[:it]La dottrina spirituale
La dottrina spirituale di Chiara Lubich viene presentata secondo tre grandi momenti:
il primo concentrato sul cuore del carisma;
il secondo sull’originale modalità di vivere e pensare la fede; il terzo sulla visione del mondo nei suoi aspetti più diversi, dalla politica all’economia, dalla filosofia alle scienze della comunicazione.
Come dimostrano i saggi teologici introduttivi, la figura di Chiara Lubich può essere collocata, senza timore di eccedere nella valutazione, accanto alle più grandi personalità della spiritualità cattolica di tutti i tempi.
Il suo insegnamento ha già mostrato lungo gli anni tutta la propria ricchezza, generando libri, discorsi, lettere, interventi. Di tale variegato e ricco messaggio però mancava un’organica articolazione che ne abbracciasse sia l’estensione cronologica di oltre mezzo secolo, sia l’ampiezza degli argomenti trattati.
Il presente volume, che della figura di Chiara Lubich offre la dottrina spirituale, intende colmare tale vuoto.
Gli scritti che lo compongono vanno dal 1943 (anno di fondazione del Movimento dei Focolari) ai nostri giorni, e racchiudono l’intera varietà dei generi letterari nei quali ha preso vita la spiritualità di Chiara Lubich: lettere personali e manifesti programmatici, pagine a stampa e parole sussurrate all’orecchio, magistrali lezioni accademiche e frasi stringate come aforismi, discorsi pubblici e colloqui intimi e personali. In queste pagine non manca nessuno dei numerosi registri utilizzati da Chiara Lubich per esprimere la sua originale interpretazione del cristianesimo.
Curato da un esperto studioso di Chiara Lubich, questo libro è stato rivisto dall’Autrice parola per parola, non senza nuove integrazioni e una significativa presenza di inediti. Al testo si affiancano due saggi sul valore teologico e spirituale, la bibliografia completa delle opere e una rassegna dei principali scritti sulla sua figura, due dettagliate schede sulla biografia e sul Movimento dei Focolari, un indice dei temi spirituali.
Frutto di una competenza e di un amore rari, questo libro è una vera piccola “summa” che consente di conoscere in profondità una delle più suggestive spiritualità del nostro tempo.
«O desafio da modernidade passa pelo diálogo»

Quando a Conferência Episcopal Italiana solicitou a ajuda do Movimento dos Focolares, o que vocês sentiram?
Felicidade. Por termos sido interpelados junto a todos os outros. Foi uma ideia genial e tipicamente católica chamar, antes de enunciar o programa, ou melhor, ir até as sedes das diversas associações para perceber as expectativas, os carismas, as diferentes linguagens. Antes de tudo levaremos o que Chiara Lubich nos doou: a cultura da Ressurreição. Não apenas como resposta aos tempos difíceis, mas como uma esperança que se apóia na certeza da Páscoa de Jesus, que se nutre de horizontes vastos e olha na perspectiva da única família humana, que é a verdadeira meta da história. Portanto da Itália também, neste momento dos 50 anos da sua Unidade, para doar-lhe esta nova unidade que nasce na esperança de Jesus Ressuscitado.
Vocês herdaram de Chiara Lubich a exortação ao diálogo e à unidade. Ela dizia: «Todos serão um, se nós formos um». O diálogo nesta sociedade que parece tão dividida e fragmentada?
O diálogo, como era entendido por Chiara, é o reflexo da vida trinitária, um Deus que é uno e trino. Sem ficar nos perguntando por que não possuímos uma identidade, mas partindo de uma forte identidade fundamentada na cultura da Ressurreição, abre-se um diálogo cheio de esperança. Se miramos ao novo que existe em cada homem, em cada cultura e religião, surge um fio de esperança.

