25 Mai 2018 | Sem categoria
O Instituto Universitário Sophia inaugurará, no próximo mês de junho, o primeiro módulo do curso “As transformações globais e a Europa”. O curso, num total de 18 horas, conduzido por Léonce Bekemans, titular da Cátedra Jean Monnet Ad Personam “Globalização, Europeização e Desenvolvimento Humano”, se propõe indagar o papel das cidades como laboratórios de integração e dos cidadãos como primeiros atores no processo de relançamento do projeto europeu. As aulas apresentarão o estado do processo de integração, refletindo sobre conceitos como autonomia, inclusão e cidadania europeia. Particular atenção será dada aos sistemas de governança e à sua dimensão local e regional. O curso será aberto com um preâmbulo de Romano Prodi com o título: “A Europa de hoje. Qual Europa amanhã?”. O módulo é dirigido a profissionais, docentes das escolas primárias e secundárias, estudiosos, administradores e operadores da comunicação. Docentes e dirigentes escolares poderão usufruir da Carta do docente (MIUR 170/2016). 15 bolsas de estudo estão à disposição para jovens até 30 anos. Para informação e inscrições: www.sophiauniversity.org, globalstudies@iu-sophia.org.
10 Mai 2018 | Sem categoria

Foto © D. Salmaso – CSC Audiovisivi
“Quero elevar o olhar para o horizonte e convidar-lhes a elevá-lo junto comigo, para olhar com fidelidade confiante e com generosidade criativa para o futuro que começa já hoje”. Na sua primeira visita a Loppiano, primeiro Pontífice a encontrar a cidadela do Movimento dos Focolares nas proximidades de Florença, Papa Francisco lança um desafio à comunidade presente, para a Igreja universal e para a humanidade inteira: “construir uma cultura compartilhada do encontro e uma civilização global da aliança”. Uma cultura que seja uma resposta à lacerações deste tempo, marcado por uma pobreza crescente e pelo drama das migrações forçadas. “Na mudança de época que estamos vivendo” – observa o Papa – é preciso “empenhar-se para “traçar estradas novas a serem trilhadas juntos”, e precisamos de “homens e mulheres, jovens, famílias, pessoas de todas as vocações e profissões” que estejam à altura desta tarefa. 
Foto © R. Bassolino – CSC Audiovisivi
Do sagrado do Santuário dedicado à Maria Theotokos, Mãe de Deus, às sete mil pessoas presentes, filhos espirituais de Chiara Lubich, fundadora dos Focolares, o Santo Padre lançou o desafio da “fidelidade criativa: ser fieis à inspiração originária e juntos ser abertos ao sopro do Espírito Santo e empreender com coragem os caminhos novos que ele sugere”. Para fazer isto – observou Francisco – é preciso “humildade, abertura, sinergia, capacidade de arriscar”, e depois praticar o “discernimento comunitário”, isto é, “é preciso a escuta de Deus até sentir com Ele o grito do Povo, e é preciso a escuta do Povo até respirar a vontade à qual Deus o chama”. Uma tarefa compromtedora a qual se pede fidelidade mesmo quando o entusiasmo das origens deixa o passo – para os movimentos – à procura de novos caminhos para atualizar o carisma. Respondendo às perguntas dos Focolares, o Papa citou então o apóstolo Paulo e convidou a mirar duas palavras chaves: parresia e hyponomè. A primeira exprime “a coragem e a sinceridade no dar testemunho da verdade e ao mesmo tempo a confiança em Deus e na sua misericórdia”, o antídoto contra “todo falso temor, toda a tentação de esconder-se numa vida tranquila, na respeitabilidade”. A segunda traduz a perseverança nas “situações empenhativas que a vida nos apresenta”, e baseia-se na consciência do amor de Deus que “nos torna capazes de viver com tenacidade, serenidade, positividade, fantasia…e também um pouco de humorismo”. O Pontífice convidou ainda a trazer a memória os primeiros dias, quando Chiara Lubich imaginou Loppiano como “um modelo de cidade nova no espírito do Evangelho”, expressão de um povo unido na diversidade e com o coração na Eucaristia, fonte de uma vida nova. Um povo que o Papa exortou a sair “para lançar o fermento do Evangelho na massa da sociedade” principalmente onde existe pobreza, sofrimento e busca. “O carisma da unidade – disse – é um estímulo providencial e uma ajuda potente a viver esta mística evangélica do Nós”. 
