5 Fev 2014 | Sem categoria
“Tivemos a oportunidade de propor um livro de Chiara Lubich traduzido em maltês e estamos muito felizes!”, dizem Marisa e Mario, responsáveis pela comunidade dos Focolares da Ilha, após a apresentação de “L-Arti tal-Imħabba”, isto é, A Arte de Amar.
No dia 17 de janeiro, diante de uma sala repleta, subiram ao palco cinco relatores de diferentes competências: a professora Marie Alexander do Instituto de Linguística da Universidade de Malta; Natalino Camilleri, superior-geral da Sociedade da Doutrina Cristã (M.U.S.E.U.M.); padre Karm Debattista, muito conhecido em Malta nos âmbitos da música e da comunicação; o reverendo Canônico Simon Godfrey, chanceler da Igreja Anglicana e o Dr. J. Mifsud, advogado, jornalista e apresentador de televisão.
As intervenções evidenciaram que a “arte de amar”, proposta por Chiara Lubich, nasce do Evangelho e articula-se em alguns pontos: amar a todos sem nenhuma discriminação, dar o primeiro passo, reconhecer no próximo a presença de Jesus, e “fazer tudo a todos”, segundo a indicação de São Paulo. O empenho de assumir como próprio este modo de viver requer um exercício constante, quotidiano, mas produz uma nova disposição que é o primeiro passo para uma revolução pacífica, capaz de mudar o coração dos indivíduos e de construir uma civilização do amor. O reverendo Simon Godfrey e o Dr. J. Mifsud também exprimiram os paralelismos existentes entre os conceitos expressos pelo Papa Francisco e Chiara.
Após as apresentações, uma família, uma jovem e um adolescente contaram episódios de vida da arte de amar e foi apresentado o “Dado do Amor”.
Na conclusão da noite, muitos dos presentes exprimiram a alegria de terem descoberto um modo novo de enfrentar a vida quotidiana: “A mensagem é forte, bonita e simples – afirmou o padre Silvestro. Está ao alcance de todos e todos podem vivê-la”. Outros ainda salientaram: “Dostoevskij escreve que a beleza salvará o mundo – recorda Stephanie. Hoje, vivemos um momento harmonioso e belo, porque aquilo que foi dito tem pertinência com Deus, que é Beleza”. Miriam salientou: “Não havia crente ou não crente: no amor, sentimo-nos todos uma família e podia-se falar com liberdade”. E ainda Ezio: “Conhecia este livro em italiano, mas agora redescobri o seu valor. Desejo viver cada vez melhor a arte de amar, e inventar, com o coração e com a mente, mil maneiras para torná-la mais eficaz nos seu objetivos, mais intensa, mais difusiva e mais criativa”.
3 Fev 2014 | Sem categoria
Ozieri é uma pequena cidade sarda, próxima de Sassari (Itália). Um grupo de pessoas do Movimento dos Focolares empenhadas na paróquia pergunta-se o que pode fazer para unir os talentos que receberam e fazê-los frutificar em favor dos mais necessitados. Tomam conhecimento das atividades da AMU – Ação por um mundo unido (Ong dos Focolares que ajuda pessoas desamparadas do terceiro mundo), e decidem investir tempo e energias em benefício destas.
A iniciativa nasceu há quatro anos e os contratempos não faltaram. “O apartamento que tínhamos recebido e decorado com a ajuda de muitas pessoas, com harmonia e bom gosto, para começar um atelier de costura e artesanato, foi-nos pedido pelo pároco para acolher um sacerdote ugandês de passagem”, conta Egidia, uma das fundadoras. “Parecia que tudo ia parar, mas, depois de alguns meses, foi-nos concedida uma outra sala, muito bonita e apropriada, no complexo paroquial”. Entretanto, o grupo dispersou-se e era preciso recomeçar tudo quase do início! Só depois de um bom tempo, o trabalho reiniciou-se.
Juntaram-se senhoras de várias associações e movimentos, inclusive algumas que não frequentam a igreja. Estavam cheias de entusiasmo e doaram de tudo: tecidos, fios, lã, algodão, duas máquinas de costura e até uma máquina para tecer peças de malha.
