Movimento dei Focolari
ASSIM É A VIDA, LILI! Juro que não fui eu!

ASSIM É A VIDA, LILI! Juro que não fui eu!

Lili 2 smallO próprio título, Juro que não fui eu!, já dá pistas sobre o tema escolhido para o segundo livro da coleção Assim é a Vida Lili! : a mentira e suas consequências. Lili, a heroína da coleção, se envolve numa tremenda confusão ao mentir e transformar um simples acidente domiciliar um verdadeiro caso de polícia. A duras penas, a heroína percebe que uma mentira leva a outra e outra e mais outra até que se depara com uma situação sem saída. O que fazer? Enfrentar a situação? Acordar a coragem adormecida? Assumir a responsabilidade? Lili vai perceber que falar a verdade é sempre o melhor caminho. Por que ler Com receio de serem repreendidas e correr o risco de perder o amor e a atenção dos pais ou professores, muitas crianças não confessam seus erros, se calam ou tentam encontrar uma fuga na mentira. Isso é muito angustiante e pode se tornar um hábito, levando inclusive a situações complicadas no futuro.  Juro que não fui eu!  auxilia a criança a desmistificar esse medo porque aborda o assunto de forma lúdica e bem humorada. Suas ilustrações são hilárias e o texto, claro e fácil, envolve o leitor permitindo que ele se identifique com a história, inclusive dando pistas de como agir em determinadas situações. A própria coleção, voltada a crianças dos sete aos onze anos, aborda e cria possibilidades de diálogo sobre os desafios, as angústias e as inseguranças que são concretamente vivenciados pelas crianças e pelos pais, no ambiente familiar e escolar, para que os vínculos de amor, amizade, confiança e compreensão sejam fortalecidos na fase que antecede a adolescência. Autor Texto – Florence Dutruc-Rosset é francesa, nasceu em Maison-Laffitte. Depois de estudar literatura e cinema, tornou-se editora chefe da Bayard Press, responsável pela revista infantil “Astrapi”. Ilustrações – Marylise Morel, é francesa, nasceu em Dunquerque, estudou artes plásticas e dedica-se a ilustração de livros infantis editados pela Bayard Jeunesse.   Cidade Nova         Maiores informações: (11) 4158-8890 / 4158-8893 comunicacao@cidadenova.org.br

