10 Out 2017 | Sem categoria
30 de setembro de 2017
Caríssimas e caríssimos! Na conclusão do nosso encontro internacional em Castel Gandolfo, no qual pudemos constatar tudo aquilo que o Carisma da Unidade realiza no mundo, aprofundando a nossa identidade como Obra de Maria, nasceu em nós o grande desejo de contatar cada um de vocês que, de várias maneiras, aderiram ao Ideal e o vivem e que, nas mais variadas situações, dão a própria contribuição para a construção dos fragmentos de fraternidade. Pensamos que são muitos e muitos aqueles com quem temos um débito de gratidão e de reconhecimento por terem amado, sofrido, dado a vida para construir esta realidade. De todo coração, queremos dizer um imenso obrigado a todos, sem esquecer aqueles que, embora não se considerem hoje parte ativa do Movimento, continuam vivendo no dia a dia movidos pelo mesmo Ideal de Chiara. Sem dúvida, Nossa Senhora, mãe da Obra e de todos, nos ajudará a prosseguir juntos no caminho em direção à unidade da família humana como testemunhas do seu amor, ali onde vivemos. Sentindo-nos todos unidos, naquilo que cada um faz e vive, como pequenos nós de uma grande rede, abraçamos todos vocês.
Emmaus e todos

9 Out 2017 | Sem categoria
Este projeto “together4peace” irá envolver alunos de várias escolas, proporcionando a mais de 200 jovens de cada escola uma experiência enriquecedora durante três dias, numa intensa preparação em distintos workshops onde, em conjunto com os artistas do Gen Rosso, os próprios jovens se tornam protagonistas do espetáculo. O Gen Rosso é um grupo musical, no qual participaram mais de 200 pessoas desde a sua fundação em 1966. Nas últimas décadas o estilo musical do Gen Rosso desenvolveu-se continuamente, mas o objetivo manteve-se sempre o mesmo: transmitir, através da música, valores como a paz, a justiça social, o amor, a unidade e a solidariedade. Em Braga 17,18 e 19 de novembro – Workshop together4peace com os jovens das escolas. 19 de novembro – Auditório Vita – 17h30 e 21h30 – Musical Streetlight com os jovens do projeto together4peace Em Viseu 23 ,24 e 25 de novembro – Workshop together4peace com os jovens das escolas 25 de novembro – Pavilhão Multiusos – 21h00 – Musical Streetlight com os jovens do projeto together4peace Em Fátima 27,28 e 29 de novembro – Workshop together4peace com os jovens das escolas 29 de novembro – Centro Paulo VI – 21h00 – Musical Streetlight com os jovens do projeto together4peace https://youtu.be/8uXl55Rooow
9 Out 2017 | Sem categoria
A sigla, aparentemente impronunciável, não deve assustar: a plataforma, graças a uma grafia simples, imediata, de cores claras, está se revelando muito útil para a comunidade internacional de empresários e profissionais da EdC, que desejam compartilhar os próprios talentos e experiências e favorecer o crescimento de novas empresas. Os destinatários são projetos de empresa, cooperativas, microempresas, associações com impacto social positivo, mas também pessoas que desejam conduzir o próprio negócio no respeito aos princípios da ética, da responsabilidade social e ambiental e da inclusão. A plataforma oferece vários serviços, especialmente para as startup, mas representa, ao mesmo tempo, uma ponte com toda a comunidade internacional, consentido tornar-se parte dela. Participar não é difícil. Graças ao portal, todo novo empresário, movido por uma lógica de colaboração e reciprocidade, pode se beneficiar de uma assessoria à distância ou de uma monitoria “pessoal” para amadurecer o próprio projeto. A oferta é feita por meio da rede de Hub nacional. Trata-se de “pontos de acesso”, de “nós” da rede, atualmente presentes em 13 países (na África, América do Sul e América Central, e Europa). A plataforma foi colocada online um ano após a abertura do primeiro Hub. Neste arco de tempo os Hub se multiplicaram, promovendo localmente cursos e workshops para a formação técnica e profissional e de aprofundamento dos valores que sustentam o projeto da EdC, acompanhando de maneira personalizada e sistemática a execução de novos projetos empresariais. Se até hoje a ações de um Hub podia ser dirigida apenas a projetos e pessoas presentes em um determinado território, agora, graças à plataforma (utilizável em espanhol, português, alemão, italiano, francês e inglês), a mesma oportunidade é oferecida a quem não se encontra fisicamente próximo a um deles. Roylán, engenheiro de telecomunicações e eletrônica, e coordenador do Hub espanhol, explica: «Transmitir as noções básicas da linguagem empresarial e encorajar de maneira adequada e concreta os novos empreendedores, que se encontram diante de incertezas e dúvidas, é um desafio muito enriquecedor. Coordenando os compromissos e empenhos das pessoas que voluntariamente colaboram com as startup pude apreciar a contribuição de cada uma: é grande o potencial que temos quando trabalhamos juntos, movidos por este chamado comum à Economia de Comunhão». Cada Hub tem uma história própria a contar. A Hub do México, por exemplo, nasceu do encontro entre algumas