7 Set 2017 | Sem categoria
Domingo, 17 de setembro, partirá da Praça São Pedro a corrida Rome Half Marathon Via Pacis, meia maratona inter-religiosa para promover paz, integração, inclusão e solidariedade. Promovida por Roma Capitale e pelo Pontifício Conselho para a Cultura, Dicastério da Cúria Romana, em colaboração com a Federazione Italiana di Atletica Leggera (FIDAL) e com o patrocínio do Comitê Olímpico Nacional Italiano (CONI) e do Comitê Italiano Paralímpico (CIP), é um evento aberto a todos, para dizer basta à violência, ao racismo e às discriminações de qualquer gênero e proveniência. Serão dois percursos para a corrida (21 e 5 km), com cinco paradas (Basílica de São Pedro, Sinagoga, Mesquita, Igreja Valdense e Igreja Ortodoxa), para evidenciar a participação dos membros de diversas confissões e comunidades religiosas. Também Sportmeet, – uma rede mundial que reúne atletas e profissionais do mundo esportivo – do Movimento dos Focolares, participará com uma equipe única: Sportmeet por um Mundo Unido. Se alguém deseja participar com Sportmeet (e para obter maiores informações, inclusive sobre eventual estadia em Roma), deve inscrever-se no seguinte endereço de e-mail: info@sportmeet.org
4 Set 2017 | Sem categoria
Com este titulo se terá do dia 30 de Setembro ao dia 1 de Outubro o evento LoppianoLab, um laboratório nacional de economia, cultura, comunicação, formação e inovação promovido anualmente pela editora Città Nuova, o pólo industrial Lionello Bonfanti, o Instituto Universitário Sophia IUS e a cidadela internacional de Loppiano. Imigração, trabalho, pobreza, inclusão social, luta à corrupção, empenho pelo bem comum, família, jovens, educação e muito mais, serão os temas da oitava edição deste laboratório.
4 Set 2017 | Sem categoria
O bêbado Eu presenciei, por acaso, uma briga entre um bêbado e alguns jovens que, importunados por ele, reagiram e o espancaram. Tudo aconteceu muito rapidamente. Levantando-se com muito esforço, com sangue escorrendo por causa de dois dentes quebrados, ele começou a proferir injúrias e a prometer vingança aos agressores que, naquele ínterim, já tinham ido embora. Eu fiquei só com aquele senhor rejeitado, odiado e reduzido a péssimas condições, no qual Jesus me pedia para ser amado. Vencendo certo temor (e se, furioso como estava, ele me agredisse?), dei a ele um lenço. Permaneci ali, ouvindo atentamente, e ele começou a me contar todos os seus problemas de saúde e outras dificuldades. Providenciei também um cigarro que ele tanto desejava e, especialmente, eu tentei dissuadi-lo da ideia de vingar-se. Não foi nada fácil acalmá-lo e eu ainda temia o retorno daqueles jovens: a violência poderia recomeçar. Ele continuava a falar e eu o escutei até quando ele ir para casa. O. – Itália A paz Meu pai trabalhava em um estaleiro naval. Durante uma greve, nos anos 80, ele foi espancado e morreu. Desde então a nossa vida mudou, mesmo se eu era muito pequeno para compreender tudo o que aconteceu naquela época. Nós conversamos sobre isso com a mamãe somente quando recebemos algum reconhecimento ou por ocasião de manifestações cívicas. Ela nos ensinou o valor da paz e a nunca pensar em vingança. Hoje sou adulto e sei que o valor a ser transmitido às novas gerações é exatamente este, a paz: um dom que recebemos de Deus, mas que começa em mim, começa por mim. S. K. – Polônia A doença Às vezes, em alguns momentos eu sinto revolta; mas, depois prevalece o desejo de acreditar no amor de Deus e dos irmãos. Procuro não me abater por causa do sofrimento, nunca parar em mim mesma e não ser um peso para os outros. Por causa da quimioterapia, quando perdi os cabelos, minha amiga Bruna disse-me: “Os seus cabelos estão todos contados. Ofereça-os a Jesus, como um ramalhete de flores, em sinal do seu amor.” Até a minha doença também tem sentido e agradeço a Deus por isso. Brigitte – Alemanha Serenidade surpreendente Eu me esqueci de avisar na secretaria da escola que sairia com as crianças e a que horas voltaríamos. E assim, quando voltamos, recebi uma série de repreensões. Foi humilhante admitir o meu erro diante dos colegas e da direção, também porque todos demonstravam hostilidade, até mesmo quem sempre foi cordial comigo. Mas, buscando forças no Evangelho eu aceitei a derrota procurando transformá-la em amor para com todos: eu imaginei como se sentiriam se estivessem na minha condição e compreendi a reprovação deles. Até mesmo com a zeladora, que mudara de atitude para comigo, renasceu um relacionamento de estima. Uma colega quis saber como eu conseguia ficar tranquila depois de tudo que acontecera comigo. Eu disse que, como cristã, encontro na verdade uma força e uma fonte de paz que me proporciona a coragem de recomeçar. Nos dias seguintes eu mesma fiquei surpresa pelo ambiente sereno que existia entre todos. J. L. – Hungria
