Movimento dos Focolares
Semana Mundo Unido 2026 #Escolha Dialogar

Semana Mundo Unido 2026 #Escolha Dialogar

“É preciso ter a coragem de nos aproximarmos uns dos outros, de abrir-se ao encontro.

Esse não é apenas um lema para a Semana Mundo Unido, mas uma escolha que nós fazemos todos os dias. E, se agirmos assim, essa escolha se torna um caminho para a paz”.

Margaret Karram e Roberto Almada, Presidente e Copresidente do Movimento dos Focolares, em uma breve conversa, nos convidam a viver o diálogo com perseverança e a escolhê-lo concretamente no dia a dia.

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Semana Mundo Unido 2026: dar voz ao diálogo

Semana Mundo Unido 2026: dar voz ao diálogo

Ações, iniciativas, atividades e eventos mundiais para gerar uma rede capaz de viver e testemunhar que a fraternidade universal é realmente possível. É esse o impulso que anima a Semana Mundo Unido (SMU). Com o apoio de United World Project com o Movimento dos Focolares e Youth for a United World (Y4UW), essa ação global que ocorre todos os anos de 1 a 7 de maio, atravessa os continentes, oceanos e se torna uma ocasião concreta para transformar valores como unidade e paz em experiências compartilhadas.

Pessoas de culturas, idades e contextos diversos, cada um na própria cidade e comunidade, abraçam esse convite com o objetivo de criar espaços de encontro autêntico, conectar energias, ideias e testemunhos capazes de gerar uma mudança real.

A edição deste ano propõe um tema forte e atual: #ChooseToDialogue. Em um mundo marcado por conflitos e divisões crescentes, torna-se ainda mais urgente e significativo redescobrir o valor do encontro, da escuta e da compreensão recíproca. Escolher o “Diálogo” com coragem hoje significa se opor à lógica do desencontro e abrir caminhos de paz; superar as distâncias e transformar as diferenças em oportunidade de unidade. Qual é a proposta desta SMU? Um percurso cotidiano que convida a viver essa escolha em vários âmbitos:

• 1° de maio – Intercultura & Diálogo

• 2 de maio – Arte & Comprometimento Social

• 3 de maio – Saúde, Esporte e Ecologia

• 4 maggio – Economia e Lavoro + Educazione e Ricerca

• 5 de maio – Comunicação e Mídia

• 6 de maio – Cidadania Ativa e Política

• 7 de maio – Paz & Direitos Humanos

São vários os instrumentos e as propostas colocadas à disposição para realizar tudo isso, desde o Time-out, o convite para um momento de silêncio e oração compartilhada que une a todos que querem pedir pela paz, até a Inspiration Box, documento rico de ideias e sugestões para fazer durante a semana.

Entre os encontros imperdíveis:

  • Peace Got Talent – Living Peace, a transmissão de Living Peace International, que poderá ser acompanhada a partir das 14h (GMT+1, horário de Roma) de sábado, 02 de maio no YouTube (@unitedworldproject e @livingpeaceinternational), para se deixar inspirar pelos talentos de muitas pessoas e pelas mensagens de unidade e paz compartilhadas pelos jovens de todo o mundo.
  • Run4Unity: a corrida global pela paz. Ao meio-dia de cada fuso-horário, os jovens “passam o bastão” ao país seguinte, criando uma onda mundial de unidade que gira o planeta. Muitos países já estão organizando suas etapas para fazer parte dessa corrida global, como Brasil, Venezuela, Paraguai, Argentina, Uganda, Burundi, Nova Caledônia, Itália, Croácia, entre outros.
  • Primo Maggio Loppiano (Itália). De 01 a 03 de maio, a Mariápolis permanente internacional do Movimento dos Focolares próxima a Florença recebe uma nova edição do Primo Maggio di Loppiano, o festival da fraternidade dedicado aos jovens. ROOTS (raízes), à descoberta daquilo que nos une é o título da manifestação: três dias de encontro, histórias, reflexões, workshops, exposições, atividades educativas e esportivas dedicadas ao tema das raízes e da diversidade cultural. Um convite a se aprofundar, a redescobrir as próprias origens culturais e espirituais como ponto de partida para o encontro com o outro.
  • Também em Portugal, na Mariápolis Arco-Íris em Abrigada (Alenquer), o 1° de maio será uma ocasião de festa e de comprometimento em construir um mundo melhor. Promovido pelos Youth for a United World, o evento, com momentos de partilha e workshops, reunirá pessoas provenientes de todo o país e convidados de diversos continentes que acreditam que a fraternidade não é só um sonho, mas uma realidade que se constrói dia após dia, com gestos concretos de solidariedade, diálogo e esperança. O título do evento é: “Conecta-te. Tens coragem de construir pontes?”.

