Movimento dos Focolares

II Dia Mundial dos Pobres

Será celebrado domingo, 18 de novembro, o segundo Dia Mundial dos Pobres, instituído pelo Papa Francisco em 2016, ao término do Jubileu da Misericórdia, com o título “Este pobre clama e o Senhor o escuta” (Sal 34,7). Escreve o Papa, no texto preparado para a ocasião: «Hoje, este salmo permite-nos, também a nós, rodeados por tantas formas de pobreza, compreender quem são os verdadeiros pobres a quem somos chamados a dirigir o olhar. […] O que o grito do pobre exprime, senão o seu sofrimento e solidão, a sua desilusão e esperança? Podemos interrogar-nos: como é possível que este brado, que sobe à presença de Deus, não consiga chegar aos nossos ouvidos e nos deixe indiferentes e impassíveis? Num Dia como este, somos chamados a fazer um sério exame de consciência para compreender se somos verdadeiramente capazes de escutar os pobres». Por ocasião do II Dia dos Pobres repete-se o convite a abrir a própria casa, partilhando a mesa de maneira simples e fraterna, como sinal de proximidade e de alívio às tantas formas de pobreza que existem sob os nossos olhos.

O valor da Filosofia

À Filosofia é dedicado todos os anos, desde 2002, um Dia Mundial, a terceira quinta-feira de novembro. Ao proclamá-lo, a UNESCO salientou o seu valor para o desenvolvimento do pensamento humano. Assim Irina Bokova, ex Diretora Geral: “A reflexão filosófica é um apelo à humildade, à reflexão e ao diálogo fundamentado, para juntos construir soluções aos desafios que vão além do nosso controle. […] Quanto mais as dificuldades são grandes, mais a filosofia é útil para dar sentido às perguntas sobre a paz e sobre o desenvolvimento sustentável”. Neste Dia, todos os parceiros da Unesco – Governos nacionais, instituições e organizações públicas, ONGs, universidades, escolas, mas também cidadãos e associações – são chamados ao exercício coletivo da reflexão livre, fundamentada e informada sobre os desafios dos nossos tempos. O valor autêntico da filosofia – afirmou Moufida Goucha, ex Responsável da Seção “Segurança humana, democracia e filosofia”, por ocasião do primeiro Dia – é o de “estabelecer um diálogo, que nunca se deve interromper, sobre o essencial”, com a função de nos restituir “uma grande parte da dignidade humana, qualquer que seja a nossa condição”.

Cem anos da grande guerra

No dia 11 de novembro celebra-se o centenário do fim da Primeira Guerra Mundial, e, em seguida, a Conferência de paz de Paris (18 de janeiro de 1919 – 21 de janeiro de 1920). No entanto, por pelo menos outros cinco anos, em toda a Europa, continuaram revoluções e combates de todos os tipos. Da Finlândia à Anatólia, do Cáucaso à Irlanda, da Alemanha à Grécia. “As guerras são sempre trágicas”, afirmou o Presidente da República italiana, Sergio Mattarella, dia 4 de novembro passado. E, retomando as palavras do escritor Claudio Magris: «“Cada país pensava em dar uma pequena boa lição no inimigo mais próximo, obtendo vantagens territoriais ou outras quaisquer. Ninguém conseguia imaginar que a guerra pudesse ser tão tremenda, e que tivesse uma tal duração”. Neste nosso tempo presente, ainda uma vez marcado por ventos de guerra, que a lembrança do centenário sirva de advertência a perseverar no processo de integração e unificação europeia, únicas garantias de uma paz duradoura».

GEN ROSSO Music and Arts Village

GEN ROSSO Music and Arts Village

Após o sucesso da 1ª edição do “Gen Rosso Music and Arts Village”, o Gen Rosso (International Performing Arts Group) apresenta a 2ª edição dessa experiência de aprofundamento artístico e de compartilhamento de valores à luz do Carisma da Unidade. O Village, que acontecerá  nos Estúdios de Produção do Gen Rosso em Loppiano, de 27 de dezembro de 2018 a 5 de janeiro de 2019, pretende envolver jovens com mais de 18 anos, profissionais e estudantes de disciplinas como: música, dança, canto, teatro, som/luzes. No final, será entregue um certificado de participação.A metodologia didática foi projetada e será conduzida pelos monitores do Gen Rosso juntamente com professores de reconhecida qualificação e experiência artística. O programa prevê o aprofundamento de temas específicos do mundo da arte, trocas de experiências, espaços criativos e laboratórios práticos, convergindo para uma apresentação final. Nalgumas noites, são previstas contribuições de artistas renomados.O Gen Rosso, mediante a secretaria do Village, está à disposição a fim fornecer mais informações e toda a documentação necessária para a inscrição (vagas limitadas). Contatos Secretaria VILLAGE: tel +390558339821 (das 9:00 às 13:00) cell Franco Gallelli +393806592166 (24h) e-mail village@genrosso.com  

Hoje, 29 anos da queda do muro de Berlim

Uma noite inesquecível, aquela de 29 anos atrás, quando os cidadãos de Berlim Oriental começaram a demolir com picaretas o muro que os tinha dividido por 28 anos do lado Ocidental da cidade, desde 13 de agosto de 1961. O muro de Berlim era só um trecho de uma longa linha de fronteira que dividia em duas partes toda a Europa durante a guerra fria: a parte de influência dos Estados Unidos à oeste e aquela soviética à leste. Hoje, outros muros ainda continuam erguidos, como aquele entre a Coreia do Norte e a Coreia do Sul, e outros novos foram construídos. São muros que violam os direitos fundamentais das pessoas à saúde, à educação, ao trabalho, de acesso à água e à alimentação. Muros que às vezes separam comunidades e famílias, como aqueles entre Israel e a Palestina, entre o Egito e Israel, entre os EUA e o México, entre a Índia e Bangladesh, entre Marrocos, a Argélia e a Mauritânia. Também na Europa novos muros separam pessoas e comunidades, como aqueles entre Ceuta e Melilla, ou entre a Grécia e a Turquia. E, enfim, também o Mar Mediterrâneo é um muro de água, que continua a engolir vítimas. A inesperada queda do muro de Berlim, acendeu, porém, há 29 anos atrás, a esperança que ainda é atual: que, graças ao empenho de muitos homens e mulheres de boa vontade, todos os muros possam um dia desmoronar.