O atelier compôs-se. “Formamos um grupo de 30 pessoas que trabalha com fervor e com amor – continua Anna Maria – procurando construir relacionamentos positivos entre todos. Decidimos que os lucros sejam destinados para a Uganda, sempre por meio dos projetos da AMU”.
Também o pároco está envolvido nesta ação e a população é informada através do jornal diocesano. O grupo participa em feiras para vender os vários artigos de artesanato.
Recorda Egídia: “No ano passado, quando preparávamos uma venda de Natal, soubemos que a organização para a Feira dos doces (tradicional festa da cidade em que o arrecadado é destinado para as missões) estava com dificuldades. De comum acordo colocamo-nos à disposição para colaborar. O nosso atelier tornou-se um local de exposição. Foi um sucesso! Mas o mais interessante é que esta iniciativa deu-nos a possibilidade de encontrar outras pessoas que, vindas para fazer uma visita, ficaram envolvidas pela atmosfera feliz e harmoniosa que reina entre nós”.
“Deste modo, decidimos chamar o atelier ‘Laboramor’, que exprime o nosso desejo de viver ‘a arte de amar’, acrescenta Anna Maria. O nosso objetivo não é só a solidariedade com os distantes ugandeses. Começamos antes de tudo por nós, criando relacionamentos novos. Comunicamo-nos as nossas dificuldades e os passos feitos para procurar superar situações difíceis em família ou no trabalho. Sentimos que somos uma família, onde nos ajudamos em muitas coisas pequenas ou grandes. Confiamos tudo a Deus, convencidas que continuará a ajudar-nos a levar para a frente esta bela aventura na qual nos fez entrar”.
2 Fev 2014 | Sem categoria
Após um período de doença, no qual se retirou na Suíça, no início dos anos noventa a existência de Chiara Lubich teve uma aceleração intensa na sua abertura para a sociedade e os povos mais distantes. Com a segurança da plena inserção na Igreja, suscitou um tempo extraordinário de diálogos, viagens, reconhecimentos. Vários doutorados honoris causa, cidadanias e prêmios, em todos os continentes demonstraram quanto a sua influência ideal e concreta tivesse atingido o seu ápice.
Entre outras coisas recorda-se, destes anos (1994-2004), a abertura e consolidação de profundos e vastos diálogos com fieis das grandes religiões; o avio de uma longa série de setores do movimento aptos a aprofundar a contribuição do carisma da unidade nos diferentes âmbitos sociais (economia, política, comunicação, saúde…); o lançamento de uma grande ação conjunta, ecumênica e política, para «dar novamente uma alma à Europa».
Passado este longo período de viagens, fundações e abertura de novas fronteiras, chegou para Chiara a hora da doença. Os últimos três anos da sua aventura terrena foram, talvez, os mais difíceis da sua vida. Jesus abandonado, o seu Esposo, apresentou-se para o encontro «de forma solene». Havia a obscuridade, na qual Deus parecia ter desaparecido como o sol se põe no horizonte. E não obstante Chiara continuou a amar momento por momento, irmão após irmão. Continuou a servir o “desígnio de Deus” sobre o Movimento, acompanhando os seus desenvolvimentos até os últimos dias, quando, com sua grande alegria, o Vaticano aprovou o nascente Instituto Universitário Sophia.
Passou o último mês no Hospital Gemmeli, em Roma. Lá ainda despachou a correspondência e tomou decisões importantes para o Movimento. Recebeu também uma carta do Papa que relia sempre, recebendo grande conforto. E o Patriarca ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I, foi visitá-la e a abençoou.
Nos últimos dias exprimia repetidamente o desejo de voltar para casa. Cumprimentou pessoalmente suas primeiras companheiras e primeiros companheiros, e os mais estreitos colaboradores. Depois, agravando-se paulatinamente, consumou as suas últimas energias recebendo centenas e centenas de pessoas que foram à sua casa para vê-la, beijar sua mão, dizer só uma palavra: obrigado. Havia uma grande comoção, mas maior, a fé no amor. Cantava-se o Magnificat pelas grandes coisas que o Senhor realizou nela e renovava-se o compromisso de viver o Evangelho, isto é, amar, como ela sempre fez e ensinou.
