2 Set 2019 | Sem categoria
Confiança, abertura, gratidão são as palavras com que a presidente do Movimento dos Focolares Maria Voce e o co-presidente Jesús Morán resumem o encontro com o Papa Francisco durante a audiência privada de 2 de setembro de 2019. “Levem adiante as profecias de Clara” foi o encorajamento do Papa. https://vimeo.com/357332500 Maria Voce: Acabamos de sair da audiência com o Papa. Foi um encontro belíssimo, de uma cordialidade extraordinária. Levamos de presente para ele o libro de Chiara sobre os Collegamentos, que ele apreciou, olhou com atenção, e também um ícone de Nossa Senhora que se chama “Alegria de todos os aflitos”. E ele gostou muito do título e também do ícone, porque disse que nunca tinha ouvido falar dele, e que ver estas pessoas – que se via que sofriam, que se dirigiam a Nossa Senhora – fez com que ele se lembrasse da última página de Manzoni sobre o lazareto, onde todos os leprosos rezam para Nossa Senhora, invocam Nossa Senhora nesta sua aflição. Mas todo o encontro foi caracterizado por uma grande confiança, por uma grande abertura, ele continuava dizendo: “Vão em frente, vão em frente”. Deve ter repetido umas mil vezes. Agradeceu pelo bem que fazemos e se sentia que estava realmente contente por nos ver. E: “Rezem por mim”. Então lhe garantimos que rezamos. A um certo ponto eu lhe disse: “Mas hoje, todos rezam, porque todo o Movimento sabe que estamos aqui com o senhor e todos rezam por este encontro, não só os católicos, mas todos”. E ele abriu os braços como que para envolver todos os que rezavam, inclusive os outros. Foi muito belo. Jesús Morán: Muito belo. Creio que tenha sido marcado pelo amor recíproco, porque ele continuava a nos dizer: “Eu lhes agradeço pelo que fazem, vão em frente”, e nós continuávamos a lhe dizer: “Nós apoiamos aquilo que o senhor faz; nós defendemos o seu pensamento”. Eu pensei logo naquela experiência de Chiara quando foi se encontrar com Paulo VI, que Paulo VI lhe disse: “Aqui tudo é possível”. Realmente lá tudo é possível. Depois é preciso ver concretamente, porém ele nos disse: “Vão em frente, levem em frente as profecias de Chiara”. Porque depois falamos de muitas coisas, inclusive concretas.
Maria Voce: Ele nos exprimiu mais uma vez o seu desgosto em ver que existem nacionalismos, que existem obstáculos para a paz, que existem conflitos inclusive entre os nossos. Ele disse: “Também no seio da Igreja (existem) alguns que pensam de modo diferente. Mas será possível que não aprendemos nada da história? Eu chorei – disse –, eu choro ao ouvir certas afirmações contra a paz e contra a compreensão recíproca”. Depois nos disse uma coisa que nos pareceu muito bela. Disse que certas vezes é melhor pedir perdão do que pedir permissão, que é preciso talvez errar para depois pedir perdão; muitas vezes é melhor fazer isto. Jesús Morán: Estava muito pesaroso porque certas contraposições continuam a provocar mortes. Diz: “Mas será possível que não aprendemos depois das guerras sangrentas que vivemos”? Falando da Europa, o vimos preocupado. Apresentamos para ele a Mariápolis Europeia. Como primeira coisa, falamos do Centenário de Chiara, e ele apreciou, sentiu que não é que o fazemos como uma comemoração, mas porque sentimos que o Carisma de Chiara é realmente atual. Maria Voce: Uma coisa que sentimos é que ele se preocupa muito pelos sacerdotes, pelos religiosos e pelos bispos, justamente no sentido de dizer: nos ajudem nestes campos.