1400 giovani al Meeting di Loppiano

1400 giovani al Meeting di Loppiano

20150509Loppiano3«In queste ore in cui siamo letteralmente bombardati da violenza, guerre, in mezzo a tanta indifferenza, noi vogliamo testimoniare con forza che c’è un altro mondo, perché c’è!’». Questo l’esordio dal palco dell’Auditorium di Loppiano, dove Nino, Nahomi, Luigi ed Anna hanno condotto con calore e profondità due ore di dialogo con i 1.400 giovani arrivati. La 42° edizione del Meeting dei giovani italiani dei Focolari, si è svolta – come ogni anno – il 1° maggio nella cittadella di Loppiano (Firenze) e ha scelto per titolo: “OUTSIDE, Look, Choose, Be” (Uscire, guardarsi attorno, scegliere, essere). Molte sono state le proposte dei Giovani per un Mondo Unito a sostegno di una cultura della fraternità, come metodo per uscire dall’inerzia personale e sociale ed impegnarsi a cambiare il mondo. Con la Expo dei “Frammenti di Fraternità”, hanno messo in mostra la solidarietà e la partecipazione sociale attraverso una rete di organizzazioni gestite dai giovani. «Mi chiamo Kareem, sono palestinese. Ho 23 anni e mi sono laureato in amministrazione. Dopo la caduta del governo di Arafat sono cominciate le difficoltà per noi cristiani nella striscia di Gaza. Allora eravamo circa 2000 su 1 milione e mezzo di abitanti. Poi siamo molto diminuiti. Sono state anche bombardate due chiese». 20150509Loppiano4È una delle forti testimonianze del 1° maggio. ««La guerra è cominciata nel 2008 –continua Kareem – Un giorno è caduta una bomba molto vicina a me, tanto che per l’esplosione sono stato scaraventato a terra. Tanta distruzione, persone morte! Prima ho provato ad andare da mio padre all’ufficio delle Nazioni Unite, perché mi sembrava il posto più sicuro, ma non è stato possibile. Soltanto dopo 4 ore ho raggiunto casa mia, dovendo passare anche sopra i corpi dei morti. Mia mamma piangeva perché non aveva mie notizie. Abbiamo vissuto 28 giorni in questa costante tensione. Poi, siamo riusciti a lasciare la Striscia di Gaza per andare in Giordania. Con le persone del Focolare, sperimentando una vita fraterna, pian piano ho superato il forte trauma e a credere che con l’amore possiamo costruire un mondo di pace. Da 7 mesi mi trovo a Loppiano. Vivere con giovani di diverse culture e religioni è un’esperienza nuova per me, perché a Gaza non avevamo contatti esterni. Cercando di aprirmi, di accettare gli altri, adesso mi sento a casa, ho trovato quel tesoro che cercavo». «Dopo il terremoto di Haiti del 2010 che ha causato la morte di oltre 220 mila persone, migliaia di haitiani sono emigrati in Brasile». Joao di Florianópolis, a sud del Brasile, apre uno spaccato su una realtà sociale: «Tanti di loro sono laureati, ma non parlando bene il portoghese, trovano lavoro solo come muratori e spesso vengono pagati poco e trattati con disprezzo. Ci siamo domandati cosa potevamo fare. Per avere un primo contatto abbiamo raccolto vestiario e generi alimentari. Non sapevamo come muoverci: loro parlavano francese e dialetto “Kriolo”, e noi non conoscevamo la loro cultura. Ma il desiderio di mettere in pratica quel passaggio del Vangelo “ero straniero e mi hai accolto” ha superato ogni ostacolo. Pian piano ci siamo conosciuti e abbiamo capito quali erano le loro principali difficoltà. La prima era la lingua. Abbiamo iniziato delle lezioni di portoghese, con slide, video e musica. Poi li abbiamo aiutati nelle pratiche per la richiesta di documenti e per l’iscrizione ai corsi tecnici gratuiti del governo, in modo che siano in grado di ottenere un lavoro, una vita migliore. Abbiamo organizzato serate culturali, con piatti, balli e canti tipici della loro terra, siamo andati in spiaggia, e giocato partite di calcio insieme… Vogliamo ora costituire una associazione per sfruttare tutte le possibilità che offrono le istituzioni per favorire il loro inserimento sociale ed culturale. Non è tutto risolto e abbiamo ancora tanto da lavorare, ma ci sembra che un seme di fraternità è stato piantato». 20150509Loppiano2Ecco uno squarcio del Meeting 2015, ricco di testimonianze e di tante proposte concrete per rispondere alle urgenti necessità di molti. Intanto, una rete di giovani, di associazioni, di organizzazioni, è già attiva da anni in Italia e opera a vari livelli del tessuto sociale, verso quelle che papa Francesco chiama le periferie esistenziali: “Vogliamo portare alla luce questo sottobosco di solidarietà che c’è e sta costruendo un presente e un futuro di pace, ma che non si conosce abbastanza” – spiegano ancora i giovani dei Focolari. (altro…)