Foto © R. Orefice – CSC Audiovisivi
Mas a renovação da cultura não pode não exigir um novo tipo de formação. Em Loppiano, que nasceu também como cidade-escola com centros de estudo como a Universidade Sophia, o Papa exortou a inaugurar um “pacto formativo” baseado no diálogo e na proximidade, para “exercitar juntos as três linguagens: da mente, do coração e das mãos”. Nesta perspectiva – acrescentou – “é importante que em Loppiano exista um centro universitário destinado a quem procura a Sabedoria e tem como objetivo a construção de uma cultura da unidade”: uma experiência acadêmica “de fronteira”. Mas é principalmente Maria – concluiu Francisco – “a escola a seguir (…) para aprender a conhecer Jesus, a viver de Jesus e com Jesus”: “e não esqueçam que Maria, a primeira discípula de Jesus, era uma leiga. Ela é a mulher da fidelidade, da coragem, da parresia, da paciência”. Na cidade de Loppiano o convite do Papa ecoou uma intuição de Chiara Lubich, “primeira pedra” da Obra de Maria, e ressoa consolidando um caminho: “O nosso desejo – são as palavras de Maria Voce, presidente dos Focolares – é que quem visita esta cidade encontre uma casa, uma família, uma mãe: Maria! É ela que forma e informa cada expressão da vida social do Movimento dos Focolares (…) é ela que no Magnificat indica-nos um programa de vida e de ação e impulsiona-nos a abrir as portas do coração para todos aqueles que sofrem, que procuram a felicidade”.
Foto em Flickr 
10 Mai 2018 | Sem categoria

Foto © D. Salmaso – CSC Audiovisivi
Nas estradas ainda envolvidas pela neblina da manhã, desde as primeiras horas do dia, “o povo de Loppiano” dirigi-se rumo à cidadela, que se localiza a 20 km de Florença, Itália. As formas dos vestidos e os chapéus de várias cores revelam proveniências também de muito longe. Mas ninguém pode considerar-se “distante” deste pedaço de mundo que está para receber e assumir como próprias as palavras do Papa. Roger, 26 anos, vem da Costa do Marfim. Vive na cidadela internacional há pouco mais de um ano. «Desde que recebemos o anúncio da visita do Papa, como cidadãos de Loppiano perguntamo-nos como poderíamos recebê-lo, para que ele pudesse encontrar aquele povo do Evangelho. Dividimo-nos em pequenos grupos para compartilhar as experiências quotidianas do Evangelho vivido. Este é o presente que queremos dar-lhe. É bonito receber a sua visita, mas vai ser ainda mais bonito depois, viver aquilo que ele nos dirá». E Franco Galli, corresponsável pela cidadela junto com Donatella Donato Di Paola: «Este tempo foi a ocasião para assistir a ação de Deus. 