1 Set 2019 | Sem categoria
Começou como uma escola para surdos-mudos, mas o IRAP é muito mais: entre as suas paredes, todos encontram um lar e, ao longo dos anos, surgiram oficinas de doces e de artesanato que geraram emprego e espaços de convivência. Uma história que diz que a integração não é uma exceção, mas a vida diária e o destino do povo libanês. https://vimeo.com/343607566
29 Ago 2019 | Sem categoria
Segunda-feira, 2 de setembro, às 10h45, a presidente e o copresidente do Movimento dos Focolares, Maria Voce e Jesús Morán, serão recebidos pelo Papa Francisco em uma audiência privada. Aproxima-se um ano importante para os Focolares: de 7 de dezembro de 2019 a 7 de dezembro de 2020, o Movimento lembrará o centenário do nascimento de Chiara Lubich. Com exposições, publicações e eventos, ele quer oferecer a muitos a possibilidade de conhecer melhor a fundadora e o seu “Carisma da Unidade”. O lema oficial do centenário, “celebrar para encontrar”, demonstra que não se trata de uma lembrança nostálgica, mas que a mensagem original de Chiara Lubich é mais do que nunca atual e envolvente. Nas recentes “Mariápolis europeias” nas montanhas Dolomíticas, os participantes, vindos de todo o continente, exprimiram a todos os povos europeus um forte convite para selarem um pacto de fraternidade entre eles. Este foi um exemplo da atualidade, inclusive política, da mensagem de Chiara. Também para a vida interna do Movimento, o ano do centenário será de grande importância: em setembro de 2020, ocorrerá a Assembleia Geral do Movimento dos Focolares que, além de eleger a presidente e o copresidente, dará ao Movimento as diretrizes para os próximos seis anos. Razões suficientes para informar o Papa Francisco sobre a vida atual do Movimento, sobre os projetos em andamento, sobre os desafios a serem enfrentados. O pedido de Maria Voce, endereçado ao Vaticano no dia 18 de junho de 2019, para encontrar o Papa em audiência privada, foi respondido muito rapidamente. Assim, o pontífice acolherá a presidente e o copresidente na próxima segunda-feira, 2 de setembro, às 10h45 (horário de Roma). Maria Voce nos convidou para rezarmos por este encontro “para que dê alegria ao Papa e seja uma graça para todo o Movimento dos Focolares”.
Joachim Schwind
28 Ago 2019 | Sem categoria
Campus em Bolonha (Itália) sobre a legalidade, promovido pelos Jovens por um Mundo Unido dos Focolares. Um espaço de formação, participação e ações sociais para ativar processos de mudança e reconstituição do tecido social. De 20 a 28 de julho, cerca de 40 jovens de quase todas as regiões da Itália encontraram-se em Bolonha (Itália) para um Campus durante o qual empenharam-se concretamente pelos outros. Conheceram e trabalharam com associações e grupos comprometidos no âmbito civil, como a integração dos imigrantes e a luta contra os jogos de azar. Colaboraram com centros de férias e juvenis, encontrando juntos modos diferentes e originais de trabalhar. “O Campus – explica Francesco Palmieri, um dos organizadores – foi inspirado na experiência realizada primeiro em Siracusa, há alguns anos atrás, que teve muito sucesso e depois repetiu-se em Roma e em Turim. Este ano, em Bolonha, os jovens identificaram o bairro da Cirenaica, que é multiétnico, onde a situação social é muito complexa. “O Campus é uma experiência de empenho civil que parte dos jovens para outros jovens como nós, para responder a uma pergunta: podemos fazer alguma coisa?”