Sou João

Sou João

Sou JoãoSou João verdade e diálogo por uma Igreja-comunhão O livro apresenta, em forma de entrevista, o percurso do cardeal João Braz de Aviz e o seu pensamento sobre a Igreja Católica e seus desafios em nível nacional e internacional. Com uma postura de abertura, confiança, humildade e respeito, dom João de Aviz fala de sua trajetória: de sua infância, em uma família simples mas determinada do interior do Estado de Santa Catarina, ao seu trabalho na Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, no Vaticano. A trajetória de dom João de Aviz coincide com etapas decisivas da história recente do Brasil, da Europa, da Igreja Católica. Situado nesse contexto histórico, ele aborda os momentos cruciais de sua vida e do seu trabalho a serviço da Igreja. A simplicidade de um pastor que no curso de seu ministério esteve com o povo – como aquele “pastor com cheiro de ovelha”, do qual fala o papa Francisco –, a humildade de quem sabe pedir perdão quando erra, a coragem de quem sabe dizer a verdade por amor, e a simpatia de quem acolhe com carinho e chama o outro pelo nome… permeiam as páginas deste livro. Destaques

  • João de Aviz tem sido destaque em jornais internacionais por seu trabalho no Vaticano
  • O percurso e a postura do Cardeal estão em considerável consonância com o Papa Francisco
  • Lançamentos na França e na Itália em 2014:

“Este livro traz esclarecimentos preciosos sobre o homem e sua espiritualidade”.  “Um olhar caloroso e reanimador do novo pontificado”

 (La Croix, 22/05/2014)

Autores João Braz de Aviz [1947-] Atualmente é Prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, no Vaticano. Doutor em Teologia Dogmática pala Pontifícia Universidade Lateranense [Roma], foi bispo-auxiliar de Vitória [ES], bispo em Ponta Grossa [PR], arcebispo de Maringá [PR] e de Brasília [DF].   Adelmo Galindo [1977–] Tem mestrado em Letras [UFPE] e em Produção Editorial  [ESCP Europe – Paris], é editor da Cidade Nova. Michele Zanzucchi [1957–] Jornalista e escritor, é diretor da revista Città Nuova e professor da Pontifícia Universidade Gregoriana [Roma] e do Instituto Universitário Sophia [Incisa Valdarno,  Florença]. Mais informações: www.cidadenova.org.br/ vendas@cidadenova.org.br  

O cansaço dos bons

O cansaço dos bons

CN_corda_04B Nesta obra, a abordagem do Autor parte do pressuposto de que é preciso ter uma visão integral do ser humano, não o reduzindo as “suas dimensões biológicas, sociológicas e psicológicas. Esquece-se da dimensão espiritual, hoje considerada um tipo de inteligência, centro da vida e do projeto de quem tomou a decisão de abraçar uma profissão humanitária”. Pois “o ser próprio do homem e da mulher consiste em sua capacidade de autotranscedência e autodoação”. É nessa base que ele, com o instrumental da logoterapia, analisa as causas do desgaste profissional, as relações interpessoais no ambiente de trabalho e a cultura dominante, para propor elementos de uma “cura da alma ‘desgastada’”. Burnout, ou desgaste profissional, ou ainda desânimo profissional, é uma síndrome que vem acometendo um número crescente de profissionais. Afeta especialmente os que atuam na saúde, educação, trabalho social, assistência espiritual, enfim, quem trabalha com pessoas e para pessoas. Distingue-se do estresse e da depressão, caracterizando-se por um cansaço emocional, pela despersonalização das relações pessoais e pela perda de sentimentos de autoeficiência e realização no trabalho. A atual sociedade pós-moderna, consumista, de temporalidade fragmentada  e com suas neuroses coletivas, favorece esse desgaste, impedindo aos profissionais sentirem-se realizados com seu trabalho e,  em última análise, com a própria vida. O autor Almada (1965- ), argentino, é psiquiatra e psicoterapeuta da escola logoterápica. Foi presidente e iniciador das sociedades de logoterapia do Uruguai e do Paraguai. Licenciado em filosofia e diplomado em ciências religiosas, seu trabalho tem-se interessado pelos espaços teóricos da fronteira entre psicologia,  psiquiatria,  filosofia  e  espiritualidade.  Promove cursos e palestras na América Latina, Europa, Ásia e África, enfrentando com sensibilidade o desafio da  multiculturalidade. Maiores informações: (11) 4158-8890 / 4158-8893 www.cidadenova.org.br vendas@cidadenova.org.br