Por Maria Grazia Berretta

Líbano: a resistência da solidariedade

Líbano: a resistência da solidariedade

No turbilhão das notícias rápidas sobre a guerra no Líbano, as histórias individuais se perdem e os rostos humanos se apagam por trás de tantos deslocamentos e notícias sobre bombardeamentos. E a realidade, como revelam os testemunhos, é muito mais profunda e dolorosa do que os noticiários mostram. Neste “tempo de guerra”, centenas de milhares de libaneses vivem em uma condição de deslocamento constante, como se fosse um destino que muda a cada nova onda de violência. Mas, em meio a essa escuridão, surgem também rostos humanos que buscam restituir o significado à vida.

Desde o início da escala e com a expansão dos ataques aéreos e das ordens de evacuação, o deslocamento não é mais um evento isolado, mas se tornou um estilo de vida. Estão sendo evacuadas não somente áreas isoladas, mas regiões inteiras, do sul de Bekaa até o coração da capital Beirute. Nesse cenário, o número de deslocamentos passa dos milhões, em uma das maiores ondas de deslocamento interno na história recente do país. São muitas as vítimas civis.

Por trás desses números, se escondem histórias humanas que resumem a tragédia. Zeina Chahine conduziu algumas entrevistas para contar as dores das pessoas e, ao mesmo tempo, a grandeza da ação humanitária que se torna encontro, consolo e força coletiva contra a injustiça.

Marwan, um dos refugiados do sul, resume a experiência com uma frase dolorosa: “Estamos desaparecendo lentamente”. Não é só uma metáfora, mas a descrição de uma vida que está sendo consumida gradualmente, em que as pessoas perdem a casa, o trabalho e a estabilidade, sem perder completamente a esperança… mas ela se desgasta. Marwan acrescenta que até a ideia de retorno mudou: não sonha mais com sua casa, mas simplesmente em voltar, de qualquer forma possível.

Já Nawal conta sobre o momento da fuga forçada: um telefonema no meio da noite, poucos minutos para pegar o que é possível carregar e a fuga sob os bombardeamentos. “O que devemos levar?”, é uma pergunta que resume a impotência diante da velocidade do desabamento. Uma pequena mala em vez de uma vida inteira deixada para trás. Ela também, como muitos outros, não se deslocou somente uma vez, mas repetidas vezes, até que o retorno à “tábula rasa” se tornou parte da própria experiência.

As crianças e os jovens também pagam preço. Suleiman, 16 anos, não está na escola, está em um refúgio temporário, e resume a guerra dizendo: “É a minha cruz nesta vida”. Palavras que mostram como a guerra não rouba apenas o presente, mas também a inocência da idade.

Mas ao lado dessa dor também vive outra imagem, não menos presente: aquela da solidariedade humana. Entre escolas transformadas em centros de acolhimento e cantos superlotados da cidade, emergem voluntários e iniciativas individuais que buscam preencher o vazio da ausência. Pessoas que dormem no chão, com falta de bens essenciais, e tentativas graduais de fornecer colchões e cobertores. A necessidade não é somente de comida e água, mas também de tudo o que preserva a dignidade humana, como produtos de higiene pessoal… porque também nos deslocamentos o ser humano precisa se sentir com dignidade.

Abir, mãe e voluntária, vê a ajuda como um dever humano antes de tudo. Diz que o que mais toca é “o medo nos olhos das pessoas”, aquela ansiedade constante de um futuro incerto. Mas, ao mesmo tempo, observa também o forte impulso à solidariedade: “As pessoas correm para ajudar, sem pedir nada”. Em um contexto em que as instituições às vezes são limitadas, as iniciativas individuais se tornam a primeira linha de defesa da humanidade.