atividades econômicas do território que desejavam passar ao nível de microempresas e o programa de incubação da EdC. Enrique, produtor de geleias artesanais, participou do primeiro workshop de incubação na Cidade do México: «A incubação ajudou-me a crescer e a transformar a minha pequena atividade numa verdadeira empresa; mas, ao mesmo tempo, favoreceu um crescimento pessoal e profundo na cultura da EdC. A maior mudança, para mim, foi começar a gerar comunhão a partir da minha empresa, ajudando pessoas vulneráveis. Quando a empresa crescer poderemos oferecer trabalho a pessoas necessitadas, com deficiência ou que não encontrariam emprego em outro lugar. Na parte técnica, o workshop me ajudou a aperfeiçoar os processos de produção e conservação dos produtos, melhorando a sua qualidade. Agora estamos formalizando as licenças necessárias para entrar com mais força no mercado». Dentro da plataforma existe uma “área reservada” para os empresários que desejam unir-se à comunidade EdC. Lá dentro há três setores: “Networking”, para apresentar os próprios projetos, conhecer outros empresários e trocar experiências; “Wiki Toolkit”, para compartilhar artigos e vídeos; “Incubadora Digital”, dirigido aos projetos que não tem a possibilidade de serem acompanhados localmente. Visite o site EoC-IIN Fonte: EdConline
8 Out 2017 | Sem categoria
Faz tempo que se sentia a necessidade de encontrar, na Igreja de Santa Maria Maior em Trento (Itália), uma placa indicando aos numerosos visitantes que chegam de todas as partes do mundo, que ali foi batizada Chiara Lubich. Após a solicitação do novo pároco à Presidente dos Focolares, Maria Voce, a placa foi realizada. Trata-se de um sinal simples, mas significativo, no qual, além de uma foto da jovem Lubich, está transcrita uma sua expressão luminosa, que sintetiza o carisma recebido: “No nosso coração, uma coisa é clara: a unidade é o que Deus quer de nós. Nós vivemos para sermos um com Ele e um entre nós e com todos. Esta esplêndida vocação nos liga ao Céue nos imerge na fraternidade universal”.
7 Out 2017 | Sem categoria
«O rosário é o drama da Redenção visto pelas pupilas de Maria, a virgem e a Mãe: as alegrias de Nazaré, as luzes de Belém, as vicissitudes de José, e depois a tragédia da cruz e enfim as glórias celestes se tornam patrimônio de família, coisas nossas. A nossa história, a vida nossa. (Igino Giordani, Una stella accesa nella notte», Città nuova, Roma, 2004, pág. 81). 1922-1925. «Se não é possível a casta quietude dos fins de tarde na casa dos avós, aquecida por uma monumental labareda, de modo a recolher à oração avós e netos, filhos e colaterais: digamos o Rosário no bonde, no navio a vapor, no estrépito do túnel e no espasmo de uma locomotiva: será mais meritório o nosso esforço de nos abstrairmos num ímpeto de espiritualidade da orgia… da matéria mecanizada. Um quarto de hora na igreja não será a habitude sonolenta… e a oração será refrigério de fonte na sede ardente e massacrante da civilização imposta a nós». (Igino Giordani, Diario di fuoco, Città Nuova, Roma, 2005 [1980] p.19). 1933. «A Mãe… Existe uma oração, a Ela particularmente agradável, que representa um ciclo dos mistérios da vida de Jesus recordados a título de honra a Ela: o rosário. Reconduz a serenidade na hora cansada e fosca da noite, nas horas árduas da vida, e dá a força para ter esperança no amanhã e recomeçar: aquele rude colar de pérolas de quatro vinténs transmite correntes de vida ultraterrena nos pobres ossos esgotados pela fatiga, realumiando a única luz em almas alvejadas pela iniquidade social ou pelas desventuras múltiplas. Dá também, a quem vive, a esperança de uma união com o Pai, da morte com a imortalidade, do finito com a Eternidade ». (Igino Giordani, Diario di fuoco, cit. p.28). 1º de outubro de 1945. «Por que entre nós Maria ocupa um lugar tão grande? Porque entre nós, aqueles que realmente seguem o Evangelho se sentem e se comportam como crianças, para quem a mãe é tudo e serve para tudo: ela é procurada para que as introduza em Deus. Tomam-lhe pela mão, se agarram às suas vestes, para que as conduza ao Pai. Não há modo mais garantido, mais amoroso e belo de se apresentar a Ele. E depois, na companhia da Mãe, toda a vida é mais bela: a natureza sorri, os próprios homens não parecem mais selvagens». (Igino Giordani, Diário de fogo, Cidade Nova, São Paulo, 1986, p.31) 9 de outubro de 1965. «Basta que veja a imagem de Maria, para que me saltem defronte à alma as realidades mais bonitas da minha vida. Vejo, então, que a alegria de existir se chama para mim, Maria; a minha glória é Ela, a minha força é a Sua maternidade; a beleza que me fascina é a Sua virgindade; a aceitação da dor é a participação nas Suas provações de Desolada. Não vejo em qual aspecto positivo da minha existência Ela não entre: a minha vida é Maria. E Maria é a Mãe de Jesus: é Ela que me dá Deus, desposa a alma com o Espírito Santo, a aproxima da paternidade do Eterno. Quem Te agradecerá, Mamãe?».(Igino Giordani, Diario di fuoco, cit. p.180).