Nós podemos vê-la como um “depósito de lixo”, como alguém a chama, ou um lugar de solidão, ou podemos olhar para a vocação da cidade. O seu dever ser: o lugar onde as pessoas se identificam. Podemos nos perguntar: e as pessoas novas que chegam? E as culturas delas? Fazem parte do futuro das nossas cidades. Se nós temos na mente o horizonte da família humana, entendemos que o que acontece na cidade já faz parte dela.
Vocês, do Movimento dos Focolares, sugerem a cidade como um laboratório, já que a paróquia abraça apenas uma parte dela e a diocese ultrapassa os seus confins. Em que consiste?
Numa cidade, mesmo se pequena, existem todos os desafios da globalização: culturas e gerações diferentes que se encontram. Uma cidade já é um laboratório. Por exemplo, o grande tema do relacionamento entre as religiões, pode estar nas mãos de um só cristão que encontra um muçulmano. Este micro diálogo demonstra que no pequeno é possível começar a dar respostas às grandes questões da humanidade. Este projeto novo pode iniciar de uma paróquia, de um prefeito, um grupo de cidadãos ou várias associações. Ao invés de ser um lugar onde tudo é exasperado a cidade pode ser um lugar de onde tudo pode começar.
Fonte: Avvenire de 24 de setembro de 2010 – de Giovanni Ruggiero
[:it]La città, dimora dell’interdipendenza
Haiti além dos refletores

A ação da AMU, assim como de outras ONGs, é preciosa, porque não intervém no momento da emergência, mas sucessivamente, quando a atenção da opinião pública enfraquece, com o risco de invalidar os sucessos iniciais.
Através da associação local Action contre La Pauvretè du Nord Est (PACNE – Ação contra a Pobreza do Nordeste), a AMU, com os Movimentos Famílias Novas e Jovens por um Mundo Unido, sustenta o projeto para a construção de um centro de acolhida para os desabrigados. Os trabalhos já se encontram bem avançados e estão sendo instalados serviços, como a da água corrente.
A seleção dos beneficiários do projeto está aos cuidados de um comitê que inclui os responsáveis da PACNE e representantes da comunidade local, como o prefeito e o pároco. A prioridade será dada às pessoas mais necessitadas entre as que perderam tudo e fugiram para Mont Organisé, localidade onde o centro está sendo construído. Quando essas pessoas puderem retornar à cidade ou ter uma moradia mais definitiva, a estrutura poderá ser utilizada para hospedar idosos, doentes ou pessoas abandonadas. Tudo será administrado com a máxima transparência, por uma comissão eleita para este fim. As necessidades e as dificuldades do Haiti, é evidente, são enormes, e serão necessários anos até que as infra-estruturas e o sistema econômico possam dar uma resposta completa às necessidades do povo. Justamente por isso a AMU continuará a avaliar novas propostas de projetos, sobre os quais daremos notícia.
Ler também:
Emergência Haiti
Haiti depois do terremoto
Terremoto no Haiti, empenho do Movimento dos Focolares
“Com todo o coração lhes dizemos”. Troca de cartas entre vítimas do terremoto de Aquila e a comunidade do Haiti
[:it]Il dialogo interreligioso, una esigenza improrogabile
"La Giornata di Assisi è molto molto importante, molto molto urgente. Se prima il dialogo interreligioso si poteva fare, era segno dei tempi, adesso è un’esigenza improrogabile, proprio per le circostanze. Perché c’ è la minaccia anche di uno scontro di culture, di religioni. Non solo. Come ha detto il Papa ed ho pensato anch’io quando sono cadute le torri, qui non si tratta soltanto di un fattore umano come l’ odio, ma qui c’ è di mezzo „la forza delle tenebre“, ci sono forze del male, per cui non basta l’elemento politico, civile, umano, per contrapporsi. Anche quello sarà stato necessario, ma è necessario che si arruolino anche le religioni, che le religioni si mobilitino, perché contro il Male – con la M grande – ci vuole Dio, ci vuole l’aiuto di Dio, l’aiuto soprannaturale. E’ essenzialissimo l’aspetto religioso oggi nel mondo".