Chiara faleceu no dia 14 de março de 2008 pouco depois das duas horas da manhã. A notícia difundiu-se rapidamente no mundo inteiro, onde a sua família espiritual estava unida em oração.

Nos dias seguintes milhares de pessoas, de simples operários a personalidades do mundo político e religioso, estiveram em Rocca di Papa para homenageá-la. O funeral foi realizado na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, em Roma, pequena para conter a grande multidão (40 mil pessoas). Enviado por Bento XVI – que em sua mensagem, definiu Chiara, entre outras coisas, “mulher de fé intrépida, mansa mensageira de esperança e de paz” – o Secretário de Estado, Tarcisio Bertone, presidiu a celebração eucarística, concelebrada com outros nove cardeais, mais de 40 bispos e centenas de sacerdotes.
Ressoam as palavras pronunciadas um dia por Chiara: «Gostaria que a Obra de Maria, no final dos tempos, quando estiver à espera de comparecer diante de Jesus Abandonado-Ressuscitado, em bloco, pudesse repetir-lhe: “No teu dia, meu Deus, caminharei em tua direção… com o meu sonho mais desvairado: levar para ti o mundo em meus braços”. Pai que todos sejam um!».
1 Fev 2014 | Sem categoria
Micha Jane e Ryan moram com a família deles em Tacloban, capital da Província de Leyte, ilha central do sudeste das Filipinas, uma das cidades mais atingidas pelo tufão do dia 8 de novembro de 2013. Sobre o número de habitantes, 200.000, calculam-se mais de 10.000 mortos.
Estas duas crianças que, juntamente com os pais, são membros da comunidade local do Movimento dos Focolares, têm uma lembrança muito viva daquela tragédia. “Eu não sei dizer quantas vezes nós, toda a família reunida, rezamos o terço – nos conta Ryan – e, depois que passou o furacão, só o teto da nossa casa ficou danificado”. E Micha Jane: “Meu pai nos abrigou no banheiro porque é a única parte da casa construída com tijolos e cimento; todas as vezes que a casa tremia e os objetos batiam do lado de fora da parede do banheiro, eu tinha a impressão de ser atingida. Então eu comecei a concentrar-me na oração e senti que, aos poucos, o meu medo desapareceu”.
Era já noite quando cessou o furacão. “Espalharam-se notícias de roubos nas casas, de pessoas mortas; mais uma vez, encontramos a força de pedir ajuda a Deus e, ao mesmo tempo, compreendemos que deveríamos ser mais prudentes e cautelosos”.
Os dias seguintes foram muitos difíceis. Um vento fortíssimo arrancou tetos, destruiu casas, derrubou arvores e causou ondas gigantescas no oceano que, em poucos minutos, submergiram uma parte da cidade.
Faltava eletricidade e água; os meios de comunicação foram danificados e não foi possível comunicar nem pelo celular. Os contatos telefônicos só voltaram muitos dias depois.
Micha Jane continua o seu relato: “Durante a noite reinava um grande silêncio e, vez ou outra, nós ouvíamos disparos. A maioria dos nossos vizinhos e amigos abandonou a cidade e foi para Cebu ou Manila, com os aviões militares. Alguns parentes tentaram convencer o meu pai a abandonar a cidade. Mas, ele e minha mãe, ao invés, decidiram permanecer. Eles nos explicaram que optaram por assumir a responsabilidade de socorrer as pessoas que estavam passando dificuldades. Durante vários dias nós ajudamos o papai e a mamãe a distribuir os bens de primeira necessidade que começamos a receber e fomos visitar os sobreviventes do furacão”.
