28 Fev 2018 | Sem categoria
Renovado na apresentação gráfica e na configuração, o novo site em duas línguas (inglês e italiano), exprime a vocação do Instituto Universitário Sophia a se tornar uma realidade cada vez mais global. E não apenas pela natureza multidisciplinar dos seus percursos de estudo e pela comunidade cosmopolita de estudantes e docentes que a compõem, mas também pela abertura, em breve, de novos polos formativos que se acrescentarão ao ateneu de Loppiano (Florença). Há dez anos (é de 2008 a inauguração do primeiro curso, precedido por anos de experimentação e pesquisa) Sophia fez do diálogo e da interação entre os diferentes campos do conhecimento um método inovador para superar a fragmentação, a abstração e o isolamento dos diversos ramos do conhecimento. Com o objetivo de fornecer uma visão aberta das diversas disciplinas e a possibilidade de confrontar e combinar os seus conteúdos, métodos e resultados. Até hoje, Sophia acolheu 450 estudantes e docentes, provenientes de 50 países de 4 continentes. Conheça o novo site
28 Fev 2018 | Sem categoria
No dia 14 de março de 2018 celebra-se o 10º aniversário da morte de Chiara Lubich. As comunidades do Movimento dos Focolares espalhadas pelo mundo celebram esse acontecimento com multíplices iniciativas, inspiradas na ação do carisma da unidade como motivação de transformação social. Em Seul, Coreia, no dia 3 de março, haverá um simpósio na Maria Hall do Hospital da Universidade Católica, estão previstos 800 participantes. Em Goma, República Democrática do Congo, no dia 11 de março, será realizada uma Jornada com o título “Maria: um ‘sim’ que transforma a sociedade”. No mesmo dia, em Chicago, nos Estados Unidos, um simpósio “Chiara Lubich: uma vida de diálogo pela paz”. Em Florença, Itália, no dia 17 de março haverá um simpósio no Salone dei Cinquecento do Palazzo Vecchio, com o título “Conhecimentos plurais.” Em Chiang Mai, Tailândia, no dia 18 de março, haverá uma jornada multiétnica de ação social na aldeia de uma tribo. Em Chisinau, na República da Moldova, no dia 24 de março, uma Jornada com o título “Chiara Lubich e as obras sociais”. São algumas entre as centenas de iniciativas previstas. Será oferecida uma panorâmica de 360º sobre o aspecto social do carisma de Chiara Lubich em um evento que será realizado no Centro Mariápolis de Castel Gandolfo, Roma, no dia 3 de março, com a presença de 2.000 participantes provenientes dos cinco continentes. O evento contará com a presença do cardeal Pietro Parolin, Secretário de Estado, e outras personalidades do mundo da cultura, da comunicação e de diversas instituições. O evento será transmitido via Internet com traduções para o inglês, espanhol, português, francês e italiano (http://live.focolare.org/chiaralubich/).
