Movimento dei Focolari
Amor Demais

Amor Demais

Amor demaisA mãe, depois de passar o dia no trabalho e cumprir suas obrigações domésticas, dedica-se ao filho cobrindo-o de toda a atenção, ajudando-o nas lições de casa, protegendo-o das agruras da vida. E, por vezes, tem como resultado um menino ingrato, um “pintinho feroz” que se comportará como um gatinho mimado talvez até os 20 anos! Onde será que errou? – pergunta-se a mãe, sentindo-se culpada. Afinal, ela fez de tudo pelo filho, sempre esteve inteiramente disponível para ele, sem deixar qualquer tempo e espaço para si. Será que amou demais? É sobre esses sentimentos e atitudes da mãe, e também sobre o comportamento dos filhos amados em demasia, que Osvaldo Poli trata neste livro. Ele desmistifica a culpa da mãe, incitando-a a legitimar seus sentimentos e a exigir reciprocidade. Assim ela encontrará o amor produtivo, o amor autêntico, “na medida certa”. Por que ler Por meio de analogias, metáforas e relatos de casos que acompanhou em seus atendimentos, Polo consegue passar com muita clareza os desencontros e desencantos promovidos pelo amor exagerado, sem limites, um amor não produtivo e com consequências negativas. Amor Demais – Afinal, existe uma medida certa na relação com os filhos? ajuda e elucida os pais a encontrarem formas adequadas de educar e preparar os seus filhos para a vida, para o mundo. O livro defende o equilíbrio no amor como ferramenta para se concretizar o bem educacional dos filhos. Com uma linguagem de fácil compreensão, a obra prende a atenção do leitor, levando-o a identificar-se com muitos modelos descritos (chamados pelo autor de vírus) e, consequentemente, o faz refletir e reconhecer seus próprios exageros. Indicado para mães e pais, educadores e professores, terapeutas familiares, psicólogos, agentes de aconselhamento familiar, agentes de pastoral familiar, movimentos familiares. Editora Cidade Nova vendas@cidadenova.org.br

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A onça eu engoli inteira

A-onça-eu-engoli-inteiraA Onça eu engoli inteira é uma fábula muito divertida que conta as peripécias de um grupo de animais (uma onça, um macaco, uma capivara, um jacaré, um tuiuiú e um tamanduá) que se reuniu para tentar desvendar o mistério que envolve a árvore Pau-Brasil, uma das mais antigas da floresta. Todas as vezes que algum animal se aproximava do Pau-Brasil, era aterrorizado por uma voz sinistra que os ameaçava dizendo: ―A onça eu engoli inteira, a capivara eu parti ao meio, o jacaré eu fiz em pedaços e o macaco está no meu papo… Todas as evidências apontavam para a existência de um monstro invisível que resolvera se apoderar da floresta. Para enfrentá-lo, o grupo precisaria reunir suas melhores habilidades, muita astúcia e coragem. Depois de muitas trapalhadas, sustos e traquinagens, os animais irão se surpreender quando estiverem cara a cara com tal monstro invisível. Por que ler Um livro recheado de virtudes, valores e sentimentos que podem ajudar as crianças a assarem ela fase de socialização na vida escolar e até mesmo em casa, na convivência entre irmãos e parentes. Ao se identificarem com as características, habilidades e anseios dos animais da fábula, as crianças percebem rapidamente que por trás de uma ação existem consequências boas e ruins, reações inesperadas, sentimentos contraditórios e ações surpreendentes relacionadas ao respeito, amizade, compaixão, união e ao senso de equipe. Com um projeto gráfico primoroso, ilustrações em xilogravura e muito humor, A Onça Eu Engoli Inteira é uma excelente oportunidade de iniciar com as crianças uma boa reflexão sobre o comportamento social nos dias de hoje. Editora Cidade Nova

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Ao lado de João Paulo II

Organizado pelo jornalista polonês Wlodzimierz Redzioch e lançado originalmente na Itália em março de 2014, o livro reúne 21 breves entrevistas de amigos colaboradores estreitos de João Paulo II. Dentre os depoimentos, destaca-se a entrevista exclusiva concedida pelo papa emérito Bento  XVI. Nas “confidências” dos entrevistados emergem os traços marcantes de um grande líder, bem como episódios do seu cotidiano, colocando juntos um homem culto e inteligente, afetuoso e humilde, místico, bem-humorado e atentíssimo aos problemas do ser humano, dos povos e do planeta. Por que ler João Paulo II foi uma das personalidades mais marcantes do século XX e início do século  XXI. Em 27 anos como papa da Igreja Católica, destacou-se não apenas como líder religioso, mas também como líder civil. Segundo analistas, o “papa polonês” foi determinante na queda do comunismo em seu país e em toda a Europa Oriental, mudança política acontecida de maneira pacífica. Tendo visitado praticamente todos os países do mundo, em seu desejo de ir ao encontro das pessoas, foi um perspicaz intérprete do homem da crise da modernidade, insuflando-lhe esperança e confiança. João Paulo II foi reconhecido “Homem do Ano” pela revista Time (1994) e como santo pela Igreja Católica (2014).Na abundância de publicações sobre João Paulo II, o presente livro diferencia-se por falar do papa a partir daqueles que privaram de sua convivência íntima até por décadas, transmitindo suas memórias com grande afeto e calor. Maiores informações: Editora Cidade Nova (11) 4158-8890 / 4158-8893 comunicacao@cidadenova.org.br