Esse encontro entre dor e solidariedade revela uma forte contradição: a guerra divide as pessoas, mas, ao mesmo tempo, cria espaços inesperados de solidariedade. É como se a sociedade, nos momentos de colapso, descobrisse a si mesma por meio de seus indivíduos.

E, apesar das diferenças das opiniões, o ponto comum permanece sendo o sentimento de desenraizamento e a rejeição à guerra e às suas tragédias. Com o passar do tempo, também a forma da esperança muda: de “se Deus quiser, voltaremos a encontrar nossas casas” para simplesmente “se Deus quiser, voltaremos”. Uma esperança que diminui, mas não se apaga.

Uma pergunta está na ponta da língua de todos: “Para onde iremos amanhã?”. Não é uma pergunta sobre um destino preciso, mas sobre o próprio destino.

E, apesar da dor, esses testemunhos revelam uma verdade dupla: a guerra fere profundamente o ser humano, sim, mas não consegue apagar a humanidade. Entre uma tenda e um refúgio, entre perda e nostalgia, nasce outra forma de resistência: a resistência da solidariedade.

Assim, enquanto alguns murcham lentamente, outros brotam com o que podem de solidariedade, mantendo a vida possível. Porque a fé, na fraternidade humana, é uma realidade que temos no nosso interior, vivendo e praticando, transmitida pelos nossos pais e avós, até se tornar sangue nas nossas veias e parte da nossa civilização.

por Rima Saikali
Al Madina Al Jadida

Está ativa a emergência Oriente Médio. Cada contribuição permite confortar muitas famílias atingidas pelo flagelo da guerra: muitas perderam a casa, outras procurar refúgio em estruturas que abrem as portas apesar de ter recursos cada vez mais limitados.

Para contribuir clique aqui

Fotos: ©Pexels-Mohamad-Mekawi

Concidadãos de Loppiano: construindo juntos um futuro melhor

Concidadãos de Loppiano: construindo juntos um futuro melhor

Um regresso a Loppiano depois de muitos anos, sentimentos e sonhos reacendidos com a ideia de lançar novos projetos. É o que descreve Roberto Brundisini no lançamento do website dos concidadãos de Loppiano.

Voltei, um dia, para visitar Loppiano, onde morei por alguns anos atrás. E percebo que me sinto em casa. Fico admirado por ter ficado tanto tempo longe e penso em tantos que, como eu, perderam o contato com essa realidade. Compreendo e compartilho que este é o lar não só daqueles que vivem aqui, mas também daqueles que o amam. E sei que são muitos.

A notícia se espalha, circuitos adormecidos são reativados e, como que de um longo sono, rostos antigos e novos despertam. Loppiano está lá, está lá, ainda está lá! Os sonhos que haviam adormecido voltam à vida, com a determinação da humildade. Porque sonhos que permanecem na gaveta mofam.

Então, o que devemos fazer? Nos perguntamos. Por onde começar?

Ah, veja só, dizemos a nós mesmos, talvez possamos criar uma comunidade energética. Certo! – alguém responde. Talvez possamos estabelecer uma agricultura alternativa. Ótimo! Contribuir para a requalificação urbana e ambiental da Cidadela de acordo com os critérios da encíclica Laudato si’.

Que sonho! Pensamos: Por que não organizamos um centro de acolhimento onde possamos passar alguns dias relaxando e nos reeducando sobre a natureza e as relações humanas? Fantástico”, continua outra pessoa, “Gostaria de encontrar um ponto de encontro, um local para intercâmbios culturais entre jovens e talvez até artistas. Muito interessante! E se criássemos uma rádio online com alcance universal, dada a variedade de habilidades, experiências e conhecimentos que muitos de nós, espalhados pelo mundo, adquirimos ao longo dos anos? Outro sonho! (…)”

Durante nossa visita ao Centro Internacional, entrevistamos o presidente da Associação, Alessandro Agostini, e um de seus conselheiros, Nicola di Settimo.

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Nicola

Meu nome é Nicola e sou membro da Associação de Concidadãos. Significa “construtores cidadãos” de Loppiano, porque vivemos em Loppiano quando jovens por alguns anos e depois a vida nos levou para o outro lado do mundo. Quase todos nós tivemos outras experiências profissionais desde então.