Foto © R. Orefice – CSC Audiovisivi
Agora estamos à espera de ouvir aquilo que ele traz no seu coração para nos dizer. Existem grandes mudanças acontecendo no mundo. O Papa nos fará ver a realidade com os seus olhos». Rodeado pelo grupo dos monges budistas que como ele chegou da Tailândia, vestindo a típica tunica de cor laranja, encontramos também Prahama Thongratana Tavorn, que em Loppiano é conhecido como Luce Ardente (Luz Ardente). Um ‘monge itinerante’, que atravessa o seu país, visitando escolas, cárceres, levando por toda a parte uma mensagem de paz. Na Itália, e especialmente em Loppiano, Luce Ardente é de casa. Ao aproximarmo-nos dele não se pode não ficar fascinados pela alegria que transparece das suas palavras, numa língua doce e muito musical. Graças à ajuda do intérprete explica-nos: «No budismo nós dizemos que já nos conhecemos nas nossas vidas precedentes. Por isso, quando encontramo-nos, não nos conhecemos, mas nos reconhecemos, porque já somos irmãos, existe algo que nos acomuna desde sempre». Passaram-se apenas 20 minutos da aterrissagem do Papa Francisco na cidadela internacional. Mas parece uma eternidade. São minutos densos de emoção, com o som festivo dos sinos que interpretam um senso de acolhimento que não encontra palavras para exprimir-se. “O sol voltou”, canta o Gen Rosso e realmente o sol volta a brilhar, inesperadamente, depois da chuva forte do dia anterior. Papa Francisco, depois de passar no meio da multidão em festa, entra no santuário intitulado à “Mãe de Deus”, à qual ao mesmo tempo, no sagrado, são dedicadas as notas que a saúdam como “Mãe dulcíssima”. 
Foto © CSC Audiovisivi
Há quatro anos, por ocasião do 50° aniversário de Loppiano, Papa Francisco havia augurado à cidadela de “olhar para frente, sempre, e mirar alto com confiança, coragem e fantasia”. Relembrando estas palavras, Maria Voce toma a palavra. «Procuramos deixar-nos conduzir por estas suas palavras. Obrigada, Santidade, em nome de todo o Movimento dos Focolares, que vê nesta sua visita um olhar do amor de Deus”. Depois de uma apresentação do perfil variado da cidadela, são dirigidas ao Papa Francisco algumas perguntas e, ao respondê-las ele exorta dizendo, entre outras coisas: «Em Loppiano todos sentem-se em casa. Eu quis vir visitá-la porque Loppiano quer ser uma ilustração da missão da Igreja hoje». O Papa convida à perseverança, com tenacidade, serenidade, positividade, e também humorismo, “o comportamento humano que mais se aproxima da graça de Deus”. «O carisma da unidade é uma ajuda a viver a mística evangélica do nós, isto é, a caminhar juntos na história dos homens. O oposto do individualismo é o “nós”. Em Loppiano – continua o Papa – vive-se a experiência de caminhar juntos». Mas, adverte, «a história de Loppiano não está senão começando, é uma pequena semente lançada nos sulcos da história. Urgências dramáticas pedem o máximo. é preciso empenhar-se não apenas pelo encontro entre as pessoas, as culturas e os povos, mas para vencer todos juntos o desafio memorável de construir uma cultura compartilhada do encontro e uma civilização global da aliança». “A realidade muda, o medo não me bloca, eu começo novamente daqui”. Ao som das notas dos grupos musicais de Loppiano partiu, e transcenderá os seus pequenos confins, o apelo a construir uma cultura do “nós”. Chiara Favotti
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26 Abr 2018 | Palavra de Vida, Sem categoria