. Portanto, fala-se de empenho pessoal, também durante os momentos de formação com vários especialistas, como magistrados, professores universitários, além de voluntários, sacerdotes e leigos empenhados em primeira linha no âmbito civil. O tema da legalidade foi abordado sob vários aspectos, como o acolhimento a migrantes, a luta contra as máfias e o jogo de azar. “Esta experiência do Campus – continua Francesco – enriquece-nos e faz-nos voltar para casa com muitas respostas a perguntas que talvez nunca nos tínhamos feito.” Entre os especialistas esteve presente a prof. Adriana Cosseddu, responsável pela rede internacional Comunhão e Direito. Fizemos-lhe algumas perguntas: Os jovens dos Focolares lançaram, em 2018, “Pathways for a united world”, seis percurcos por um mundo unido com ações e introspecções sobre seis grandes temas. Depois do primeiro dedicado a economia, comunhão e trabalho, com o segundo, este ano pretende-se aprofundar direitos humanos, justiça, legalidade e paz. Quais são os objetivos? “Trata-se de percursos que, juntamente com as Comunidades dos Focolares no mundo, os jovens empenham-se em viver como protagonistas, para contribuir para fazer da humanidade uma família. Os caminhos são muitos e este ano escolhemos quatro: abrir as portas ao diálogo e ao acolhimento para que os direitos humanos sejam reconhecidos e respeitados. Trabalhar com todas as forças pela paz, para que se possa superar a lógica do conflito com o encontro, e a paz seja almejada universalmente como um direito da humanidade. Mas para uma paz autêntica é necessário praticar a justiça, guardiã das relações que baseiam a convivência humana. E esta é a importância da legalidade, que exige também, através de normas e comportamentos, a activação de processos capazes de quebrar a lógica do lucro e do privilégio, da corrupção generalizada, de modo a promover a imparcialidade e a equidade”. Qual é o “algo mais” que o carisma da unidade traz ao Direito? “O carisma da unidade gera uma nova visão do outro: não o estranho ou um inimigo, do qual defender-se, mas uma dádiva, na riqueza da sua diversidade. A reciprocidade, que na lei se traduz em direitos – deveres – torna-se, no “algo mais” do amor mútuo, um apelo à responsabilidade em relação ao outro, do qual devo ter cuidado. Deste modo, se hoje o Direito tende a tutelar os direitos individuais, o horizonte que Chiara Lubich abriu foi aquele de um Direito que é “instrumento” de comunhão. E a comunhão indica um objetivo: trabalhar para que as relações humanas concretas, mesmo as que se desenvolvem sob o signo da lei, possam ajudar as partes envolvidas a olhar além de si mesmas e a reconhecerem-se mutuamente, na sua dignidade respectiva e segundo uma liberdade responsável, a abrir-se à colaboração. Assim se geram fragmentos de fraternidade”. Próxima etapa do percurso:
- Seminário internacional “Dos Direitos Humanos aos Direito à Paz: em cominho com a humanidade”, promovido pela rede internacional “Comunhão e Direito”, em Loppiano (Itália), de 19 a 21 de setembro de 2019
25 Ago 2019 | Sem categoria
Com o dia mundial de oração pelo cuidado da criação, o dia 1º de setembro iniciará um mês rico de iniciativas pelo cuidado do meio ambiente e não só. Entrevista com Cecilia Dall’Oglio do Global Catholic Climate Movement. O que têm em comum a questão ambiental e o Ecumenismo? Muito, aliás, muitíssimo se se considera que em 1989 foi o patriarca da Igreja Ortodoxa de Constantinopla, Demétrio, a dar o impulso decisivo às diversas Igrejas cristãs para declarar conjuntamente o dia 1º de setembro Dia mundial de oração pelo cuidado da Criação. Neste ano a celebração se insere num ano carregado de ações globais pelo clima, graças inclusive à aceleração impressa pelos milhões de jovens que, com Greta Thunberg, se mobilizaram e sacudiram consciências e bateram às portas dos Parlamentos. “Não só os indivíduos, mas também as nossas comunidades deveriam se interrogar sobre a sustentabilidade ambiental das suas atividades”, defende Luca Fiorani, físico e coordenador internacional de EcoOne, movimento cultural que se inspira na espiritualidade dos Focolares em campo ambiental. “E para começar a mudar a mentalidade e adotar um estilo de vida ecológico é preciso antes de tudo se informar. Faço publicidade de mim mesmo: acabei de publicar um pequeno