Ryan continua: “Eu pensei que ficaria abatido pela falta da Internet e da televisão… mas, ao contrário, eu me dei conta que visitar as pessoas e amá-las nos traz alegria e vida”. Micha Jane confirma: “A nossa vida tornou-se ainda mais simples. Meu irmão limpa o chão da casa, eu recolho e dobro a roupa que a mamãe lava. Nós fizemos uma tabela para lavar os pratos: o meu turno é depois do café da manhã e o do meu irmão é após o almoço. Nós encontramos a verdadeira alegria ajudando-nos! Os nossos dias são cheios de atividades e nos sentimos bem com isso. Eu entendi que a verdadeira felicidade é amar as pessoas!”.
Não foi ainda superada a situação de emergência nas regiões mais atingidas. Terminada a fase de primeiros socorros, inclusive com a ajuda da AMU (Ação por um Mundo Unido, ONG) e da AFN (Ação por Famílias Novas, ONLUS), ambas dos Focolares, teve início o projeto de restauração e de reconstrução de cerca quarenta casas. A convicção destas famílias, a começar pelas crianças, é que a potência do Evangelho e da oração feita juntos realizará tudo o que é ainda necessário.
Como doar:
Associazione Azione per un Mondo Unito – Onlus
Banca Popolare Etica, filial de Roma
Codice IBAN: IT16G0501803200000000120434
Codice SWIFT/BIC CCRTIT2184D
Causal: emergência tufão Hayan Filipinas
AÇÃO FAMÍLIAS NOVAS Onlus
c/c bancária n° 1000/1060
BANCA PROSSIMA
Cod. IBAN: IT 55 K 03359 01600 100000001060
Cod. Bic – Swift: BCITITMX
MOVIMENTO DOS FOCOLARES EM CEBU
Payable to : Emergency Typhoon Haiyan Philippines
METROPOLITAN BANK & TRUST COMPANY
Cebu – Guadalupe Branch
6000 Cebu City – Cebu, Philippines
Tel: 0063-32-2533728
Conta bancária: WORK OF MARY/FOCOLARE MOVEMENT FOR WOMEN
Euro Bank Account no.: 398-2-39860031-7
SWIFT Code: MBTCPHMM
Causal: emergência tufão Hayan Filipinas
Email: focolaremovementcebf@gmail.com
Tel. 0063 (032) 345 1563 – 2537883 – 2536407
31 Jan 2014 | Sem categoria
“Trabalho como funcionário público no setor da pesca e recursos marinhos, e durante os meus 22 anos de matrimônio fui transferido cinco vezes para diferentes lugares do Japão”. Conta Nagatani Hiroshi, focolarino casado, com três filhos. Nascido e educado numa família budista, o Nagatani decidiu ser batizado seguindo a sua esposa, católica. “Pensava que, deste modo, poderia oferecer aos nossos filhos uma única referência religiosa, num contexto social espiritualmente mais variado”, relata. Em 1993, o Nagatani e a esposa entraram em contato com a espiritualidade da unidade e encontraram o impulso para viver as palavras do Evangelho, colocando-se ao serviço dos outros, sobretudo na formação espiritual dos leigos da própria paróquia. Todavia, a vida da família foi cheia de mudanças e isto “implica também um lado aventuroso”, salienta Nagatani. “Uma vez fomos morar todos juntos na ilha de Tsushima, onde a igreja católica não existia. No início, sentimo-nos completamente perdidos, depois tornamo-nos amigos do pastor anglicano da ilha e começamos a frequentar a liturgia anglicana aos domingos. Graças a esta amizade, quando um sacerdote católico começou a vir nos visitar, o pastor anglicano de bom grado pôs à disposição a sua igreja para a celebração da missa católica. Deste modo, os católicos da ilha começaram a reunir-se e assim pudemos dedicar-nos ao seu crescimento espiritual”. Recentemente, Nagatani e a esposa começaram a fazer parte da comissão organizadora dos cursos de preparação para o matrimônio para casais jovens na diocese. De modo particular, apresentam as aulas sobre a procriação e a vida. “A minha esposa, que é obstetra, aborda o assunto do ponto de vista técnico específico, enquanto eu falo sobre os relacionamentos familiares, isto é, de que modo enfrentar e resolver juntos os vários problemas. Neste serviço posso transmitir aos jovens o quanto foi importante para a nossa vida familiar um pensamento de Igino Giordani, segundo o qual quando um casal não vive o amor recíproco está desperdiçando tempo”.