Alessandro

Meu nome é Alessandro, sou originário da Úmbria e sou o presidente desta nova associação chamada “Co-cittadini di Loppiano” (Concidadãos de Loppiano, ndt). Ela foi fundada há cerca de três anos. Atualmente, atende aos nossos membros em 11 países, e somos cerca de cinquenta homens e mulheres de diversas origens e profissões.

Nicola

Para nós, é um retorno, por um lado, à nossa juventude, mas também à escolha fundamental de nossas vidas que nunca abandonamos: seguir o ideal de Chiara Lubich de “Que todos sejam um”, de amor mútuo. Agora queremos dar uma contribuição concreta, realizando ações concretas em prol de Loppiano.

Alessandro

É cada vez mais necessário nos unirmos como comunidade, como um todo. Em tempos tão difíceis como os que o mundo atravessa, precisamos que as pessoas se unam para lutar por uma humanidade justa e correta. Por isso, estamos aqui para dar a nossa pequena contribuição. Muitos, como nós, viveram em Loppiano, e a Cidadela nos une porque a construímos ao longo dos dois anos que passamos aqui. Esta é uma oportunidade para nos reunirmos e, portanto, mesmo aqueles que já não fazem parte da Obra de Maria, ou que ainda guardam com carinho esta cidadela e a construção de um mundo unido, temos o prazer de recebê-los e incluí-los em nossa Associação.

Nicola

Sim, em todo caso, a ideia é criar uma comunidade aberta a todos, portanto, às pessoas que amam Loppiano e querem mantê-la viva. Então, gostaríamos de canalizar essas forças para, repito, dar uma mãozinha na construção, para continuar ajudando Loppiano a crescer.

Entrevista de Anna Lisa Innocenti e Carlos Mana

Montagem: Joaquín Masera

Site: https://www.cocittadinidiloppiano.org

Emergência Oriente Médio: resultados e histórias de solidariedade

Emergência Oriente Médio: resultados e histórias de solidariedade

Nos últimos anos, o Oriente Médio atravessou uma das fases mais difíceis da sua história recente. Guerras, instabilidade política e emergências econômicas atingiram milhões de pessoas, obrigando famílias inteiras a deixarem as próprias casas e colocando em risco o acesso aos bens mais essenciais. Neste contexto, os projetos apoiados pelas coletas de fundos para a Emergência Oriente Médio, do Movimento dos Focolares, gerenciados por AMU e AFN, procuraram dar respostas concretas às necessidades mais urgentes, auxiliando, no total, 3.337 pessoas, graças à utilização de 362.754 euros destinados às ajudas humanitárias.

O dia 7 de outubro de 2023 deu início a uma nova fase do conflito na Faixa de Gaza. Segundo as Nações Unidas, cerca de 90% da população foi constrangida a deixar a própria casa e quase toda a população deve enfrentar, hoje, níveis extremos de insegurança alimentar.

Em colaboração com a rede local, especialmente a Cáritas Jordânia e o Patriarcado Latino de Jerusalém, foi possível ajudar 1.750 pessoas desabrigadas. As intervenções consistiram na aquisição e distribuição de bens de primeira necessidade, apoio alimentar e acolhida de centenas de pessoas em duas paróquias. Além de comida e remédios, foi oferecido um lugar seguro, onde encontrar reparo e assistência.

Fotos 1: © Caritas Jordan – 2 e 3 © Patriarcato Latino di Gerusalemme

Em 2024, o aumento das tensões no sul do Líbano provocou mais de um milhão de refugiados. Muitas famílias tiveram que deixar tudo e buscar refúgio em outro lugar.

Graças à colaboração com a associação local Humanité Nouvelle, 195 pessoas foram acolhidas no Centro Mariápolis “A Fonte” e no Instituto Rééducation Audio-Phonétique (IRAP), na província de Beirute. Lá os refugiados receberam hospitalidade, alimentação, assistência médica, roupas e itens de higiene.

Uma atenção especial foi dada às crianças e adolescentes: foram organizadas sete salas de aula para 39 estudantes de até 15 anos, permitindo que continuassem os estudos inclusive naquelas condições. Atividades recreativas, momentos de partilha e iniciativas promovidas por jovens voluntários, contribuíram para que se criassem espaços de esperança numa situação marcada pela incerteza.