O apóstolo Paulo escreve aos cristãos da região da Galácia. Eles tinham acolhido por meio dele o anúncio do Evangelho, mas agora ele os recrimina por não terem compreendido o significado da liberdade cristã. Para o povo de Israel a liberdade foi um dom de Deus: Ele o arrancou da escravidão no Egito, conduziu-o rumo a uma nova terra e estabeleceu com ele um pacto de fidelidade recíproca. Paulo afirma com força que, assim como a liberdade foi um dom de Deus, a liberdade cristã é um dom de Jesus. Com efeito, é Ele que nos doa a possibilidade de nos tornarmos, Nele e como Ele, filhos de Deus, que é Amor. Também nós, imitando o Pai como Jesus nos ensinou e mostrou com a sua vida, podemos aprender a mesma atitude de misericórdia para com todos, colocando-nos a serviço dos outros. Para Paulo, essa aparente contradição da “liberdade de servir” é possível devido ao Espírito, o dom que Jesus fez à humanidade com a sua morte na cruz. Realmente, é o Espírito Santo que nos dá a força de sair da prisão do nosso egoísmo – com a sua carga de divisões, injustiças, traições, violência – e nos guia para a verdadeira liberdade. O fruto do Espírito, porém, é: amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, lealdade, mansidão, domínio próprio. A liberdade cristã, além de ser um dom, é também um compromisso. Antes de mais nada, é o compromisso de acolher o Espírito Santo no nosso coração, abrindo espaço para Ele e reconhecendo no nosso íntimo a sua voz. Chiara Lubich escrevia: […] Antes de tudo, devemos nos tornar cada vez mais conscientes da presença do Espírito Santo em nós. Carregamos no nosso íntimo um imenso tesouro, mas não nos damos conta disso suficientemente. […] E ainda, para que possamos ouvir e seguir a sua voz, devemos dizer “não” […] às tentações, cortando sem hesitar as sugestões que elas trazem; “sim” aos deveres que Deus nos confiou; “sim” ao amor para com todos os próximos; “sim” às provações e dificuldades que encontramos… Se agirmos assim, o Espírito Santo nos guiará, dando à nossa vida cristã aquele sabor, aquele vigor, aquela força de atração, aquela luminosidade que ela não pode deixar de ter se for autêntica. Então também quem está ao nosso lado vai perceber que não somos somente filhos de nossa família humana, mas filhos de Deus. De fato: o Espírito Santo nos convoca a deixarmos de fazer de nós mesmos o centro das nossas preocupações, para sabermos acolher, escutar, compartilhar os bens materiais e espirituais, perdoar, ou ainda, cuidarmos das pessoas mais diversas na variedade de situações que vivemos todos os dias. E essa atitude nos faz experimentar o típico fruto do Espírito Santo: o crescimento da nossa própria humanidade rumo à verdadeira liberdade. Com efeito, faz vir à tona e florescer em nós capacidades e recursos que, se vivermos fechados em nós mesmos, ficarão para sempre sepultados e desconhecidos. Portanto, cada ação nossa é uma ocasião, que não pode ser desperdiçada, para dizer “não” à escravidão do egoísmo e “sim” à liberdade do amor. O fruto do Espírito, porém, é: amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, lealdade, mansidão, domínio próprio. Quem acolhe no coração a ação do Espírito Santo contribui também para a construção de relações humanas positivas, por meio de todas as suas atividades do dia a dia, tanto familiares como sociais. Carlo Colombino, empresário, marido e pai, tem uma empresa no norte da Itália . Dos sessenta funcionários, cerca de quinze não são italianos e alguns deles têm um histórico de experiências dramáticas. Numa entrevista, ele contou ao jornalista: “Também o emprego pode e deve favorecer a integração. Eu trabalho em processos de coleta e reciclagem de materiais de construção; tenho responsabilidade para com o meio ambiente, o território no qual vivo. Alguns anos atrás, a crise bateu duro. O que fazer: salvar a empresa ou as pessoas? Tivemos de dispensar alguns funcionários, falamos com eles, procuramos as soluções menos dolorosas, mas foi dramático, coisa de tirar o sono. É um trabalho que posso fazer bem feito ou pela metade; eu tento fazê-lo do melhor modo possível. Acredito que as ideias contagiam positivamente. Uma empresa que pensa só no faturamento, nas contas, tem pouca chance de futuro, porque no centro de toda atividade deve estar o homem. Sou uma pessoa de fé e tenho a convicção de que não é uma utopia fazer a síntese entre empresa e solidariedade”. Portanto, somos convidados a atuar com coragem o nosso chamado pessoal para a liberdade, no ambiente em que vivemos e trabalhamos. Desse modo o Espírito Santo poderá atingir e renovar também a vida de muitas outras pessoas ao nosso redor, conduzindo a história para horizontes de “alegria, paz, paciência, amabilidade…”. Letizia Magri