Segundo Chiara a grande atração do tempo presente é “atingir a mais alta contemplação e manter-se misturado com todos, lado a lado com os homens” 1 . Sergio Zavoli, unido a ela por uma profunda amizade e conhecimento, a definiu uma mística da unidade entre céu e terra, afirmando que Chiara realiza uma revolução na mística trinitária: “Fazer com que Deus habite na intimidade da própria alma resulta fazer com que Ele viva em meio aos homens na comunicação – cito as suas palavras – de Deus em mim com Deus no irmão. O pensamento de Chiara Lubich nos interpela, não por acaso, sobre o que fazer para reunir os fragmentos do indivisível, ou seja, o homem, e recompor as fraturas do compartilhável, ou seja, a comunidade”. A transformação social que deriva disto suscitou, desde o início da experiência da Lubich na sua cidade natal, Trento, iniciativas com um profundo marco social. Hoje existem em várias partes do mundo – realizadas com as características próprias de cada região e cultura – ações e obras nascidas para contribuir na resolução de situações específicas de necessidades de pessoas, grupos e comunidades (acesse). Maria Voce, interrogada sobre o que deve mirar atualmente os focolares, a 10 anos da morte da fundadora, respondeu que é necessário “manter, absolutamente, a unidade com a fonte que é Chiara, portanto a fidelidade ao carisma originário assim como nos foi transmitido; o retorno à vida inicial para descobrir nela o radicalismo e empenho que também hoje nos é pedido e talvez ainda mais. Desenvolver o Movimento para que ele possa ser o instrumento que Deus pensou para levar esta espiritualidade de comunhão ao mundo, para construir a unidade da família humana. Aprofundar o conhecimento e a transmissão – em termos acessíveis a todos – do grande carisma que Deus deu a Chiara, o qual não tem somente aspectos espirituais, mas, também, doutrinais, sociais, políticos, aspectos que podem influenciar todos os campos”. Maria Voce tem a convicção de que hoje a visibilidade da influência do Movimento dos Focolares sobre as realidades humanas e sociais, mesmo se é boa, “ainda é muito localizada”, e, em seguida, afirma: “Penso que esta visibilidade deve ser mais eficaz e mais ampla. Talvez o Movimento deva tornar-se mais conhecido também no âmbito mundial, porque estamos presentes em quase todos os países, mas, isto talvez ainda não seja suficientemente expresso. Será uma coisa que acontecerá com a vida: quanto mais vivermos [o carisma], tanto mais influenciaremos e seremos mais visíveis.” SIF
3 March. Das 16,00 às 19,00 horas (CET), Segue em direto, via streaming: http://live.focolare.org/chiaralubich, em inglês, francês, espanhol, português e alemão.
27 Fev 2018 | Sem categoria
https://vimeo.com/257451488 Choose subtitles: English, Spanish and Italian Scegli i sottotitoli in inglese, spagnolo e italiano Elige los subtitulados en inglés, italiano y castellano
26 Fev 2018 | Palavra de Vida, Sem categoria
O rei e profeta Davi, autor deste salmo, sofre o peso da angústia e da pobreza e se sente em perigo diante de seus inimigos. Ele gostaria de encontrar um caminho para sair dessa situação dolorosa, mas experimenta a sua incapacidade. Então levanta os olhos para o Deus de Israel, que desde sempre protege o seu povo, e o invoca com esperança para que venha em seu socorro. A Palavra de Vida deste mês salienta, em especial, o seu pedido de conhecer os caminhos e as veredas do Senhor, como luz para as próprias escolhas, sobretudo nos momentos difíceis. “Mostra-me, Senhor os teus caminhos, ensina-me tuas veredas.” Também a nós acontece que tenhamos de fazer escolhas decisivas para a nossa vida, que comprometem a consciência e toda a nossa pessoa. Às vezes temos uma série de caminhos possíveis diante de nós e ficamos incertos sobre qual é o melhor; outras vezes temos a impressão de que não temos nenhuma saída… Procurar um caminho para prosseguir é algo profundamente humano, e às vezes precisamos pedir a ajuda de alguém que consideramos amigo. A fé cristã nos faz entrar na amizade com Deus: Ele é o Pai que nos conhece intimamente e ama acompanhar-nos no nosso caminho. Todos os dias Ele convida cada um de nós a entrar livremente em uma aventura, tendo como bússola o amor desinteressado a Ele e a todos os seus filhos. Os caminhos, as veredas são também ocasiões de encontro