Movimento dos Focolares
“ZENIT”, o novo CD do Gen Rosso

“ZENIT”, o novo CD do Gen Rosso

 O Gen Rosso festeja os seus 40 anos de atividade com uma nova produção discográfica. São dez músicas escolhidas entre as canções mais importantes e apreciadas dentre as mais de 300 do seu repertório, produzidas agora com novos arranjos, e uma parte inédita. “Zenit” é fruto de uma preciosa colaboração com vários músicos, mas sobretudo com a participação de famosos cantores italianos em dueto com os solistas do Gen Rosso: Francesco Guccini, Antonella Ruggiero, Rosalia Misseri, Francesco Silvestre (Modà), Cheryl Porter, Kate Kelly, deram voz a um álbum que conjuga mensagens e conteúdos com uma refinada sensibilidade musical, compartilhando a grande riqueza de valores dos quais o Gen Rosso foi sempre portador. “Zenit” foi apresentado à Imprensa na quinta-feira, dia 17 de novembro de 2005, no Campidoglio, na ‘Sala del Carroccio’, em Roma, com a presença dos artistas que colaboraram com a sua realização. O novo CD é distribuído pela Multimídia San Paolo. Uma parte da renda das vendas contribuirá para financiar um novo Centro multicultural e Inter-religioso em favor do diálogo entre os povos em Jerusalém. Multi-étnico de nascença, ecumênico por vocação, alto-falante musical do amor, da paz e da fraternidade: isto é o Gen Rosso, que em 40 anos de atividade e de entusiasmo, tem se afirmado como uma das expressões mais maduras da música inspirada nos valores da cultura cristã. Um projeto sempre com muitas formas: músicos, cantores, bailarinos e técnicos, sempre em movimento, que unem a própria bagagem profissional e humana para dar vida a uma experiência musical única e envolvente. 2 mil concertos, 170 turnês em 43 nações, 54 álbuns e 300 canções gravadas.  

Uma aventura iluminada pelo Infinito

Uma aventura iluminada pelo Infinito

 

 Gen Verde

Grupo Internacional de Teatro, Música e Dança, se apresenta, neste ano, com uma performance inédita.

Uma pergunta percorre o espetáculo: é possível fundir horizontes humanos e divinos? Conciliar terra e céu? O título do novo espetáculo é “O manto do mundo”. O manto representa os ideais que envolvem e unem, numa dimensão fraterna, homens e mulheres. Um musical de conotação poética, onde se fala e se canta das aventuras humanas iluminadas pela luz do Infinito.

O espetáculo, usando recursos de multimídia, prossegue com rápidos flashes, num ritmo envolvente. São utilizados elementos cênicos como pipas e estrelas, gotas de fogo e espelhos – para evocar figuras e momentos que levaram à rápida expansão do ideal da fraternidade, ao empenho concreto em diversos setores, ao diálogo inter-religioso e com os não crentes, nos espaços que tornam possível este encontro, a ética e a solidariedade». “Um espetáculo importante, não somente pela representação, dança ou canto, mas pela intensidade e clareza da mensagem que transparece nitidamente de cada palavra e de cada gesto”. (Jornal de Brescia)

Tema: o amor evangélico que, como o esplendor das estrelas, sabe recobrir de luz tudo o que é envolto pelas trevas da indiferença, do ódio, da violência…e transforma em “gotas de fogo” aqueles que se deixam contagiar. O musical relata a rápida expansão de um Ideal que tornou-se o Movimento dos Focolares. São encenadas outras páginas desta história, ainda não apresentadas no último trabalho do Gen Verde, “Primeiras Páginas”, que foi traduzido em 12 línguas e mostrado não só na Europa, mas também no Brasil, Coréia e Japão.

Em 11 de novembro próximo, o Grupo Gen Verde é esperado com o novo espetáculo no Palasport de Genzano, sobre as colinas romanas, depois de uma longa temporada em outras cidades da Lombardia, após os shows em Campanha, Puglia e Abruzzo. As próximas apresentações serão Ancona, Cesena, Imola, São Benedetto de Tronto, Cavezzo, Parma.

Impressões flashes sobre o Espetáculo de Milão

«São noites como esta que me fazem dizer diante das dificuldades: Não, não posso me entregar! Aquele sonho existe, existe verdadeiramente, é uma meta possível»

«Um espetáculo de peso que, se levado a sério, implica numa mudança de vida. Voltando para casa, disse a mim mesma: ‘Cheguei num outro mundo’. Tenho uma colega muito intransigente. Talvez eu, por primeiro deva tratá-la com amor. Não sei se terei coragem. Mas desejo ao menos experimentar, estou curiosa para saber se funciona e o que acontecerá».

Novembro de 2005

Com a bem-aventurança da mansidão, Jesus propõe um novo tipo de provocação: oferecer a outra face, fazer o bem a quem nos faz o mal, dar o manto a quem nos pede a túnica… Essa atitude vence o mal com o bem. A todos os que vivem assim, Jesus faz uma grande promessa:

“… receberão a terra em herança.”

Na promessa da terra podemos entrever uma outra pátria, a mesma que Jesus, na primeira e na última bem-aventurança, chama de “Reino dos céus”: a vida de comunhão com Deus, a plenitude da vida que nunca terá fim.
Quem vive a mansidão é feliz desde agora, porque já experimenta a possibilidade de transformar o mundo ao seu redor, sobretudo mudando os relacionamentos. Numa sociedade onde muitas vezes impera a violência, a arrogância, a prepotência, ele se torna “sinal de contradição” e irradia justiça, compreensão, tolerância, delicadeza, valorização do outro.

Os mansos, enquanto trabalham na edificação de uma sociedade mais justa e mais verdadeira, ou seja, evangélica, se preparam para receber em herança o Reino dos céus e para viver “nos céus novos e na nova terra”.

“Felizes os mansos, porque receberão a terra em herança.”

Para saber como viver esta palavra de vida, basta ver como Jesus viveu, Ele que disse: “Aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração”. Na sua escola, a mansidão aparece como uma qualidade do amor. Com efeito, o amor verdadeiro, que o Espírito Santo infunde nos nossos corações, é “alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, lealdade, mansidão, domínio de si”.

Certamente, quem ama não se agita, não tem pressa, não ofende, não insulta.

Quem ama se domina, é meigo, é manso, é paciente.

A “arte de amar” sobressai em todo o Evangelho. Muitas crianças também a aprenderam. Sei que brincam com um dado especial, conhecido como “o dado do amor”. Cada um de seus lados traz uma frase que ensina a amar, seguindo o ensinamento de Jesus: amar a todos; amar-se mutuamente; ser o primeiro a amar; “fazer-se um” com o outro; amar Jesus no outro; amar o inimigo. No início do dia jogam o dado e depois procuram colocar em prática a frase sorteada. E em seguida contam as próprias experiências.

Um dia, o pai de Francisco (um menino de três anos que mora em Caracas, Venezuela) chega em casa chateado por causa de um desentendimento com um colega de trabalho. Ele conta tudo à esposa, e também ela fica aborrecida com aquele homem. Francisco vai buscar o seu dado e diz: “Joguem o dado do amor!”.
Eles o jogam juntos. Na face do dado aparece “Amar o inimigo”.
Os pais entendem…

Se observarmos ao nosso redor, notaremos que existem pessoas que vivem no dia-a-dia uma maravilhosa mansidão.

Grandes personalidades que já deixaram esta terra – como João Paulo II, Madre Teresa de Calcutá, Roger Schutz – irradiaram a mansidão de tal maneira que influíram na sociedade e na história, e nos encorajam na nossa caminhada.

Chiara Lubich