Dio e Cesare

Dio e Cesare

Il volume offre un originale e stimolante contributo al dibattito attuale sulla secolarizzazione. Il termine è oggi presentissimo nel dibattito culturale italiano, utilizzato in un’accezione negativa come progressiva “scristianizzazione” della società e cultura occidentali. In realtà il termine presenta una grande varietà di significati. Si può intendere come contrapposizione tra religione e ragione, tra dogma e verità scientifiche. L’uomo non solo “fa a meno” di Dio, ma si propone di “cancellarlo”. Si può anche intenderlo come un fenomeno interno alla civiltà cristiana in cui si assiste ad una progressiva emancipazione dalla visione cristiana della società, della vita, della politica. Un terzo approccio, positivo, rilegge il momento della Creazione come inizio del processo di secolarizzazione, intesa come autonomia rispetto al Creatore delle realtà create, secolari. L’incarnazione di Dio in Cristo conferma la positività dell’accezione cristiana del termine: fenomeno dunque dell’incarnarsi di principi di verità rivelata nella storia; principi di verità che si fanno saeculum al punto che se ne perde progressivamente la consapevolezza delle origini cristiane. Seguendo questa prospettiva, il volume offre un originale e stimolante contributo al dibattito attuale
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Filippine, sentirsi a casa

20141013-01«Chiara Lubich ci ha lasciato come eredità lo spirito di famiglia, essendo aperti all’umanità. Questa è la “magna charta” della nostra comunità locale a Dumaguete, nella regione centrale di Visayas, nelle Filippine. Non sono mancate le occasioni per sperimentarlo. Ci è stata comunicata la situazione di una madre e un bambino che avevano bisogno di una casa, per un tempo indeterminato. Abbiamo aperto la nostra, senza pensare alle conseguenze. Per essere il più possibile accoglienti abbiamo preparato tutto, studiato un po’ la cultura del loro Paese di origine. Dopo un mese dal loro arrivo ci siamo accorti che era una grande sfida, abbiamo dovuto cambiare tante abitudini. Entrambi portavano con sé il disagio dell’esperienza precedente. La madre, agitata e piena di odio, dubitava dell’amore di Dio. Il bambino era sempre più irrequieto, violento e capriccioso. Quando la situazione è diventata impossibile da sostenere abbiamo rivolto il nostro sguardo a Gesù crocefisso, che ci sembrava dicesse: “ Se non mi amate voi, chi mi amerà?”. Questo ci ha dato coraggio per andare avanti. Capivamo che dovevamo metterci in dialogo con loro per amare più concretamente. Cucinando ad esempio i piatti preferiti, o svolgendo le attività più adatte. Ci sembrava importante che il bambino frequentasse la scuola e la mamma trovasse un lavoretto. Così, ci siamo dati da fare: ciascuno ha offerto suggerimenti per il lavoro, e attraverso una comunione dei beni abbiamo fatto fronte ad alcune necessità, come la divisa per il bambino. Alcuni hanno fatto i turni per stare con lui quando la mamma era al lavoro. Questo ha portato tanta gioia fra tutti. Invitati ai compleanni e alle feste dei membri della comunità, mamma e figlio hanno trovato una cerchia di amici e poco dopo hanno detto di sentirsi a “casa”. Con il tempo,  attraverso l’amore di tutti, hanno cominciato a riconoscere l’amore di Dio; la madre ha avuto l’opportunità di cominciare una nuova vita, affittando un appartamento – che abbiamo arredato insieme – e trovando una sua autonomia. Un altro episodio ci ha visti accanto a una coppia, quando al marito è stato diagnosticato un tumore in stadio avanzato. Solo la moglie aveva un reddito stabile, ma subito si sono impoveriti, quando hanno iniziato la cura. La comunità ha cercato di amarli concretamente: non è stato solo contribuire con denaro, ma anche con il proprio tempo e la conoscenza su come prendersi cura di un ammalato come lui. Quando era già costretto a letto, le sorelle delle Suore di San Francesco della Congregazione dei poveri si sono offerte di portargli la Comunione ogni giorno. Abbiamo vissuto tutta la vicenda con la coppia fino all’ultimo. Durante la cerimonia funebre, la comunità si è fatta carico delle funzione, dei preparativi della Chiesa e del funerale. Si sentiva forte il senso della famiglia. Un’amica di nostra figlia è venuta da noi mentre alcuni, giovani e adulti insieme, stavano preparando un’attività. È stato qualcosa di nuovo per lei, vedere come una persona adulta dà molto rispetto e credibilità alle idee dei giovani, cosa non comune nell’ambiente dove è cresciuta. Ci ha raccontato che prima di incontrare le gen (giovani del Movimento), la sua vita “era un disastro”. Non prendeva sul serio la scuola e faceva uso di droghe. A un certo punto mia figlia, che è la sua migliore amica, si è trasferita per studio in un’altra città, ma le gen hanno continuato a starle vicino. Noi l’abbiamo accolta in casa, e pian piano ha cominciato a cambiare, fino a migliorare il rendimento scolastico e cessare l’uso di droga». (altro…)