27 Mar 2018 | Palavra de Vida, Sem categoria
Esta frase de Jesus faz parte de um longo diálogo com a multidão que viu o sinal da multiplicação dos pães e continua a segui-lo, talvez somente para receber Dele ainda alguma ajuda material. Jesus, partindo das necessidades imediatas deles, aos pouquinhos vai orientando sua pregação para o sentido da sua missão: Ele foi enviado pelo Pai a fim de dar aos homens a verdadeira vida, a vida eterna, ou seja, a mesma vida de Deus, que é Amor. Ele, caminhando pelas estradas da Palestina, “se faz um” com todos os que encontra: não deixa de atender a quem pede alimento, água, cura, perdão. Ainda mais: compartilha todas as necessidades e dá nova esperança a cada um que encontra. Por isso Ele pode pedir depois a cada um desses um passo a mais, pode convidar seus ouvintes a acolher a vida que nos oferece, a entrar em relação com Ele, a prestar-lhe confiança, a ter fé Nele. Comentando justamente esta frase do Evangelho, Chiara Lubich escreveu: Com estas palavras Jesus responde à aspiração mais profunda do homem. O homem foi criado para a vida; procura-a com todas as suas forças. Mas o seu grande erro está em procurá-la nas criaturas, nas coisas criadas, as quais, sendo limitadas e passageiras, não podem dar uma verdadeira resposta às suas aspirações. (…) Somente Jesus pode saciar a fome do ser humano. Somente Ele pode nos dar a vida que não morre, porque Ele é a Vida. “Em verdade, em verdade, vos digo: quem crê tem a vida eterna.” A fé cristã é acima de tudo o fruto de um encontro pessoal com Deus, com Jesus, que não deseja outra coisa senão fazer-nos participar da sua própria vida. Ter fé em Jesus significa aderirmos ao seu exemplo, não vivendo encurvados sobre nós mesmos, sobre os nossos medos, sobre os nossos programas limitados mas, pelo contrário, dirigindo a nossa atenção para as necessidades dos outros: necessidades concretas como a pobreza, a doença, a marginalização, mas sobretudo a necessidade de ser escutado, de ter com quem partilhar, de sentir-se acolhido. Desse modo poderemos comunicar aos outros, com a nossa vida, o mesmo amor recebido como dom de Deus. E, para fortificar-nos na nossa caminhada, Ele nos deixou também o grande dom da Eucaristia, sinal de um amor que doa seu próprio ser para fazer viver o outro. “Em verdade, em verdade, vos digo: quem crê tem a vida eterna.” Quantas vezes, durante o nosso dia, demonstramos confiança diante das pessoas ao nosso redor: o professor que dá instrução aos nossos filhos, o taxista que nos leva ao nosso destino, o médico que cuida da nossa saúde… Não é possível viver sem confiança. E esta é consolidada por meio do conhecimento, da amizade, do relacionamento que se aprofunda com o tempo. Então, como viveremos a Palavra de Vida deste mês? Continuando o seu comentário, Chiara nos convida a reavivar a nossa escolha e adesão total a Jesus: (…) E já sabemos qual é o caminho para chegar lá: (…) aplicar-nos de modo especial a colocar em prática aquelas palavras de Jesus que nos são trazidas à mente pelas várias circunstâncias da vida. Por exemplo: encontramos um próximo? “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (cf. Mt 22,39). Acontece algo que nos faz sofrer? “Se alguém quer vir após mim… tome a sua cruz” (cf. Mt 16,24), etc. Desse modo, as palavras de Jesus se iluminarão e Ele entrará em nós com a sua verdade, a sua força e o seu amor. A nossa vida será cada vez mais “viver com Ele”, “fazer tudo juntamente com Ele”. E até mesmo a morte física, que um dia nos espera, não poderá mais nos assustar, porque com Jesus já teve início em nós a verdadeira vida, a vida que não morre. Letizia Magri