Movimento dos Focolares
Prophetic Economy

Prophetic Economy

O evento internacional promovido pelo EdC em conjunto com várias Associações e Movimentos que pretendem dar respostas ao grito da terra e dos pobres. Acontecerá em Castelgandolfo (Roma).

PARA QUEM? Para aqueles que estão a frente da transição para um mundo diferente, para uma economia profética a serviço das pessoas, do planeta e do futuro.

O nosso mundo enfrenta uma crise ecológica e social. As mudanças climáticas e o aumento da desigualdade são alimentados por estruturas econômicas injustas, políticas de curto prazo e práticas de assistência obsoletas. Muitas pessoas em todo o mundo CREEM apaixonadamente no desenvolvimento humano e na sustetabilidade, TRABALHAM incansavelmente para mudar as regras e pedir justiça. É o momento de NOS UNIRMOS e sermos mais que a soma da nossas partes. Sozinhos podemos fazer até certo ponto. Trabalhando juntos, podemos fazer muito mais. Descobrindo novas conexões, construindo novos relacionamentos, formando novas alianças, podemos realizar a mudança que o mundo precisa.

Em um mundo no qual o grande é melhor,  as experiências proféticas podem parecer insignificantes. São geralmente pequenas, até mesmo minúsculas.  São protótipos, esplendidamente imperfeitos e raros. Desafiam  o modo tradicional de fazer as coisas. São “ideias fora da caixa”. São guiadas por uma visão audaciosa e transmitem energia positiva a serviço do bem comum, especialmente dos mais necessitados.

Na origem do projeto existe uma rede internacional composta por seis Organizações: ATD Quart Monde, Associação Papa Giovanni XXIII, Nomadelfia, Movimento Climático Global Católica, Slotmob, Comunidade Mundial e Família e Juventude para a Unidade e o Movimento dos Focolares com suas iniciativas Economia de Comunhão, Adolescentes pela Unidade e SlotMob.escobrir estas joias é essencial para construir um futuro melhor.

Os jovens também terão sua programação!

Concurso: Economia Profética na Prática 2018. As 10 experiências finalistas, escolhidas por um júri de especialistas (Dr.Vandana Shiva -Índia, Dr. Jeff Sachs – EUA, Dr. Cristina Calvo – Argentina e Prof. Stefano Zamagni – Itália) serão convidados a  se apresentar ao vivo durante o evento. Os 3 vencedores receberão um prêmio.

Informações: www.propheticeconomy.org/portughese

A partir do Amor, uma nova ordem econômica

A partir do Amor, uma nova ordem econômica

«O mundo é a palavra daquele Deus que o criou. E qual é o som de tal palavra? Ei-lo aqui: Eu te amo. E a quem é destinada esta palavra? Ela é destinada ao próprio mundo, o qual é precisamente esta palavra; é destinada a cada indivíduo que este mundo entrevê como quem sabe ser uma minúscula parte dele e, todavia, é capaz de mover-se livremente acima de si na direção do todo; é uma palavra destinada a cada homem. O mundo é a palavra do amor de Deus dirigida a quem quer que esteja nele; é olhar do amor divino por ele. E o que o mundo é no seu conjunto, o é igualmente em cada uma das suas partes: cada particular do mundo é um olhar do amor de Deus». (Cosmologia, antropologia, sociologia e religione) «Posso me dedicar inteiramente a este mundo porque sou cristão; de fato, tudo aquilo que investimos em amor neste mundo, marcará este último para sempre, o nosso amor se fará caráter indelével de cada um dos fragmentos da criação». (dezembro de 1980) «Interesse primário do cristão deve ser levar em frente, não só com aqueles que compartilham os seus ideais, mas com todos aqueles que têm responsabilidades no mundo, a edificação de um mundo humano». (novembro de 1978) «A vida e a unidade dos homens não podem ser consideradas nem como uma mera soma de indivíduos, nem como sistema coletivista no qual o indivíduo é engolido e desaparece. A alternativa é a communio. Eu sou eu mesmo, mas na medida em que sou para ti e contigo e na medida em que me recebo por ti. Somente neste relacionamento é possível definir o Eu do homem. Somente nesta relação trinitária o coletivismo não é dissolução do indivíduo. Somente nesta relação trinitária o indivíduo não é um meio que deve ser sacrificado à estrutura comunitária. Daqui, tenho certeza, se abrirão nove perspectivas inclusive para uma ordem econômica universal». (Dreifaltigkeit, p. 131) Fonte: Klaus Hemmerle, La luce dentro le cose, Meditazioni per ogni giorno, Città Nuova Ed, 1998, p. 287-293.