6 Out 2017 | Sem categoria
A escolha do título “Nem vítimas, nem bandidos” foi inspirada nas palavras pronunciadas pelo Papa Francisco durante a audiência de fevereiro passado aos representantes da Economia de comunhão (EdC), quando afirmou que não é mais suficiente imitar o bom samaritano do Evangelho, que é preciso um homem vítima dos bandidos, mas é necessário agir «sobretudo antes que o homem caia nas mãos dos salteadores, combatendo contra as estruturas de pecado que produzem bandidos e vítimas». Colocar-se em discussão, portanto, até mesmo correr riscos para mudar as regras do jogo impostas pelo capitalismo e pela globalização. Especialistas do mundo da cultura, da mídia, da economia e da política se alternaram nos diversos momentos previstos pelo programa, junto com as múltiplas vozes da sociedade civil.
Foram abordadas temáticas ferventes como as das migrações e da acolhida; falou-se de reconversão das indústrias bélicas e ao mesmo tempo do paradoxo das armas exportadas pela Itália para a guerra no Iêmen onde 15 milhões de pessoas não têm o acesso à água, país que está sofrendo a epidemia do cólera mais grave destes últimos anos. Outro tema quente de que se falou é o do jogo de azar, com o movimento Slotmob nascido quatro anos atrás, para deter esta chaga social promovida até mesmo pelo Estado. As histórias contadas são diversas: desde a denúncia de abusos e injustiças, ao esforço de quem todos os dias se encontra lutando contra o muro da indiferença e da mesquinhez; desde quem decidiu não fazer com que entre a oferta do jogo de azar no seu bar, a quem na sua terra promoveu com os amigos uma autêntica marcha contra a cultura do jogo de azar.
Vincenzo Conticello, ex empresário, testemunha de justiça em Palermo, falou da realidade de uma sociedade posta de joelhos pelas organizações de extorsão e pela máfia, de como foi obrigado a deixar a sua cidade sofrendo injustiças e prevaricações. Chiara Peri, do Centro Astalli para os refugiados, salientou como neste momento esteja em andamento uma mercantilização cultural das migrações pela qual «os migrantes e os pobres são culpados pela pobreza e condição deles, e são tratados como mercadorias, e às vezes como descartes», por isso, e aqui está o paradoxo, «os italianos têm mais medo das vítimas do que dos bandidos». A mesa redonda sobre “Bens relacionais e trabalho”, um dos encontros à margem da manifestação, colocou em luz a importância da «amizade, confiança, companhia, cordialidade, suporte, sentido de pertença, envolvimento, todos fatores determinantes de satisfação no local de trabalho», disse o prof. Benedetto Gui. Não importam só o pagamento ou o horário de trabalho, parece que chegou o momento de reconhecer dignidade econômica aos bens relacionais. A apresentação do livro de Bernhard Callebaut, “O nascimento dos Focolares. História e sociologia de um carisma (1943-1965)”, pela editora Città Nuova, viu a presença, entre outros, de Jesús Morán, copresidente dos Focolares, que analisou todo o trabalho sob a categoria da atualização, entendida como «reinterpretação criativa da tradição» e de Shahrzad Houshmand, iraniana, teóloga muçulmana, testemunha de como em todos estes anos, Chiara Lubich e com ela o Movimento dos Focolares não fizeram diálogo com as religiões, mas com as pessoas. Chiara é, para Shahrzad, «uma mulher com a fé visionária de uma pessoa que não tinha medo», nunca teve temor de se encontrar com “o outro”, mesmo se isto levava à “morte de si”. Enfim, diante das contínuas e obstinadas agressões à paz, o economista Luigino Bruni da EdC, e Marco Tarquinio, diretor do jornal Avvenire, pediram ao papa Francisco que escrevesse uma encíclica sobre a paz, capaz de “sacudir a inércia”. É o que desejamos de todo coração!