livro de menos de 80 páginas: “O sonho (louco) de Francisco. Pequeno manual (científico) de ecologia integral”. Conduzo pela mão o leitor entre os conceitos chave da encíclica Laudato Si’, os recentes resultados da negociação internacional sobre as mudanças climáticas e os dados científicos mais atualizados sobre o estado de saúde do nosso planeta”. Luca Fiorani nos explica também que faz uns dez anos que EcoOne colabora com o Global Catholic Climate Movement. Cecilia Dall’Oglio é responsável pelos programas da organização e lhe dirigimos algumas perguntas. Quais são as suas motivações pessoais de compromisso pelo meio ambiente? O desejo de não abandonar os meus irmãos e irmãs no mundo, que sofrem pelas mesmas causas pelas quais sofre a nossa Mãe Terra. O desejo de dar a minha contribuição a fim de que outros possam fazer a experiência direta de encontro, que pude fazer eu, com testemunhas de esperança, de Igreja viva empenhada pela justiça social. Na Laudato Si’ o Papa Francisco nos recorda, de fato, que não há duas crises diferentes, ambiental e social; mas uma única crise socioambiental a ser enfrentada com “uma abordagem integral para combater a pobreza, devolver a dignidade aos excluídos e, simultaneamente, cuidar da natureza” (LS 139). Eu me empenhei por mais de vinte anos com a FOCSIV na coordenação de campanhas pela justiça social junto com os departamentos da CEI e com as agremiações leigas católicas e gostaria aqui de lembrar de modo especial o querido Marco Aquini do Movimento dos Focolares. Este anúncio, esta resistência ativa, deve ser realmente eficaz e libertar o pobre que grita e por isso agora estou feliz por colher o desafio atual a serviço do Global Catholic Climate Movement do qual o Movimento dos Focolares é membro ativo. Qual é o “algo mais” que a fé pode levar ao movimento ambiental? A fé é fundamental para levar ao campo ambientalista a abordagem da ecologia integral. A conversão ecológica e a adoção de novos estilos de vida são propostas para a alegria plena, aquela “sobriedade feliz” de que fala também o Instrumentum laboris do Sínodo especial da Amazônia, a plenitude da vida, a verdadeira liberdade. Todos os cristãos são chamados a serem guardiões da Criação de Deus porque “Viver a vocação de guardiões da obra de Deus não é algo de opcional nem um aspecto secundário da experiência cristã, mas parte essencial duma existência virtuosa.” (LS 217). O Global Catholic Climate Movement nasceu em 2015 para apoiar as comunidades católicas no mundo inteiro na resposta ao apelo urgente do Papa Francisco na Laudato Si’ através de uma conversão ecológica em nível espiritual que conduza a estilos de vida renovados e a uma participação conjunta dos católicos nas mobilizações pela justiça climática. O que é o “Tempo da Criação” e o que cada um de nós pode fazer para aderir?
O Tempo da Criação é um “tempo favorável”, um Kairós, durante o qual rezar e agir pelo cuidado da nossa casa comum. Acontece a cada ano de 1º de setembro, Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação, a 4 de outubro, festa de São Francisco, e é celebrado por milhares de cristãos em todo o mundo. O tema deste ano, “A rede da vida: biodiversidade como dom de Deus”, é estreitamente conectado ao Sínodo dos Bispos para a região Pan Amazônica que acontecerá no próximo mês de outubro. Milhares de cristãos em todo o mundo celebram o tempo da criação realizando eventos. No site do Tempo da Criação estão disponíveis o guia para as celebrações e outros instrumentos em várias línguas. Graças ao tema escolhido para as celebrações, os eventos realizados farão sentir a nossa proximidade aos irmãos e irmãs na Amazônia e a todos aqueles que sofrem pela “mentalidade extrativista” que está destruindo não só a Amazônia, mas toda a Criação e são, portanto, um claro sinal da comunhão eclesial e do apoio na caminhada da Igreja rumo ao Sínodo.