Cultura/as em diálogo

Cultura/as em diálogo

Qual cultura, qual unidade? A nova newsletter nasce do desejo de falar do caminho que se está fazendo em 12 campos da cultura, que se interrogam, buscam e desafiam diante do horizonte da unidade, no sulco do carisma de Chiara Lubich. Arte, Pedagogia, Direito, Ecologia, Esporte, Economia, Sociologia, Medicina, Arquitetura, Política, Psicologia, Comunicação. Se o nosso planeta está atravessando uma “mudança de época”, como também o Papa Francisco afirmou recentemente, a perspectiva da unidade abre um horizonte novo aos diferentes mundos da cultura, horizonte, em muitos ângulos, inexplorado e fascinante. No primeiro número fala-se de algumas iniciativas e dos eventos mais significativos de cada campo “em diálogo”. ________________________________________________________________ Para maiores informações: Centro para o diálogo com a Cultura (Movimento dos Focolares) centrodialogo.cultura@focolare.org tel. +39.06.945407201 – Via Piave, 15 – 00049 Grottaferrata (Roma – Itália) ________________________________________________________________ CONTATOS Comunhão e Direito – info@comunionediritto.org Economia de Comunhão – info@edc-online.org Social-One – info@social-one.org Eco-One -luca.fiorani@gmail.com Dialoghi in Architettura – segr.architettura@focolare.org NetOne – netone@net-one.org – Movimento Político pela Unidade – info@mppu.org Psicologia e comunhão – pedagogia@focolare.org Health Dialogue Culture – healthdialogueculture@gmail.com Clarté – clarte.international@gmail.com Sportmeet – info@sportmeet.org EDU – pedagogia@focolare.org

As transformações globais e a Europa

As transformações globais e a Europa

O curso acontecerá de quinta-feira, 14 de junho, a sábado, 16 de junho de 2018 na Sala Magna do Instituto Universitário Sophia, aberto pelo preâmbulo do Prof. Romano Prodi, intitulado “A Europa de hoje. Qual Europa amanhã?”. Cofinanciado pela Fundação por Sophia, em parceria com o programa “Cátedra Jean Monnet” da União Europeia, se propõe analisar o papel das cidades como laboratórios de integração europeia e dos cidadãos como protagonistas. As aulas refletirão sobre integração, autonomia, cidadania europeia e introduzirão ao sistema de governança europeu, com particular atenção à dimensão local e regional. De especial interesse os workshops, em que os participantes poderão se confrontar e compartilhar competências e experiências em mérito. Conferencistas de primeiro plano serão Léonce Bekemans da Universidade de Pádua, titular da Cátedra Jean Monnet ad Personam, e Luc Van den Brande, ex-presidente da Região de Flandres e hoje consultor de confiança da Presidência da Comissão Europeia, que exporá o relatório “Reaching Out to Citizens” apresentado ao presidente Junker em novembro de 2017, um documento que representa o mais recente e categorizado trabalho de análise sobre a cidadania europeia. O módulo abre o programa “Europe in a Changing World”, ativado pelo Centro de pesquisa e formação Sophia Global Studies.Numerosos fatos confirmam o nosso percurso, – afirma Paolo Frizzi, coordenador acadêmico – inclusive a recente visita do Papa Francisco a Loppiano, onde está a sede de Sophia, salientou a urgência de ‘traçar novos caminhos a serem percorridos juntos para dar vida a uma civilização global da aliança’. O nosso jovem Instituto nasceu para formar líderes capazes e competentes, para enfrentar os desafios globais e promover o diálogo e a paz.O curso é dirigido a profissionais, estudiosos, administradores e operadores da comunicação, além de que a docentes das escolas primárias e secundárias e dirigentes escolares que poderão usufruir da Carta do docente (MIUR 170/2016). Previstas 15 bolsas de estudo para jovens até 30 anos. Em www.sophiauniversity.org encontra-se o programa completo.