30 Jan 2014 | Sem categoria
O ano 2014 é especial para o ecumenismo: passaram-se 50 anos da publicação da Unitatis Redintegratio, o documento do Concílio Vaticano II que promove a unidade entre todos os cristãos. Nele denuncia-se a divisão, que “não apenas se opõe abertamente à vontade de Cristo, mas também é um escândalo para o mundo e compromete a causa mais santa de todas: a pregação do Evangelho a toda a criatura”.
Nestes 50 anos, foram dados muitos passos por parte das Igrejas cristãs: pedidos de perdão, reconhecer-se irmãos, procurar superar – também do ponto de vista teológico – as questões mais delicadas. Foram 50 anos de diálogo da vida.
Deste modo, a Semana de Oração 2014 – preparada pelos cristãos do Canadá – assumiu um significado especial, onde também as manifestações mais simples, consideradas neste horizonte mais amplo, adquirem e potencializam este caminho comum.
“Em Cáceres tivemos uma hora de oração com os irmãos da Igreja evangélica”, escreveram Paco e Pilar, católicos da Espanha. “Foi muito bonito rezar o Pai Nosso em unidade. Uma grande experiência!”.
“Também no Equador”, escreveu Jackeline Reyes, “participamos num oitavário de celebrações ecumênicas. Sente-se um forte espírito de fraternidade e alegria profunda. É um caminho de esperança”.
Em Pozzuoli (NA-Itália), viveu-se um intenso momento ecumênico entre católicos e evangélicos da Igreja Batista, com uma participação inesperada. Maria Clara Tortorelli conta: “Pela primeira vez, não só o pastor estava presente, mas o “povo”. Éramos muitas “pessoas da outra porta”. Depois, reconhecemo-nos no trabalho, no bairro, no mercado, no hospital…e foi tudo mais simples. Nasceu um relacionamento de confiança. Os cânticos foram animados por músicos de vários grupos. Havia uma orquestra improvisada, mas compacta, porque cada um tinha aprendido os cânticos dos outros. A apresentação dos dons foi um momento muito sugestivo: a Bíblia, como sinal da Palavra, um ramo de flores para exprimir a beleza e a harmonia da unidade na diversidade, um pergaminho com o testamento de Jesus, o TAO e um avental como sinal do serviço”.
Permanecendo ainda na Itália, na Sardenha, na Igreja Greco-ortodoxa de Quartu Sant’Elena, estavam presentes os pastores e os representantes de todas as Igrejas de Cagliari: Luterana, Batista, Adventista e os sacerdotes da Igreja Greco-ortodoxa, da Igreja Ortodoxa russa e da Ortodoxa romena. Durante o oitavário, as diferentes Igrejas promoveram encontros de oração segundo o próprio estilo. Os batistas fizeram um estudo bíblico da carta de Paulo aos Coríntios; os adventistas, um momento de reflexão e cânticos sobre os textos sugeridos para a Semana de Oração; bem como os seminaristas católicos do seminário regional de Cagliari. Os ortodoxos propuseram a oração das Vésperas, enquanto, domingo (19) realizou-se a celebração ecumênica, preparada por uma comissão mista das várias Igrejas, animada por um coro ecumênico.
Foi uma semana, escreveram Anna e Vittorio, “onde os relacionamentos pessoais com os representantes das Igrejas cresceram muito, relacionamentos fraternos que se mantém há muitos anos”.
Quem sabe quantos episódios de (extra)ordinária fraternidade aconteceram ainda no mundo inteiro durante a Semana Ecumênica. Convidamos-te para contar a tua história de ecumenismo enviando um comentário para www.focolare.org!
No hemisfério sul a SOUC será celebrada, como habitualmente, no període de Pentecostes, durante o mês de junho.