Sempre no Líbano, teve prosseguimento o projeto “APOIEMOSoLíbano”, criado para dar condições às pessoas que devem enfrentar os altos custos dos tratamentos, num sistema sanitário cada vez mais frágil. O projeto sustentou 112 pessoas, oferecendo ajuda para a compra de remédios, apoio psicológico e apoio para internações hospitalares.

Outra ação foi destinada a apoiar pequenos produtores agrícolas. Com a iniciativa “Do Líbano para todo o Líbano”, foram comprados produtos agrícolas e artesanais de pequenos produtores, distribuídos depois às famílias desabrigadas da área metropolitana de Beirute. Esse projeto envolveu 80 pessoas, contribuindo seja com a necessidade alimentar, seja com a proteção das atividades econômicas locais.

Fotos: © Focolari Libano

Após 14 anos de guerra, a Síria continua a viver uma situação extremamente delicada. Em 2024, durante uma fase de transição política, sem um aviso prévio, muitas famílias ficaram sem acesso ao dinheiro por causa do fechamento temporário dos bancos.

Graças à rede local do Movimento dos Focolares foi possível dar um apoio financeiro a 305 famílias de Alepo, Damasco, Homs e outras cidades, chegando a cerca de 1.200 pessoas. A contribuição permitiu que eles enfrentassem as despesas mais urgentes: necessidades diárias como comida, remédios e bens de primeira necessidade.

Para além dos números, estes projetos contam histórias de solidariedade e de colaboração entre realidades locais e internacionais. O objetivo não é apenas responder à emergência imediata, mas também reforçar os laços de comunidade e sustentar a resiliência das pessoas envolvidas.

Aos cuidados da Coordenação Emergências do Movimento dos Focolares

Para oferecer uma contribuição à Emergência Oriente Médio, clicar aqui.

Header: © Patriarcato Latino di Gerusalemme

Emergência Oriente Médio

Emergência Oriente Médio

As notícias provenientes do Oriente Médio suscitam crescente consternação em muitas pessoas que sinceramente desejam paz e segurança para todos, e não apenas para alguns. Infelizmente, os apelos de pessoas competentes para que o conflito armado dê lugar novamente à diplomacia e os apelos à oração pela Paz parecem vãos e ingênuos.

Mas justamente pela gravidade dos eventos atuais, que infelizmente se somam e amplificam com outras crises bélicas e humanitárias, é necessária uma resposta corajosa e profética por parte de cada pessoa, de cada cidadão que considera o Bem Comum e a Paz como primordiais.

Também o Movimento dos Focolares, que tem comunidades que vivem em muitas das áreas afetadas pelos conflitos, renova o seu compromisso em vários níveis: desde a ajuda de emergência às populações mais frágeis, forçadas a viver na incerteza e no medo sem qualquer forma de sustento, até as ações de cidadania ativa junto às instituições e na sociedade civil.

Assim, a Coordenação de Emergências do Movimento dos Focolares renova um apelo à solidariedade para ajudar as milhares de famílias em fuga: muitas perderam suas casas, outras procuram refúgio em estruturas que reabrem suas portas apesar dos recursos cada vez mais limitados. Neste cenário em constante mudança, queremos permanecer ao lado de quem sofre, prontos para apoiar iniciativas locais de acolhimento e ajuda concreta.

Cada contribuição permitirá levar alívio imediato e imaginar, juntos, caminhos de esperança e reconstrução.

Convidamos todos a se unirem a este compromisso: a Paz também se constrói assim, decidindo não virar as costas.

É possível fazer a doação online

Ou por transferência bancária para as seguintes contas correntes:

Azione per un Mondo Unito ETS (AMU) IBAN: IT 58 S 05018 03200 000011204344 – Banca Popolare Etica Codice SWIFT/BIC: ETICIT22XXX

Azione per Famiglie Nuove ETS | Banca Etica – filiale 1 di Roma – Agenzia n. 0 | Codice IBAN: IT 92 J 05018 03200 000016978561 | BIC/SWIFT: ETICIT22XXX

Motivo: Emergência Oriente Médio

Para essas doações são previstos benefícios fiscais em muitos países da União Europeia e em outros países do mundo, segundo as normas locais. Os contribuintes italianos poderão obter deduções no Imposto de Renda, de acordo com a legislação prevista para as ETS (Entidades do Terceiro Setor).

Foto gentilmente cedida pelo Patriarcado Latino de Jerusalém