Um minuto pela paz

Um minuto pela paz

Renova-se, ainda este ano, a iniciativa “Um minuto pela paz”, promovida pelo Fórum internacional da Ação Católica italiana, Ação Católica argentina, Comissão nacional Justiça e Paz da Conferência episcopal argentina, entre outros, no quarto aniversário do encontro do Papa Francisco com o presidente de Israel, Shimon Peres, e o presidente palestino Mahmoud Abbas, que teve lugar nos Jardins Vaticanos, em oito de junho de 2014. Para voltar a lançar a mensagem de paz daquele dia, a proposta é fazer uma parada às 13 horas (em cada fuso horário) de sexta-feira, 8 de junho, para um minuto de oração ou de silêncio, sozinhos ou em grupo. A proposta é dirigida a crentes e não crentes. «No trabalho, na rua, em casa, todos são convidados, por um minuto, a uma oração que “chegue muito longe” abraçando o mundo. É um modo simples – afirmam os promotores – para recordar que cada um de nós pode ser, todos os dias, instrumento de paz».

Evangelho vivido: Felizes os que promovem a paz

O bolo Às vezes, em família, não é sempre tudo fácil. Quando menos você espera, pode explodir uma briga. No final de semana passado, fomos nos encontrar com uma família. A minha mulher tinha passado o dia inteiro na cozinha para preparar um bolo. Estávamos quase para chegar, de carro, quando percebi, tarde demais, que devia entrar numa esquina. Freio bruscamente e o bolo acaba no chão. Acendeu-se uma discussão. Eu queria argumentar que aquele não era o lugar certo de se carregar um bolo, que podia cair, como de fato aconteceu. Porém parei e pedi desculpa. Aos poucos a tensão se acalmou. Quando chegamos na casa dos amigos, sem levar nada e sujos de bolo, a harmonia já tinha voltado. Enrique – Espanha Um irmão desventurado Eu tinha acabado de descer do trem quando fui investida por um rapaz negro, perseguido por três homens que gritavam: «É um ladrão, segurem ele!». Os três o alcançaram e começaram a bater nele. Vendo a cena, me precipitei, como escudo: era um rapaz, devia ter uns dezesseis anos. Encolhido no chão, procurava explicar, num italiano lastimável, que tinha roubado porque há dias não colocava comida na boca. Aos policiais, que tinham chegado neste meio tempo, expliquei que tinha fugido do Congo, único sobrevivente do extermínio da sua família. Obtive a permissão para o acompanhar ao pronto-socorro. «Você salvou a minha vida, você é a minha mãe italiana!», me dizia ao longo do caminho. O diagnóstico: trauma craniano e três costelas quebradas. Inevitável a hospitalização. Estando desprovido de vestiário adequado, fui comprar roupas para ele. Ao voltar, alguém me perguntou por que eu me prodigasse tanto por um desconhecido, além do mais um ladrãozinho. Respondi: «Sou cristã, é meu dever ajudar um irmão mais desventurado». Anna Maria – Itália Bênção negada G. concluiu a sua existência do modo mais triste e vergonhoso, após uma noite passada entre álcool e prostitutas. Não só: na noite antes de morrer, levou consigo o filho de quinze anos e o conduziu ao mundo que frequentava habitualmente para lhe ensinar a “ser homem”. Fui chamado para abençoar o defunto. Respondi que ele não merecia a bênção da Igreja. Eu tinha a impressão, fazendo assim, de defender a justiça, de dar um bom exemplo. Depois, porém, não tive mais paz. Pensava na viúva, nos filhos. Eu tinha negado a eles um pouco de conforto, condenando um próximo de quem eu conhecia somente a história exterior, me erguendo como seu juiz, no lugar de Deus. Após uma noite insone, decidi. Fui me encontrar com a viúva e os filhos daquele homem, para pedir perdão e combinar com eles uma missa em sufrágio do seu ente querido. Talvez este gesto levou a eles um pouco de paz. E. P. – Itália Nariz curvo Entre nós, gurias, falamos muito daquilo que faz parte da nossa vida, de como nos vestir, nos maquiar e assim por diante. Um dia uma delas me pôs em ridículo, fazendo notar que eu tinha o nariz curvo. Explodiu uma risada geral. Fui embora desesperada e por diversos dias fiquei de mau humor. Em casa, os meus me viam naquele estado sem poder fazer nada. Uma noite, a minha irmã me convidou para participar, junto com ela, de um grupo que colocava o Evangelho na base de cada ação. Eu a acompanhei. Lá, me pareceu entrar num outro mundo, onde tinham importância as coisas que realmente têm valor e não frivolidades como o nariz ou o vestido. Desde então, encontrei uma grande paz dentro de mim. Agora me sinto realmente eu mesma. C. K. – Polônia