2 Set 2017 | Sem categoria
«Que todos sejam um». É uma palavra maravilhosa. Creio que não se poderá pensar em palavras tão grandiosas e esplêndidas como essas. Fazem-nos sonhar com um mundo diferente daquele que nos circunda, dão asas à fantasia, na imaginação daquilo que poderia ser a sociedade se estas maravilhosas palavras fossem colocadas em prática. Imaginemos… um mundo onde todos se amam, onde todos têm os mesmos sentimentos; onde os cárceres já não existem e a polícia não tem sentido; onde as notícias de crimes – então fora de moda – dão lugar a notícias de fatos impregnados de divino, profundamente humanos. Um mundo onde também se canta, se brinca, se joga, se estuda, se trabalha, mas tudo em harmonia, onde cada um pensa e age para agradar a Deus e aos outros. É um mundo, creio, que veremos só no Paraíso… No entanto, Jesus disse aquelas palavras para nós, quando viveu aqui na terra. […] Abri o Evangelho e encontrei outra frase, que me pareceu ter uma estranha afinidade com aquela, como se existisse entre ela e o lema uma ligação secreta. Diz: «E quando eu for levantado da terra, atrairei todos a mim» (cf. Jo 12,32). […] «Quando eu for levantado da terra…». Quer dizer que Jesus não fez de todos uma coisa só com as suas esplêndidas palavras ou com os seus extraordinários milagres… Foi a cruz o seu segredo. Foi a dor o meio que resolveu o problema de tornar-nos filhos de Deus e, portanto, todos um entre nós. Será então a dor o caminho, a chave, o segredo da unidade de todos? O segredo da transformação de um mundo monótono, e muitas vezes mau, num mundo alegre, brilhante de amor, paraíso antecipado? Sim, é isso mesmo. Pelo pouco que sabemos a esse respeito, os santos – os verdadeiros inteligentes – deram todos um grande valor à dor, à cruz. E foram eles que arrastaram atrás de si as multidões se muitas vezes caracterizaram a época em que viviam, influenciando positivamente também os séculos futuros. «Há um lugar vazio na cruz!», disse-me um sacerdote, quando eu era pequena; virando um crucifixo que tinha sobre a mesa e mostrando-me o outro lado. «Este lugar – continuou – deves ocupá-lo tu». Muito bem! Se é assim, estamos prontos! Para quê esperar? Além do mais, as dores, pequenas ou grandes, bem ou mal aceitas, existem sempre na vida… Mas nós não somos oportunistas! Somos cristãos. Jesus está na cruz? Eu também quero estar. Aceitarei todas as pequenas cruzes da minha vida com alegria. Sim, com alegria, mesmo que uma ou outra lágrima tiver que correr. Mas no fundo do coração direi a Ele, que sempre me escuta: «Estou contente, porque sofrendo contigo, te ajudo a atrair todos a Ti e se aproximará o dia em que se cumprirá o teu imenso desejo: «Que todos sejam um». Chiara Lubich De “Colóquios com os gen”. Anos 1966-1969, Cidade Nova, Braga (Portugal) 1975, pág. 28 – 30
29 Ago 2017 | Sem categoria
Recebemos esta mensagem, de uma pessoa da comunidade dos Focolares em Houston: “Moramos próximo ao centro de Houston, muitas ruas que ficaram como rios, com o centro ao horizonte… são as imagens do nosso bairro. Nós temos a sorte de morar numa das ruas mais altas, mas as pessoas que moram mais para baixo estão todas se retirando. Muitas casas dos membros da nossa comunidade foram destruídas. Uma de nós, enfermeira, está presa no hospital, com mais quatro colegas, e ninguém consegue chegar lá porque todas as ruas ao redor se tornaram rios. Por isso elas trabalham ininterruptamente, fazendo turnos para comer e repousar um pouco. O mais triste é que muitos dos atingidos são idosos. Por enquanto não podemos fazer nada porque estamos bloqueados na nossa rua que se tornou uma pequena ilha. Obrigada pelas orações de vocês”.
29 Ago 2017 | Sem categoria
Atendendo ao convite dos bispos colombianos e do Presidente da República, Juan Manuel Santos Calderón – Nobel da Paz 2016 –, de 6 a 11 de setembro acontecerá a viagem apostólica do Papa Francisco ao país da América do Sul. A viagem insere-se no percurso de apoio ao difícil processo de paz num país há anos provado pela guerra civil, e para favorecer a reconciliação. «A sua presença nos ajudará a descobrir que é possível reunir-nos, como nação, para aprender a olhar-nos novamente com os olhos da esperança e da misericórdia», afirmou D. Fabio Suescún Mutis, responsável pelo Comitê preparatório da visita. O símbolo da viagem retrata o Papa dando “o primeiro passo”, encorajando todos a recomeçar a construir e voltar a sonhar com um futuro de paz.