em favor dos povos indígenas, e Pátio dos Gentios do Pontifício Conselho para a Cultura”. Ir ao encontro do homem nos vários ambientes de vida é um outro caminho de evangelização…
“Como não lembrar as palavras de Chiara Lubich: ‘perder-se na multidão para impregná-la do divino’. Na ‘Aldeia’ estamos rodeados por 200 associações e dezenas de relatores, desportistas, artistas e pessoas de passagem. Temos apenas um instrumento, o coração, e o compromisso compartilhado é aquele de querer bem a cada um. Muitas vezes, vemos realmente desertos que se transformam em florestas e não podemos não reconhecer a ação de Deus. Os relacionamentos pessoais amadurecem e semeamos as pérolas do Evangelho: o amor cristão vivido, o empenho social, a atenção aos mais fracos, a reciprocidade. Entre os espaços a serem alcançados há o universo dos jovens que, em relação ao tema da tutela do ambiente, querem ser protagonistas. Que espaço eles têm na Aldeia pela Terra? “No dia 29 de abril, estão na ‘Aldeia’ estudantes das escolas e das universidades que, através do ‘service learning’ ajudam a aprofundar os 17 objetivos da Agenda ONU. Um serviço volontário iniciado no ano passado com a Universidade Católica do Sagrado Coração, e que este ano envolve estudantes das universidades pontifícias e jovens que vieram de outras nações através da Fundação Scholas Occurrentes.
Claudia Di Lorenzi