15 Jan 2016 | Sem categoria
Dando continuidade às viagens feitas por Chiara Lubich, em 2001 e em 2003, a presidente do Movimento dos Focolares, Maria Voce e o copresidente, Jesús Morán visitarão a Índia, do dia 15 de janeiro a 10 de fevereiro de 2016, para visitar as comunidades do Movimento dos Focolares em algumas regiões do país. Nova Déli, Bangalore, Trichy, Coimbatore e Mumbai são as principais etapas previstas. As dimensões do diálogo inter-religioso, iniciado pela fundadora dos Focolares, também fará parte das atividades naquele período.
10 Jan 2016 | Sem categoria
«Uma experiência de vida, no primeiro focolare, foi a aplicação de “tomar a iniciativa no amor“. No início não era sempre fácil para um grupo de jovens viver o radicalismo do amor. Éramos pessoas como as outras, embora ajudadas por uma dádiva especial de Deus, e também entre nós, nos nossos relacionamentos, podia se depositar uma certa poeira e fazer diminuir a unidade. Isso acontecia, por exemplo, quando percebíamos os defeitos, as imperfeições dos outros e os julgávamos, de forma que a corrente de amor mútuo se esfriava. Para reagir contra essa situação, decidimos um dia fazer um pacto entre nós, que chamamos “pacto de misericórdia”. Decidimos ver todas as manhãs o próximo que encontrávamos no focolare, na escola, no trabalho, etc., de um modo todo novo, sem nos lembrarmos dos seus pontos escuros, dos seus defeitos, cobrindo tudo com o amor. Nós nos aproximávamos de todos com uma anistia completa do nosso coração, com um perdão universal. Era um compromisso forte, que todas nós vivíamos juntas e que nos ajudava a tomar a iniciativa no amor, imitando Deus misericordioso, o qual perdoa e se esquece. Temos certeza de que, se não tivéssemos feito um pacto de perdão diário, o Movimento não teria caminhado nem de Trento a Rovereto. Em prática, não teria tido a energia necessária para se difundir». Chiara Lubich, O amor ao próximo, no encontro dos amigos muçulmanos, Castel Gandolfo, 1º de novembro de 2002 (trecho).
8 Jan 2016 | Sem categoria
No hemisfério norte, o período tradicional para a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos é de 18 a 25 de janeiro. No hemisfério sul, por sua vez, as Igrejas geralmente celebram a Semana de Oração no período de Pentecoste. Clique aqui para encontrar os textos preparados por um grupo misto de trabalho da Letônia, nomeado pela Igreja católica e pelo Conselho Ecumênico das Igrejas. As Igrejas cristãs estimulam a “encontrar oportunidades, ao longo do ano, para expressar o grau de comunhão que as Igrejas já atingiram e para orar juntos por uma unidade cada vez mais plena, que é desejo do próprio Cristo”, segundo a oração de Jesus ao Pai: “a fim de que todos sejam um” (Jo 17). O Movimento dos Focolares, no mundo inteiro, tem o compromisso de promover e colaborar com os diversos eventos locais programados para a celebração da Semana de Oração, também por meio de testemunhos de vida ecumênica entre os seus membros. A frase escolhida para a Semana de Oração 2016 é a que inspira a Palavra de Vida do mês de janeiro: “Sois chamados a proclamar os grandes feitos do Senhor” (cf. 1Pd 2,9).
7 Jan 2016 | Sem categoria
Salvator noster natus est! Os nossos votos de um Santo Natal a todos os cristãos que, no dia 7 de janeiro, celebram o nascimento do Salvador. FELIZ NATAL! BUON NATALE РОЖДЕСТВО ХРИСТОВO ΚΑΛΆ ΧΡΙΣΤΟΎΓΕΝΝΑ عيد ميلاد سعيد!
30 Dez 2015 | Sem categoria
«Bruni tinha bem claro onde o teria levado a raciocinar, no limiar entre humano e desumano, e infelizmente também mais além, sobre organizações complexas, com motivação (prevalentemente) material. Sabia perfeitamente que escrever sobre estas, isto é, sobre as organizações da “produção” e do “mercado” e, portanto, da criatividade, das relações e do trabalho, o conduziria a concentrar-se também sobre as organizações com motivação ideal e sobre outros movimentos do espírito humano», colocando ambos «diante do mesmo desafio: renovar-se sem perder raízes e alma». Assim escreve Marco Tarquinio, diretor do jornal católico “Avvenire”, na introdução do novo trabalho, “A destruição criativa”, do economista e filósofo Luigino Bruni. Trata-se de um volume publicado pela Editrice Città Nuova, que reúne uma seleção de artigos publicados durante o ano de 2015 no “Avvenire”, e retirados das séries “Le levatrici di Egitto” e “Rigenerazioni”. “É nas periferias que aprende-se a ressurgir”, é o título do último capítulo, com o qual Bruni desembarca nas conclusões do seu trabalho e nos desafios da reflexão, que durou alguns meses. A frase escolhida para introduzir as suas propostas é do poeta alemão Friedrich Hölderlin: “Deus criou o homem como o mar cria os continentes: retirando-se”. A título de apresentação, antecipamos alguns trechos: «Um movimento que, com o tempo, tornou-se organização, pode conhecer uma nova primavera carismática, pode ressurgir, se em alguma zona marginal do “reino” algumas minorias criativas começam a reconstituir as condições para reviver o mesmo milagre da primeira fundação do carisma: o mesmo entusiasmo, a mesma alegria, os mesmos frutos. O verdadeiro processo, que leva essas minorias a tornarem-se maioria, chama-se reforma […]. Um processo decisivo que deveria ser feito sem pressa, envolvendo e ativando os espaços vivos da criatividade, alcançando-os “nos confins do império”. Tudo isso é, certamente e antes de tudo, dádiva (charis), mas é também sabedoria organizativa, inteligência espiritual e profunda, profética e transformadora. […]. Muitas novas “evangelizações” acontecem quando, ao contar aos outros a boa notícia, conseguimos novamente e diversamente senti-la viva também dentro de nós. É assim que renasce uma nova-antiga história de amor, um novo eros, novos desejos, nova geração, novos filhos. […]. O carisma pode então reflorescer, voltando a encontrar as pessoas nas ruas, esquecendo as próprias organizações para ocupar-se das feridas e dos sofrimentos dos homens e das mulheres de hoje, especialmente dos mais pobres […] interpretando criativamente a própria missão no tempo presente».