Stefania Tanesini
23 Ago 2019 | Sem categoria
Antonio De Sanctisnos deixou no dia 21 de junho. Encarnou esplendidamente a figura do “voluntário de Deus” que, para o Movimento dos Focolares, inclui pessoas com uma dedicação especial ao social. Tonino, como era chamado por todos, nos deixou no último dia 21 de junho. Morava em Frascati, uma bela cidadezinha nos Castelos Romanos, próxima a Roma, Itália. Encarnou esplendidamente a figura do voluntário de Deus que, para o Movimento dos Focolares, inclui pessoas com uma dedicação especialao social, promotoras de ações em benefício da humanidade. As iniciativas de que ele participou pessoalmente e comunitariamente são muitas e foi ele quem inspirou algumas delas. Marido fiel e atento de Maria; pai presente, trabalhador incansável; cidadão empenhado e capaz de criar relacionamentos autenticamente fraternos, Torino encontrou na coletividade o lugar onde tornar visível a presença de Deus e da Igreja, sem o temor de romper inúteis retidões ou convenções sociais. Atento aos últimos, as palavras das Obras de Misericórdia, preceitos imprescindíveis a um cristão, definem bem sua vida: “Porque tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era estrangeiro e me hospedastes; estava nu e me vestistes; estava doente e fostes me visitar; estava preso e fostes me ver…”. São essas últimas que lhe conotam fortemente a existência dedicadaa sustentar diversos presos e seus familiares. Uma ocasião fortuita assinala o início. Na prisão, há muitos jovens. Um dia, ouviu de uma irmã voluntária umcomentário dolorososobre “os pacotes de revistas pornográfica” que entram naquele lugar. “Voltei para casa com esse pensamento e na praça principal encontrei o pároco de uma cidadezinha vizinha, um velho amigo meu. E confiei a ele imediatamente minha perplexidade. Ele respondeu: ‘Venha no próximo domingo até os meus paroquianos e conte a eles isso que você me contou, assim pode recolher as ofertas para mandar a revista Cidade Nova aos presos’”. Foi o início: durante muitos anos, nos domingos, em várias missas entre o Sul de Roma e os Castelos Romanos, com sua voz inconfundível, modesta e tímida, conta seu empenho para com os presos e pede doações para assinar a revista do Movimento dos Focolares. São dezenas de número mandados a várias prisões que ele frequentava. A partir de fevereiro de 2012, a Cidade Nova italiana, Città Nuova, com o título: “O arco-íris além das barras”, publicou em quatro partes as experiências de Tonino e sua família com o típico sabor das “florzinhas de São Francisco”. Em alguns casos, mesmo parecendo ser arriscado, não hesitou em acolher detentos em casa. Para muitos deles, ele era um segundo pai, mesmo quando voltavam a ser homens livres. O trecho da carta de MG dá uma amostra: “Na sua casa, finalmente me senti ‘em casa’. Em nenhum outro lugar tive essa sensação de pertencimento a um lugar, às pessoas. Vocês foram a cunha através da qual a piedade de Jesus chegou até o meu coração. Foi assim que entendi qual lugar Deus ocupa na minha vida. É meu primeiro pensamento de manhã e o último quando vou dormir. Estou feliz porque chegou na minha vida como um grande furacão que destrói tudo. Antonio, você é, com toda a sua família, um testemunho vivo do Evangelho, você é uma Obra de Deus”. No funeral, na catedral de Frascati, havia muita gente. Seus três filhos, Miriam, Gabriele e Stefano, se despediram com estas palavras: “Porto seguro onde atracar ao fim de um dia de sol ou depois de uma tempestade: você sempre estava ali, pronto a nos escutar, nos acolher, nos encorajar, nos incentivando a voltar ao mar sem temor”. No dia 22 de junho, para concelebrar estavam o cunhadopadreEnrico Pepe e o cardeal João Braz de Aviz.
Lina Ciampi