com outros viajantes, de descobertas de novas metas a serem compartilhadas. O cristão não é jamais uma pessoa isolada: ele faz parte de um povo em caminho rumo à realização do projeto que Deus Pai preparou para a humanidade e que Jesus nos revelou com suas palavras e com toda a sua vida: a fraternidade universal, a civilização do amor. “Mostra-me, Senhor os teus caminhos, ensina-me tuas veredas.” E os caminhos do Senhor são ousados, às vezes beirando o limite das nossas possibilidades, como pontes de corda esticadas entre paredões rochosos. Eles desafiam nossos hábitos egoístas, os preconceitos, a falsa humildade e nos abrem horizontes de diálogo, encontro, empenho pelo bem comum. E sobretudo pedem de nós um amor sempre novo, construído sobre a rocha do amor e da fidelidade de Deus por nós, capaz de chegar até o perdão. Perdão que é a condição irrenunciável para construir relações de justiça e de paz entre as pessoas e entre os povos. Até mesmo o testemunho de um gesto de amor simples, mas autêntico, pode iluminar o caminho nos corações dos outros. Na Nigéria, durante um encontro no qual jovens e adultos podiam partilhar as experiências pessoais de amor vivido conforme o Evangelho, Maya, uma menina, contou: “Ontem, enquanto estávamos jogando, um menino me empurrou e caí. Ele me disse “desculpe!” e eu o perdoei”. Essas palavras abriram o coração de um homem cujo pai tinha sido assassinado pelo Boko Haram: “Olhei para Maya. Se ela, que é uma menina, é capaz de perdoar, significa que também eu posso fazer a mesma coisa”. “Mostra-me, Senhor os teus caminhos, ensina-me tuas veredas.” Se quisermos confiar-nos a um guia seguro no nosso caminho, lembremo-nos de que Jesus disse de si mesmo: “Eu sou o Caminho…” (Jo 14,6). Chiara Lubich, dirigindo-se aos jovens reunidos em Santiago de Compostela para a Jornada Mundial da Juventude de 1989, encorajou-os com estas palavras: (…) Definindo a si mesmo como “o Caminho”, Jesus quis dizer que devemos caminhar como Ele caminhou (…). Pode-se dizer que o caminho percorrido por Jesus tem um nome: amor. (…) O amor que Jesus viveu e nos deixou é um amor especial e único. (…) É o próprio amor que arde em Deus. (…) Mas, amar a quem? Amar a Deus é certamente o nosso primeiro dever. Depois: amar a cada próximo. (…) Da manhã até à noite, todo relacionamento com os outros deve ser vivido com esse amor. Em casa, na universidade, no trabalho, nas quadras de esporte, nas férias, na igreja, pelas ruas, devemos colher as diversas ocasiões para amar os outros como a nós mesmos, reconhecendo Jesus neles, não esquecendo ninguém; mais ainda, sendo os primeiros a amar a todos. (…) Entrar o mais profundamente possível no coração do outro; entender realmente seus problemas, suas exigências, seus fracassos e também suas alegrias, para poder compartilhar tudo com ele. (…) De certo modo, tornar-se o outro. Como Jesus que, sendo Deus, por amor se fez homem como nós. Assim o próximo se sente compreendido e aliviado, porque encontra alguém que carrega com ele os seus pesos, as suas aflições, e partilha com ele as suas pequenas felicidades. “Viver o outro”, “viver os outros”: isso é um grande ideal, isso é superlativo (…). Letizia Magri
25 Fev 2018 | Sem categoria
Com vista para o Mediterrâneo, ao sudeste do estreito de Gibraltar – ponte entre dois continentes e o ‘ex-fim do mundo’ – ergue-se a cidade de Ceuta, que junto à próxima cidade de Melilla, representa um resíduo colonial espanhol nas terras africanas. Devido à sua posição estratégica em um litoral privilegiado, as duas cidades foram, há décadas, identificadas pelos migrantes como possíveis portões de acesso à Europa, apesar da parede divisória. Todos os dias homens, mulheres e crianças dos mais diversos países africanos, que fogem de guerras, pobreza e perseguição de todos os tipos, atravessam estados inteiros para tentar atravessar o limiar barrado ao lado da cidade, como alternativa à jornada ainda mais perigosa pelo mar. Precisamente nesta faixa de terra, que desde 1851 faz parte da Diocese de Cádiz, estamo-nos preparando para as grandes celebrações dos 600 anos da chegada daquela que desde então é chamada a “Virgem da África”, um bloco de madeira único que representa a Virgem Maria, com o Cristo morto em seus braços. Desde 1949, a pedido do Papa Pio XII, a Virgem Maria é a padroeira da cidade.